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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Aécio deve se lançar já ao Planalto, diz FHC
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acha que o pré-candidato tucano ao Planalto em 2014, o senador mineiro Aécio Neves, deve antecipar seu discurso e se assumir já como postulante ao cargo. Já o PSDB precisa fazer autocrítica sobre as últimas campanhas, quando o partido adotou posições que considerou erradas, de cunho moral e religioso.
Em entrevista ao "Poder e Política" , projeto da Folha e do UOL, na última sexta-feira (30), o tucano disse: "Eu acho que nossos políticos precisam voltar a tomar partido, em bola dividida. "A busca das coisas consensuais mata a política. E mesmo se for o caso de ser candidato, que diga que é."
Aécio deve dizer agora que é candidato? "A ideia de que você precisa esperar, porque vai ser desgastado, não adianta. Acho que ele deve assumir."
Na entrevista, FHC também disse que até José Serra também "pode, de repente, ser candidato", mas "não é a tendência no PSDB".
Já Joaquim Barbosa, presidente do STF, "tem bom senso" e "não entra nessa" de se candidatar ao Planalto. "Porque é outro caminho, não é o dele". Seria um "erro".
FHC reconhece que no momento pelo qual passa o mundo, é natural ganhar força a percepção geral de que o Estado precisa socorrer a economia. "Enquanto estivermos nessa conjuntura atual, sim", afirma. Só que com crise externa, "os que estão no governo passaram a ter uma espécie de perdão para utilizar recursos públicos para reativar a economia".
O ritmo do crescimento do PIB não é algo que dependa só do presidente da República. "Mas como puseram na campanha que ela [Dilma Roussef] era a boa administradora, o mau desempenho da máquina, que não dependeu dela, mas de um sistema, vai cair na cabeça dela".
Para o tucano, Dilma não tem um "brilho grande na administração. Não conseguiu ainda organizar. Não se sabe nem o nome dos ministros. Está uma coisa meio opaca ainda".
Sobre o mensalão, disse sentir por algumas condenações, como as de José Genoino e de José Dirceu. "Eles não foram condenados pelos que eles são. Mas pelo que fizeram (...) Acho um episódio triste. Porque essa gente ajudou muito o Brasil no passado".
De Luiz Inácio Lula da Silva, que o sucedeu no Planalto, FHC condena a atitude complacente. "A leniência não quer dizer que participou, nem estou acusando. É que não reclamou".
Engajado num movimento para reduzir o combate violento ao uso de drogas, FHC acha que em cerca de dez anos usuários não serão mais criminalizados nem irão para a cadeia.
Aos 81 anos, o tucano faz musculação três vezes por semana. Bebe vinho ("não muito") e whisky ("raramente"). "Durmo bem. Eu gosto da vida, gosto das pessoas". Está namorando? "Eu estou. Mas não é meio ridículo? Namorar com 81 anos? Não pode."
A seguir, trechos da entrevista:
Folha/UOL - A crise econômico-financeira internacional colocou na defensiva as ideias liberais. Essa onda muda a abordagem de partidos como o PSDB?
Fernando Henrique Cardoso - Os que estão no governo passaram a ter uma espécie de perdão para utilizar recursos públicos para reativar a economia.
O PSDB foi um partido muito menos ideológico do que as pessoas pensam. E também nunca foi um partido que tivesse muito amor pelo mercado. É uma ilusão, uma impressão.
Como todos os partidos brasileiros, as pessoas gostam mesmo é de governo, é de Estado. Isso desde Portugal, da Península Ibérica. O grande ator, querido, é o governo. E as pessoas confundem o Estado com o povo. O que é do Estado, é do povo. Esquecem que o Estado depende de quem esteja lá.
A propósito, o técnico da seleção brasileira de futebol, Luiz Felipe Scolari, vocalizou algo correlato a esse pensamento genérico dos brasileiros. Disse que quem "não quer pressão, vai trabalhar no Banco do Brasil"...
É injusto porque o pessoal do Banco do Brasil trabalha...
Mas...
Mas o sentimento de muita gente é "vai para o governo para não trabalhar". Não é. Eu fui presidente, fui ministro. Eu tenho experiência na máquina pública. A máquina pública brasileira tem gente muito competente. Mas é inchada.
Tem também os que não trabalham. Você toma os que não trabalham como se fosse generalizado. Não é assim. Nós temos uma máquina pública que tem competência exatamente porque ela é antiga.
No momento pelo qual passa o mundo, é natural haver essa percepção geral que o Estado precisa voltar para socorrer todo mundo?
Enquanto estivermos nessa conjuntura atual, sim. Mas isso muda. É uma questão com um conteúdo mais pragmático.
Nós não fizemos aqui o que foi feito na Argentina, ou mesmo no Chile. Em alguns setores, em função da escassez de recursos do governo, houve a capacidade de você transferir novas tecnologias e, para forçar a competição, houve uma abertura sob controle: as agências reguladoras.
Portanto, nunca houve uma espécie de 'desprestigiamento' do Estado. Houve uma abertura para forçar a competição. Não para transformar o que era público em privado e o monopólio privado.
Veja no petróleo. Nós flexibilizamos com a Lei do Petróleo. Para permitir a competição. Não privatizamos a Petrobras, nem nunca quisemos. Nem o Banco do Brasil. Houve até uma discussão. Sempre me opus a privatizar o Banco do Brasil.
O Banco do Brasil sempre será estatal?
Acredito que vai ser pela nossa tradição. Acredito que vai ser.
Mas o Brasil tem dois bancos estatais grandes... Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal...
Eu sei. Mas é muito difícil, num país como Brasil, acabar com isso. Até porque essa última crise demonstrou, e a baixa do juros também, que esses bancos públicos podem ser úteis como política pública para obter certos resultados.
O discurso mais estatizante hoje está reforçado por causa da crise externa?
Talvez. Depende de como se fale. Veja o seguinte, ninguém está pedindo para reestatizar as telefônicas. Ao contrário, estão pedindo para fazer licitação para as rodovias. Estão pedindo para fazer licitação para os aeroportos. Porque está estrangulado aí.
Se você colocar ideologicamente, aí é cara ou coroa. Sabe Deus o que vai acontecer. Mas, se você colocar de uma maneira adequada e tiver coragem de explicar e ter convencimento, então faz.
O PSDB nasceu num espectro do centro para a esquerda. Em eleições recentes, incluiu temas morais e religiosos em seu discurso e se deslocou para a centro-direita. Por quê?
Eu acho que os dois partidos principais nesses temas acabam tendo que dizer aquilo que eles não acreditam. Porque supõem o que a opinião pública queira. Ficam mais conservadores os dois. Não há diferença.
Mas quem puxou a fila foi o PSDB...
Por engano eleitoral. Esses temas são delicados. Eu acho que você tem que manter a convicção. Você vai lá, pode ganhar, pode perder. Em termos de comportamento e de valores morais, o PSDB tem que se manter progressista. Quando não se mantém, não tem o meu apoio. Eu não vou nessa direção.
Essa guinada moralista foi um erro do PSDB?
Eu não faria. Mas eu não quero estar julgando porque as circunstâncias são variáveis. E como eu disse, essa guinada é dos dois lados. E a ideia que prevalece é a seguinte: o povo não quer isso.
Pega a questão da privatização. Veja as pesquisas da época. A favor. Você tem que ganhar a batalha ideológica. Quando você perde a batalha ideológica, não há o que fazer.
Para você poder mudar, para você poder transformar, você tem que estar com convicção e o apoio da sociedade. Ninguém modifica sozinho.
O sr. tem dito que o PSDB tem que se aproximar mais dos eleitores e do povo. Como o partido fará isso?
Não é só o PSDB. Os partidos, por causa de uma mudança tão rápida no Brasil, ainda continuam com uma visão de sociedade anterior à atual. A atual é essa do UOL, da pessoa que fica aí navegando o tempo todo, que tem informação fragmentada. O interesse dessas novas camadas que estão em ascensão social não é muito claro. Não é homogêneo. Nós não sabemos.
Minha tese é a seguinte: é preciso ouvir. Não é pregar. É ouvir. É reconectar com o que está acontecendo com o país.
Por exemplo?
Eu estudei essa questão de droga. E sou sociólogo. Eu vou ver, fui para a favela. Vi, ouvi, falei, conversei. Vi a reação, a polícia. Há um Brasil novo. Mas esse Brasil novo não quer dizer que ele seja todo igual ao que foi o Brasil do passado e que vai ser todo mundo da classe média.
Classe média é um conceito que confunde. Eu fui um dos primeiros a falar das novas classes médias, do papel na oposição nisso. Ninguém sabe muito bem o que é isso. O que essa gente realmente significa.
Houve um aumento de fluxo de renda. Medido pelo fluxo de renda, você tem realmente uma camada enorme. Agora, isso significa o mesmo comportamento? Não. Porque ainda não foi sedimentada uma cultura, uma forma de associação, de sociabilidade nova. Os partidos têm que tentar penetrar concretamente.
Ir até a periferia...
Veja essa última novela da Globo, "Avenida Brasil". É interessante. Coloca uma temática do que se imaginava que eram os emergentes. Eles têm uma identidade forte com o seu lugar de origem. E olham até com certa suspeita a chamada Zona Sul. Como diria o Elio [Gaspari], o andar de cima. Mas o andar de baixo andou. Subiu. Está não se sabe bem onde. Você tem que ver como é que eles pensam. Eles têm música. Eles têm interesse pelo esporte. Eles têm interesse pelo futebol. Eles têm literatura na periferia. É curioso porque é como uma outra linguagem.
O que eu estou dizendo não é só para o PSDB. Tomara que o PSDB vá mais depressa do que todos. Porque o próprio PT, que tinha um enraizamento popular, é popular nos sindicatos. É coisa antiga, já existia. Um movimento social. Esta gente não está no movimento social, não está no sindicato. Eu os chamo "radicais livres". Eu acho que tem um público novo e que se os partidos quiserem ser capazes de expressar alguma coisa, têm que saber exatamente o que é. Uma linguagem nova também.
Para emprestar essa terminologia da medicina, como o partido, o PSDB no caso, vai conseguir chegar aos "radicais livres"?
Em 2013, ano que antecede a eleição, é o momento de os partidos se organizarem, reorganizarem e conectarem. Você pode chamar os nossos intelectuais. São bons, ajudam. Mas não é o momento para isso. É para você pegar desde as prefeituras e chamar os líderes comunitários. O pessoal que está fazendo futebol de várzea. Os que estão em call centers, que são milhares. Tentar organizar os que têm blog. Faz encontros. Não é para entrar no PSDB porque, hoje, essa gente não vai entrar em nada.
Não é para filiá-los ao PSDB?
Não. É para o PSDB poder ter uma certa interlocução. Para estar junto.
Mas quem no PSDB vai comandar esse processo?
Ontem [29.nov.2012], eu estive numa reunião de prefeitos eleitos, cerca de 170, em São Paulo. Fiquei muito bem impressionado. Alguns desses novos prefeitos, e dos antigos também, são pessoas que falam essa linguagem. Mas é a questão do local. Eles não passaram para o estadual, nem para o nacional. Tem que pegar essa gente e jogar no estadual e no nacional. Eles têm contatos. Eles fazem isso.
A oposição parece ter duas apostas para 2014. A primeira é imaginar que, em algum momento, a nova classe média queira mudar o seu patamar de exigências e vote contra o governo. A segunda, tentar colar no atual governo de Dilma Rousseff uma imagem de incompetência administrativa. É isso mesmo?
Não são as minhas apostas. Eu acho que apostar no negativo é sempre ruim. É discutível apostar que as pessoas que estão aí, pela mobilidade [social], vão querer mais e [haverá] uma adesão a esse ou aquele partido.
Eu acho que tudo depende do apelo. Por isso que eu digo que tem que ouvir. É um erro não entender que você tem que ser ativo no processo. Você tem que interpelar numa maneira que as pessoas ouçam a sua interpelação e concordem com ela. Não é simplesmente esperar que aconteça para você surfar.
Mas e a capacidade gerencial do governo?
Alguém me perguntou a respeito de o PIB ter crescido pouco: 'Isso quer dizer que a presidente Dilma é má administradora?'. Não. O PIB cresceu pouco por mil razões. O erro, que eu acho que houve, [por parte] do governo, é que o governo se colou ao PIB. Não precisava.
O Produto Interno Bruto cresce ou não cresce por mil fatores. O PT colou que no meu período [1995 a 2002] o crescimento foi relativamente pequeno, 2,6% em média. Muito bem. Mas, na época, a economia mundial crescia menos que isso e a situação financeira aqui era muito difícil. Então não se pode atribuir ao governo o PIB não ter crescido.
No momento seguinte, o governo do Lula teve sorte. Engatou no bem estar econômico. O PIB cresceu. Depois, caiu. Não caiu porque o governo [Lula] tivesse errado. Foi por dificuldades. Eu não acho que se deva colar na presidente Dilma [a queda do PIB]. Ela é que pode se colar nisso. Aí fica mal para ela.
O PIB no atual nível afeta o resultado eleitoral?
Se houver desemprego. Se não houver desemprego, a população não sente isso aí.
Eu acho que sim. Mas no Peru o PIB crescia, no Chile crescia e perderam [as eleições] os governos. Não há uma relação mecânica. Sempre depende do jogo político, de como é que você coloca a questão. Quais são as questões que vão ser sensíveis naquele momento eleitoral. Depende, portanto, da ação política. Não depende só da estrutura e dos fatos que acontecem.
E a oposição deve criticar a administração por eventual falha gerencial?
Deve ser feito porque é bom para o Brasil. Tem que fazer. Não é porque isso vai dar voto. Pode, eventualmente, dar voto. Se os erros se acumularem muito.
E o erro aqui vem do seguinte: na campanha eleitoral, para viabilizar a candidatura da presidente Dilma, ela foi apresentada como a grande gestora. De novo está ligado ao PIB, a mesma ideia. Como se a grande gestora fosse responsável pelo que acontece no país. Não há mais isso. Hoje a gestão depende da máquina, depende de outra coisa também.
O que está atrapalhando atualmente? Tudo agora parece que é a crise externa. Não é. A crise só nos beneficiou até agora. Não houve interrupção de fluxo financeiro e o preço das commodities não caíram. Não nos atrapalhou neste sentido. O que nos atrapalha é a falta de uma visão estratégica.
Se quiser dizer de outra maneira: as reformas, que eles [integrantes do governo do PT] não gostam de falar, foram paralisadas. Porque na ideia de surfar e de distribuir renda, é bom, mas tem limite de longo prazo. Não pode. Tem que ter crescimento. Obnubilaram a visão do governo de que precisava mexer em outras coisas mais profundas que não são populares.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Fani Pacheco vence Paredão Retrô e poderá participar do "BBB13
Fani Pacheco, da sétima edição do “Big Brother Brasil”, venceu o Paredão Retrô contra Karla Patrícia, do “BBB5”. Com 69% dos votos, obtidos pelo site do programa, a ex-sister também poderá voltar ao “BBB13”.
A loira foi destaque em sua edição por se envolver em um triângulo amoroso com Íris Stefanelli e o campeão Diego “Alemão” Gasques. Ela ainda ficou marcada pelo grito “Uhú, Nova Iguaçu”, criado em homenagem a sua cidade natal, Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro.
Paredão Retrô
Já foram realizados 25 paredões. Alguns dos vencedores foram Laisa, Kleber Bambam, Natália Casassola, Solange, Fernando "Justin", Adriano Castro e Anamara "Maroca", escolhidos pelo público com 80%, 52%, 61%, 52%, 64%, 76% e 70% dos votos, respectivamente. Eles venceram as disputas contra Roberta, Dhomini, Thaís Ventura, Marcela, Alan Passos, Harry e Tina.
Segundo Boninho, diretor do reality show, seis dos 180 participantes de edições anteriores voltarão à casa comandada por Pedro Bial na 13ª edição. A CGCom (Central Globo de Comunicação) explicou que o resultado da enquete não é garantia de que o ex-BBB estará no “BBB 13”, mas poderá ser um dos critérios dos ex-participantes que voltarão à casa.
São sempre dois paredões por semana: um abrindo aos domingos e se encerrando às terças e outro abrindo às quartas e fechando às sextas.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Brasil é o 7º pior em competitividade entre 43 países, aponta Fiesp
Brasil teve um fraco desempenho em um estudo da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) que mede o índice de competitividade de 43 países --que representam 90% do PIB mundial--, ficando em 37º lugar no ranking de 2011. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (26) pela Fiesp, que levou em consideração, para construir o ranking, oito aspectos principais: economia doméstica, abertura, governo, capital, infraestrutura, tecnologia, produtividade e capital humano. Dentre os motivos apontados para a baixa competitividade do Brasil, a Fiesp apontou o elevado custo do capital de giro das empresas, uma vez que o spread bancário ainda é elevado, assim como os juros (o período pesquisado é 2011). Segundo dados da Fiesp, o spread bancário brasileiro --diferença entre o custo do dinheiro ao banco e o quanto se cobra dos clientes-- chega a ser 12 vezes superior à média de Chile, Itália, Japão e Malásia. Além da dificuldade em obter crédito, dados os elevados juros, também a pesada carga tributária é considerada como um desestímulo ao investimento, reduzindo a competitividade do país. GRUPOS De acordo com a pontuação obtida pelos países, a federação os dividiu em quatro grupos principais. No topo, estão os países com competitividade elevada (como Estado Unidos, Hong Kong, Coreia do Sul e Irlanda). Em seguida, estão os países com competitividade satisfatória (como Suécia, Alemanha e Finlândia). No terceiro grupo, estão os países de competitividade média (como Espanha, Rússia e Itália). Por último, figuram países com competitividade baixa, que é o caso, além do Brasil, de México e Tailândia, por exemplo. SOBE E DESCE Na comparação entre 2000 e 2011, Coreia do Sul, China e Irlanda foram os países que mais ganharam competitividade, subindo nove, oito e sete posições, respectivamente. Dentre os fatores que beneficiaram estes países estão o investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), gasto em educação, número de patentes e produtividade em setores de alta tecnologia. Por outro lado Suécia, Finlândia e Japão tiveram as piores quedas no período, com queda de nove, oito e sete posições no ranking, respectivamente. Nesses países, pesaram negativamente o saldo comercial, a taxa de poupança e a produtividade, dentre outros fatores.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Aneel ameaça intervir em distribuidoras
Quatro distribuidoras do grupo Eletrobras correm o risco de sofrer intervenção por parte da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) caso não melhorem a qualidade do serviço prestado.
Na mira da agência, estão as empresas Ceron, concessionária de Rondônia; Cepisa, do Piauí; AmE, do Amazonas, e Eletroacre, do Acre -todas do grupo estatal. Completa a lista a Cea, do governo do Amapá, cujo controle passará à Eletrobras.
"Elas não têm respondido aos sinais regulatórios que emitimos e são candidatas a possível intervenção", diz Julião Coelho, diretor da agência. Na prática, a intervenção significa que a Aneel passa a comandar a empresa pelo prazo de 180 dias, período em que deve ser traçado um plano de recuperação.
O processo pode resultar na venda da empresa, sua devolução ao concessionário ou em nova rodada de licitação.
Editoria de Arte/Folhapress
FALHAS DE GESTÃO
As cinco empresas apresentam problemas de qualidade e, no caso da Ceron e da Cea, descontratação de energia, termo usado quando a concessionária não possui contratos de fornecimento para atender a demanda.
Segundo Coelho, a situação das distribuidoras da Eletrobras é resultado de falhas de gestão. "A questão financeira não é um problema para o grupo Eletrobras hoje. É a qualidade", diz.
Há duas semanas, a Eletrobras firmou um protocolo de intenções com o objetivo de assumir o controle acionário da Cea, que enfrenta problemas financeiros e já foi impedida pela Aneel de participar de dois leilões de energia.
Em 2007, a agência recomendou a caducidade da concessão da distribuidora, o que implicaria nova licitação, mas o Ministério de Minas e Energia não levou a iniciativa adiante.
A intervenção é um instrumento novo para a Aneel. No dia 31 de agosto, a agência realizou, pela segunda vez em sua história, uma rodada. O alvo foram oito distribuidoras do grupo Rede Energia.
Dois dias antes, uma medida provisória foi publicada permitindo que decisões como essas fossem tomadas em casos emergenciais.
"O poder nos foi dado e ele traz responsabilidades", afirma Coelho.
"O melhor é que elas voltem a prestar o serviço de forma adequada. Mas, se tivermos que fazer uso da medida, faremos."
Segundo a Folha apurou, no entanto, uma decisão sobre novas intervenções deve ocorrer apenas no ano que vem, quando a Aneel tiver concluído o processo nas distribuidoras do Grupo Rede.
O diretor-presidente da Empresa de Distribuição da Eletrobras, Marcos Aurélio Madureira da Silva, diz que a empresa "está investindo nas suas seis distribuidoras" e promove melhorias constantes em gestão e modernização dos sistemas operacionais.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Brasil é o 7º pior em competitividade entre 43 países, aponta Fiesp
Brasil teve um fraco desempenho em um estudo da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) que mede o índice de competitividade de 43 países --que representam 90% do PIB mundial--, ficando em 37º lugar no ranking de 2011.
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (26) pela Fiesp, que levou em consideração, para construir o ranking, oito aspectos principais: economia doméstica, abertura, governo, capital, infraestrutura, tecnologia, produtividade e capital humano.
Dentre os motivos apontados para a baixa competitividade do Brasil, a Fiesp apontou o elevado custo do capital de giro das empresas, uma vez que o spread bancário ainda é elevado, assim como os juros (o período pesquisado é 2011).
Segundo dados da Fiesp, o spread bancário brasileiro --diferença entre o custo do dinheiro ao banco e o quanto se cobra dos clientes-- chega a ser 12 vezes superior à média de Chile, Itália, Japão e Malásia.
Além da dificuldade em obter crédito, dados os elevados juros, também a pesada carga tributária é considerada como um desestímulo ao investimento, reduzindo a competitividade do país.
GRUPOS
De acordo com a pontuação obtida pelos países, a federação os dividiu em quatro grupos principais.
No topo, estão os países com competitividade elevada (como Estado Unidos, Hong Kong, Coreia do Sul e Irlanda). Em seguida, estão os países com competitividade satisfatória (como Suécia, Alemanha e Finlândia).
No terceiro grupo, estão os países de competitividade média (como Espanha, Rússia e Itália). Por último, figuram países com competitividade baixa, que é o caso, além do Brasil, de México e Tailândia, por exemplo.
SOBE E DESCE
Na comparação entre 2000 e 2011, Coreia do Sul, China e Irlanda foram os países que mais ganharam competitividade, subindo nove, oito e sete posições, respectivamente.
Dentre os fatores que beneficiaram estes países estão o investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), gasto em educação, número de patentes e produtividade em setores de alta tecnologia.
Por outro lado Suécia, Finlândia e Japão tiveram as piores quedas no período, com queda de nove, oito e sete posições no ranking, respectivamente.
Nesses países, pesaram negativamente o saldo comercial, a taxa de poupança e a produtividade, dentre outros fatores.
domingo, 25 de novembro de 2012
Candidatos dizem que questões de exatas foram as mais difíceis na Fuvest 2013
Os primeiros candidatos a saírem neste domingo (25) das provas da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) 2013 no prédio da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), na capital paulista, disseram que as questões de exatas estavam mais difíceis, enquanto as perguntas de biologia são citadas como as mais fáceis, principalmente por candidatos de cursos ligados a área da saúde. A dificuldade dos itens de exatas também foi notada pelos candidatos que fizeram a prova em Ribeirão Preto, no interior do Estado.
“O mais fácil foi biologia, caiu bastante coisa sobre planta. E a prova de matemática estava mais difícil, tinha que lembrar muita fórmula”, afirmou Letícia Santos Kobayashi, 17, de São Paulo que tenta uma vaga no curso de medicina. Para ela, a prova, no geral, não estava complicada: “Fiz um ano de cursinho e espero que dê para passar”, disse.
Veja Álbum de fotos
Bruna Salles, 19, da capital paulista, quer cursar psicologia e achou que biologia estava mais fácil. Ela acredita que o fato de gostar mais da disciplina ajuda na hora da prova. Para Bruna, as questões de química e física estavam mais complicadas. “Não sei se é porque não gosto muito, mas achei bem difícil”. Segundo a candidata, a prova de português teve alguns poemas e perguntas sobre livros obrigatórios.
'Tremidinha'
Para Pedro Sodré, 17, também de São Paulo que quer entrar no curso de engenharia civil, exatas foi o que “pegou mais”. “Comecei bem confiante, mas quando chegou a parte de exatas deu aquela tremidinha, estava bem difícil, mas acredito que fui bem sim”, contou.
De acordo com Pedro, as questões mais fáceis foram as de geografia, história e literatura. O candidato disse que caíram algumas perguntas sobre as leituras obrigatórias, inclusive uma que pedia uma comparação entre alguns livros -entre eles, Memórias Póstumas de Bras Cubas, Cortiço e Capitães da Areia.
Já para Mariana Costa Dell Erba, 17, que faz vestibular para arquitetura, física e matemática estavam mais fáceis. “Eu gosto mais dessas matérias e não tinha tanta conta e fórmula”, afirmou. A vestibulanda achou que história estava “meio complicada e confusa”.
Os candidatos ouvidos pela reportagem não relataram problemas em nenhuma questão e também disseram que a prova não tinha muitas imagens e textos diferentes, como músicas, por exemplo.
A prova de hoje tinha 90 questões de múltipla escolha sobre o conteúdo das disciplinas do núcleo comum obrigatório do ensino médio: português, história, geografia, matemática, física, química, biologia, inglês, e algumas questões interdisciplinares.
Ribeirão Preto
“Achei a prova difícil. As questões de exatas foram bastante cansativas”, afirmou Matheus Rodrigues Carvalho, 21. O estudante trancou o curso de física em São Carlos para tentar cursar administração no campus de Ribeirão Preto, cidade onde mora.
Os testes de exatas também foram considerados complicados também por Luiz Vitor Schmidt, 17, que cursa o terceiro colegial num colégio particular de Ribeirão Preto. “As questões foram densas, longas. Já a parte de humanas não achei tão complicado.”
Daniele de Sá, 21, achou apenas que a prova de química exigiu mais de quem, como ela, tem facilidade em exatas. A jovem cursa engenharia civil numa faculdade particular de Ribeirão e quer agora fazer medicina.
Para ela, que estudou em escola pública, os testes de ciências humanas foram a parte mais complexa da primeira fase. “Não gosto dessa área.” Ela disse que estudou uma média de duas horas por dia, por conta própria, para fazer o vestibular.
Fernando Teixeira, 21, achou a primeira fase fácil. Estudante do terceiro colegial de uma escola particular, ele tenta direito em Ribeirão e, além da escola, se dedicou seis horas por dia estudando para o vestibular. Ele achou a primeira fase da Fuvest mais fácil do que a da Unesp (Universidade Estadual Paulista). "Mas mesmo assim achei fácil. Caíram questões do segundo e terceiro anos do colegial, como fóton e movimento acelerado, em física.”
Para o treineiro Estevão Simões, 17, o nível da primeira fase foi muito exigente, principalmente em exatas. No segundo colegial de uma escola particular, ele está se preparando para tentar uma vaga em ciência da computação. “O grau de dificuldade foi alto.”
sábado, 24 de novembro de 2012
Anac notifica Gol e monitora o fim das operações da Webjet
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou há pouco que está "monitorando e fiscalizando" o encerramento das operações da empresa Webjet, anunciado hoje por sua controladora, a Gol Linhas Aéreas. O procedimento da agência tem por objetivo "verificar se todos os passageiros da empresa estão sendo acomodados, conforme estabelecido pela regulamentação" do órgão regulador.
De acordo com a agência, a Gol foi notificada para comprovar que adotou todos os procedimentos relativos à execução dos contratos de transporte já firmados pela Webjet. Em caso de cancelamento, atraso ou preterição de embarque, os passageiros terão direito à acomodação em outros voos ou ao ressarcimento do valor integral pago pela passagem.
"A Gol é responsável por assegurar o adequado atendimento aos clientes da Webjet, acomodando-os em outros voos para realizar seu transporte, bem como prestando assistência integral aos passageiros que porventura possam vir a ser afetados durante o período de encerramento das operações", informou a Anac por meio de nota.
O órgão regulador esclareceu ainda que o descumprimento da resolução pode gerar sanções. A multa pode variar de R$ 4 mil a R$ 10 mil por infração.
Os passageiros que se sentirem prejudicados, segundo a Anac, devem procurar a Webjet ou a Gol para reivindicar seus direitos como consumidor. Além disso, o usuário poderá encaminhar à agência, aos órgãos de defesa do consumidor e ao Judiciário as tentativas de solução do problema para os quais a empresa não apresentar resultado.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Gasto de brasileiros no exterior é o maior em 15 meses
Mesmo com o alta do dólar neste ano, os gastos dos turistas brasileiros no exterior somaram US$ 2,087 bilhões em outubro e atingiram o maior patamar desde julho do ano passado (US$ 2,235 bilhões). Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira (22).
Em relação a setembro (US$ 1,703 bilhão), o aumento dos gastos foi foi de 22,55%. Já em relação a outubro do ano passado (US$ 1,730 bilhão), a alta foi de 20,64%.
O Brasil registrou em outubro um saldo negativo de US$ 5,4 bilhões em transações correntes, que são as operações do país com o exterior, incluindo gastos com viagens internacionais, entre outros, segundo o BC.
No ano, o saldo negativo é de US$ 39,6 bilhões, patamar ligeiramente inferior ao registrado no mesmo período de 2011 (US$ 39,8 bilhões). Nos 12 meses até outubro, o deficit é de US$ 52,2 bilhões, equivalente a 2,3% do PIB (Produto Interno Bruto).
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Ministério da Cultura lança editais para criadores e produtores negros
A ministra da Cultura, Marta Suplicy, lançou um pacote de editais no valor de R$ 9 milhões voltado a produtores e criadores negros em evento realizado nesta terça-feira (20), Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
A iniciativa é uma parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial (Seppir) e, segundo a ministra, faz parte de uma sequência de ações afirmativas que o MinC pretende promover em prol da igualdade racial.
“A parte mais forte e enraizada da nossa cultura vem da cultura africana. Nós temos que preservar isso e tornar mais visível”, disse Marta.
Além dos editais, a ministra também assinou a portaria 148/2012 que prevê um grupo de trabalho para a elaboração de um projeto para a construção do Museu Nacional Afro Brasileiro de Cultura e Memória.
Marta ainda discursou a favor de cotas raciais para negros. “Preconceito é negro não ter acesso. É ter talento e não poder expressar esse talento. Na hora em que se dá a oportunidade, se está exatamente quebrando a barreira do preconceito”.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Corinthians é o único que muda a grade da Globo, diz Gobbi após anúncio de patrocinador
O Corinthians oficializou o patrocínio de R$ 30 milhões por ano com a Caixa, em cerimônia no Museu do Futebol, no Pacaembu.
O acordo é até o fim de 2013, renovável por mais um ano. Pelo acordo serão R$ 30 milhões por ano, incluindo reajuste pelo IPCA, cujo contrato foi publicado na segunda-feira, no Diário Oficial. Para aparecer este ano, o banco estatal irá pagar R$ 1 milhão.
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■Corinthians vende espaço na camisa à Caixa por R$ 30 milhões anuais
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O acordo motivou um desabafo em tom de resposta do presidente Mário Gobbi: "Patrocínio não é lanche na padaria. Não vou vender a camisa pelo preço vil, porque o que queríamos era isso, e vencemos porque somos pessoas do bem. O Corinthians tem torcedores em todo o país, é maior que muita nação, é o único clube que está na TV aberta, é o único clube muda a grade da Rede Globo".
Ele criticou os que avaliavam o valor e a demora de oito meses para ter o espaço na camisa ocupado. "Tem matemático aqui para calcular o valor da camisa? 100, 200 milhões é pouco, e com outras parcerias vamos chegar aí. As pessoas tem de esperar e confiar no trabalho, um valor a altura do Corinthians demora, tem de se trabalhar. Ouço muito expert de marketing. Deus é pai, nos abençoou, a parceria não tem pai ou mãe, a Caixa escolheu o Corinthians, e que isto fique claro aqui".
Milton Pazzi Jr./Folhapress
Danilo, Mário Gobbi e Romarinho (da esq. para dir.) durante anúncio do novo patrocinador
José Henrique Marques da Cruz, vice-presidente de Atendimento Distribuição e Negócios da Caixa, procurou valorizar o alcance. "Esse contrato traz um viés de patrocínio, mas é mais que isso. É uma oportunidade para os dois, respaldado por estudos". A marca será exposta na camisa, mas a intenção é que o banco assuma as contas do clube, faça cartões de créditos e deve assumir a venda de ingressos.
"A Caixa não está chegando agora, já estamos desde o Pan 2007. Estamos entrando aos poucos no futebol, planos pilotos no ano passado, o retorno foi ótimo. O Corinthians é um, estaremos muito forte neste ciclo Copa e Olimpíada", disse Clauir Santos, diretor de marketing.
O acordo não envolve o estádio que está em construção em Itaquera, principalmente o nome dele. "Agora vamos trabalhar para ter e vender os demais espaços [calção, ombros e mangas] e chegar nos R$ 50 milhões que o Corinthians vale", completou o vice-presidente Luis Paulo Rosenberg.
MARKETING
O diretor de marketing do clube, Ivan Marques, afirmou que espera não mais 20 mil corintianos no Japão, mas 40 mil.
"Queremos levar um Pacaembu cheio para o Japão", disse o dirigente.
Segundo ele, 20 mil torcedores sairão do Brasil e outros da Europa e Ásia.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Há cerca de um ano não se ouve na TV brasileira um bordão tradicional nos programas esportivos: é o famoso “Alô você!”, de Fernando Vannucci. Figura constante nas telinhas, com passagens pela Globo e Bandeirantes, o apresentador de 61 anos acabou se afastando dos microfones após ser dispensado pela RedeTV! em 2011. Com a Copa do Mundo em solo brasileiro chegando, Vannucci admite ter saudade da profissão e já está pedindo espaço para voltar à ação. O último emprego do veterano apresentador foi na RedeTV!, emissora na qual passou por diversos programas esportivos. Em seus últimos momentos, Vannucci perdeu espaço e chegou a ser colocado nas madrugadas da grade. Em entrevista ao UOL Esporte, o mineiro de Uberaba contou sobre este período de afastamento, os planos para o futuro e afirmou que o caso de 2006, em que foi ao ar alterado após a final da Copa do Mundo, é coisa do passado. >> Galvão é xingado no retorno da Globo ao “ao vivo de verdade” do UFC >> Ceni corta seda sobre “Avenida Brasil” na TV e leva o troféu da semana >> Casagrande parabeniza Galvão Bueno por ‘aturar’ Arnaldo durante 25 anos “Estou longe da TV há um ano, mais ou menos. Eu dei um tempo. Foi um pouco isso e um pouco por festa parte do mercado, que está um pouco complicado”, explicou Vannucci, que atualmente se dedica a um portal que leva seu bordão no nome e se dedica aos esportes, principalmente. Apesar do pouco tempo de pausa,
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Festa do Flu tem cerveja no vestiário, goleiro separando briga e 'bronca' em presidente
Os mais de 35 mil torcedores do Fluminense presentes no estádio Engenhão no último domingo nem ligaram para a derrota por 2 a 0 para o Cruzeiro. A festa foi completa, com direito ao troféu de campeão brasileiro, volta olímpica e foto do pôster. Nos bastidores, porém, situações inusitadas não puderam ser presenciadas pelos tricolores: cerveja e pagode no vestiário, o goleiro Ricardo Berna separando uma briga e até mesmo uma 'bronca' no presidente do clube marcaram a comemoração.
Ainda no gramado, enquanto os jogadores erguiam o troféu do título brasileiro, dois fotógrafos se envolveram em uma áspera discussão, que acabou resultando em briga. Um dos profissionais teve a câmera jogada no chão e na troca de socos, o goleiro reserva do Fluminense tentou apartar e acalmar os ânimos. Sem sucesso, Berna deixou a pancadaria de lado e se concentrou em dar a volta olímpica com os companheiros, deixando o trabalho para policiais.
Veja Álbum de fotos
A celebração continuou firme e forte no vestiário, com direito a muita cerveja e pagode. Quem regia a cantoria era o meia Deco, dono dos instrumentos musicais que animaram a comemoração. O lateral esquerdo Carleto e o meia Thiago Neves também mostraram intimidade com a batucada. Na saída para a terceira parte da festa, membros da comissão técnica levaram algumas latinhas de cerveja que sobraram.
Outro momento inusitado foi a 'bronca' que o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, levou de seu filho mais velho, Peter Thomas. O mandatário tricolor foi cobrado por ter prometido que o primogênito poderia entrar no gramado para participar da festa e tocar na taça. Um desencontro, porém, fez com que os filhos do cartola não conseguissem integrar a comemoração, deixando o pequeno irritado e Siemsen 'sem graça'.
FLUMINENSE RECEBE A TAÇA DE CAMPEÃO E COMEMORA AO LADO DA TORCIDA
O técnico Abel Braga, como costuma fazer nas comemorações, deixou o estádio pouco depois do final da partida. O treinador tem o hábito de celebrar com os familiares em restaurantes do Leblon. Enquanto isso, muitos jogadores e suas esposas ficaram 'ilhados' no Engenhão. Com uma multidão de torcedores na saída para o estacionamento, a maioria só conseguiu partir para a churrascaria onde a festa prosseguiu quase duas horas depois do apito final.
No tradicional restaurante escolhido para as comemorações do Fluminense, o clima era de tranquilidade. Até mesmo um bolo foi providenciado e um parabéns foi cantado para a esposa do volante Jean, Mariana, que aniversariava.
Muitos jogadores ficaram na sala reservada, junto dos membros da diretoria, enquanto outros festejavam com familiares no salão ao lado. Fred, Rafael Sobis, Wagner, Diguinho, Diego Cavalieri, Wellington Nem, Samuel, Leandro Euzébio, Edinho, Kléver, Jean, Bruno, Thiago Carleto, Carlinhos e Ricardo Berna marcaram presença na churrascaria. O presidente da patrocinadora do clube, Celso Barros, também foi comemorar o título brasileiro.
domingo, 18 de novembro de 2012
BNDES amplia crédito para socorrer Estados e municípios
Com crescentes dificuldades de caixa, o governo petista passou a recorrer ao banco federal de fomento à produção para outra finalidade: socorrer Estados e municípios e intervir nos crescentes conflitos federativos.
Levantamento feito pela Folha mostra que, em menos de três anos, o volume de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) comprometido com governos regionais saltou de R$ 10 bilhões para mais de R$ 17 bilhões.
A tendência, a julgar pelas medidas recentes da área econômica, é de um crescimento ainda mais acelerado daqui para a frente. Só neste ano, foram criadas novas linhas de crédito cujo valor se aproxima dos R$ 30 bilhões.
E, no movimento mais inusitado, a gestão de Dilma Rousseff ofereceu neste mês aos governadores até R$ 129 bilhões em financiamentos do banco, nos próximos 16 anos, na tentativa de acordo em torno da nova proposta oficial de reforma tributária.
Pela proposta, o dinheiro do BNDES faria parte de um fundo de desenvolvimento regional, destinado a compensar Estados mais pobres prejudicados pela mudança a ser promovida na repartição da receita do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
HISTÓRICO
Em negociações anteriores do gênero, como no projeto de reforma de 2008, as perdas estaduais seriam integralmente cobertas com recursos da arrecadação de impostos da União.
Argumentava-se, na época, que o momento excepcionalmente favorável das contas do Tesouro Nacional viabilizaria a reforma. De lá para cá, a tese foi enterrada.
O agravamento da crise internacional tornou irrealistas as expectativas de receita do governo petista --nos últimos quatro anos, as metas fiscais foram descumpridas em três.
O BNDES, chamado a multiplicar seus desembolsos para o setor privado, também ganhou o papel de cobrir sucessivos buracos orçamentários no setor público.
A utilização heterodoxa do banco começou na recessão de 2009, quando a piora da arrecadação derrubou os repasses da União aos Estados e municípios. Na época, os governadores ganharam um volume "emergencial" de R$ 4 bilhões em empréstimos a juros favorecidos.
O atraso das obras para a Copa de 2014 levou o BNDES a financiar a reforma e a construção de estádios, na maior parte dos casos em parceria com os governos locais --R$ 400 milhões foram destinados, por exemplo, para a reforma do Maracanã.
Diante da escassez de investimentos em infraestrutura e da frustração das metas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), os governos Lula e Dilma autorizaram a ampliação da capacidade de endividamento dos governos regionais, que é monitorada por regras legais desde a década de 1990.
Foi o que permitiu, por exemplo, o lançamento neste ano de uma linha de R$ 20 bilhões para o financiamento de obras estaduais. São Paulo, por exemplo, tomou quase um décimo do montante para projetos de mobilidade urbana.
Outras operações têm motivação mais explicitamente política: Espírito Santo, Santa Catarina e Goiás ganharam direito a uma linha especial de crédito por terem sido derrotados na votação que impediu a concessão de benefícios fiscais para bens importados.
sábado, 17 de novembro de 2012
Alagoano supera 6 mil concorrentes e vence desafio de robô em olimpíada
A presidente Dilma Rousseff não conseguiu. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tampouco.
Darilton de Lima Pinheiro, um alagoano de 22 anos, sim.
Ele foi o único a vencer o duelo com a participação de um robô em um dos jogos da "Indústria do Futuro", exposição que integra a Olimpíada do Conhecimento, promovida pelo Senai no Anhembi (na zona norte de São Paulo).
A tarefa era conduzir uma pequena arruela por uma estrutura em forma de ziguezague --sem encostar na estrutura; o robô estava ali como parâmetro, não para ser batido: ele fazia o circuito sem errar e mais rápido.
Sergio Amaral/Divulgação
O instrutor do Senai em Alagoas Darilton de Lima Pinheiro, 22, com a réplica do robô Kuka KR-16 que ganhou de prêmio
Cerca de 6.000 candidatos falharam, segundo os organizadores, entre os quais Dilma e Alckmin (eles foram à abertura do evento, que começou segunda e vai até amanhã).
O difícil, diz Darilton, nem foi ter mão firme para evitar que a arruela encostasse na estrutura, mas sim ignorar a música tensa e as dezenas de espectadores a "secá-lo".
"Tive tranquilidade e calma", diz o rapaz, que só soube que Dilma e Alckmin haviam fracassado depois.
Instrutor do Senai em Alagoas e primeiranista de engenharia mecânica em uma faculdade particular de Maceió, ele participou da Olimpíada como observador, em sua segunda visita a São Paulo --a primeira havia sido no início do ano, em um treinamento.
Como prêmio pelo feito, Darilton ganhou uma réplica em tamanho reduzido do robô Kuka KR-16, usado, entre outros, nas indústrias plástica e automotiva.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Infraero deve ter verba recorde do Tesouro para garantir Copa
Pressionado pelo atraso dos investimentos, o governo Dilma Rousseff programou para o próximo ano uma injeção recorde de dinheiro do Tesouro Nacional na Infraero, a estatal que administra os aeroportos federais.
Viracopos estuda usar dutos para abastecer avião
O detalhamento do projeto orçamentário em análise no Congresso mostra que, ao todo, a empresa deverá receber R$ 1,7 bilhão, principalmente para obras a serem concluídas até a Copa do Mundo de 2014.
Trata-se de um valor 120% superior, já descontada a inflação, ao último grande aporte de recursos à estatal -R$ 565 milhões em 2007, quando o setor aéreo vivia uma crise provocada por uma sequência de acidentes e conflitos entre governo, militares e controladores de voo.
Segundo a Infraero, o valor previsto se deve à perda de capacidade de investimento da empresa após a concessão à iniciativa privada de três dos seus principais aeroportos -os de Guarulhos, Campinas e Brasília, que respondiam por quase 40% das receitas totais da estatal.
Neste ano, os projetos de ampliação e reforma dos terminais caminham a passos lentos. De R$ 2 bilhões programados até dezembro, apenas R$ 590 milhões haviam sido gastos até agosto.
OBRAS DA COPA
Sem o dinheiro da União, não seria possível seguir com o programa que prevê obras em 21 aeroportos nos próximos anos. Só com as novas unidades em sedes da Copa, há R$ 2,3 bilhões a gastar.
A maior parte do dinheiro a ser injetado na Infraero virá dos pagamentos feitos ao governo pelos consórcios vencedores da disputa pela concessão de aeroportos.
Pelas contas feitas após o leilão, realizado em fevereiro, os consórcios deverão pagar à União ao fim do primeiro ano de contrato cerca de R$ 1,2 bilhão.
Editoria de arte/Folhapress
Segundo o Orçamento, R$ 1 bilhão dessa fonte será usado para ampliar a participação da União na Infraero. Pelas intenções originais, a receita das concessões não deveria ser inteiramente gasta com a estatal.
Parte do dinheiro iria para um plano de aviação regional, voltado para aeroportos de menor porte administrados por Estados e municípios. Esse plano, porém, acabou não sendo anunciado em março, como se esperava.
Mas, além de bancar as obras da empresa, os recursos do Tesouro serão aplicados nos aeroportos concedidos ao setor privado. A Infraero receberá R$ 300 milhões para depositar sua parte no capital das sociedades que administrarão Guarulhos, Campinas e Brasília.
Pelo modelo da concessão, a estatal tem 49% de participação nessas sociedades -cerca de R$ 600 milhões a serem aportados em dois anos, a começar deste.
Esse capital será usado para investimentos, principalmente no início dos empreendimentos. Se a Infraero não cumprir o compromisso com os sócios, terá reduzida a sua participação na sociedade e a sua influência na administração dos aeroportos.
APORTE VISA EVITAR CAOS AÉREO
Ao injetar recursos na estatal que administra aeroportos, o governo quer assegurar a continuidade de obras de melhoria em terminais considerados estratégicos.
Isso deverá garantir serviços de mais qualidade e conforto aos passageiros.
Além disso, com a realização de grandes eventos esportivos nos próximos anos, a ampliação dos terminais é necessária para acomodar um fluxo maior de viajantes sem provocar caos no setor aéreo.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Brasil
O narrado Galvão Bueno voltou com a corda toda ao futebol da TV Globo. Após narrar partidas do São Paulo na Copa Sul-Americana e a “final” do Campeonato Brasileiro entre Palmeiras e Fluminense, ele comandou a transmissão do 1 a 1 entre Brasil e Colômbia, na última quarta-feira, nos Estados Unidos. E, para delírio dos fãs (e também dos que gostam apenas de tirar sarro do narrador), Galvão ressuscitou um de seus mais famosos bordões.
Ao citar que os colombianos eram comandados por um técnico argentino (Jose Pekerman), o global comparou o estilo de jogo da seleção cafetera ao dos hermanos. “Já que o técnico deles é argentino, foi um legítimo toco y me voy“, disse Galvão, após um lance em que os jogadores da Colômbia fizeram uma série de tabelas.
A expressão é uma das mais famosas do narrador, ao lado de “ganhar é bom, mas ganhar da Argentina é muito melhor”. Ele também disse que o Brasil jogou no toco y me voy no lance do pênalti marcardo por Armero em Daniel Alves, no qual o lateral brasileiro invadiu a área tabelando com Neymar.
Galvão também se destacou ao reclamar do excesso de nomes compostos na seleção brasileira durante o amistoso. A defesa, por exemplo, foi formada por Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e Leandro Castán, além do goleiro Diego Alves – no segundo tempo, entrou o lateral esquerdo Fábio Santos. No decorrer do amistoso, o narrador começou a chamar os atletas apenas pelo nome ou sobrenome, para não ficar parecendo “dupla sertaneja”. Ele também recordou os tempos em que os jogadores brasileiros usavam quase que exclusivamente apelidos.
“Os nomes estão muito grandes, atrapalha o narrador, cansa a voz. Vou começar a falar só Thiago (Neves), David (Luiz), Daniel (Alves), senão fica todo mundo com nome de cantor sertanejo”, disse Galvão, que completou: “Bom era o tempo em que tinha Pelé, Pepe, Zico, Vavá… Era muito mais fácil para os narradores”.
Arnaldo discorda
Durante a transmissão de Brasil x Colômbia, Galvão Bueno também criticou bastante o árbitro norte-americano Mark Geiger. Segundo o narrador, ele deixou de marcar uma série de faltas, principalmente nos jogadores brasileiros. Ao pedir a opinião do comentarista de arbitragem Arnaldo Cézar Coelho, porém, Galvão não ouviu a resposta que queria.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Ibope é condenado a ressarcir Record por erro em medição
guerra entre a Record e o Ibope ganhou um capítulo judicial.
A Folha teve acesso a sentença do dia 23 de outubro, que ainda aguarda publicação, em que o juiz César Augusto Vieira Macedo, da 32ª Vara Cível de São Paulo, condena o Ibope a ressarcir a Rede Record no valor de R$ 326 mil por uma falha técnica no serviço de medição de audiência em tempo real em junho deste ano.
É a primeira vez que o instituto que afere audiência no país é condenado a indenizar um cliente. Cabe recurso.
Em reportagem publicada pela Folha no dia 19 de junho, o Ibope reconheceu uma falha na medição minuto a minuto, também conhecida como "real time".
O instituto informou aos assinantes do serviço que seria realizado um ajuste na divulgação dos resultados do serviço "real time".
O erro se deveu ao fato de que os dados de HD ("high definition") do SBT não estavam sendo somados à estatística total do SBT.
Após receber o comunicado do Ibope sobre a falha, a Rede Record ingressou com uma ação, no dia 21 de junho, contra o instituto, requerendo ressarcimento material e a declaração de nulidade de cláusula contratual.
A emissora alegou na ação a existência de vícios na prestação dos serviços contratados e erros nos dados fornecidos pelo Ibope.
Segundo a ação, a falha acarretou graves problemas para o canal, com respeito à definição de estratégia de programação e outros, decorrentes dessa estratégia.
É uma prática comum em televisão a utilização da medição de audiência em tempo real para guiar programas ao vivo.
É com base nos dados minuto a minuto, por exemplo, que se determina se um apresentador adiará o intervalo comercial ou se esticará mais uma atracão que esteja indo bem em audiência.
Devido à falha técnica do Ibope, a Record exigiu, na ação, o ressarcimento do valor pago pela assinatura do serviço de "real time" no período de 1º de janeiro a 12 de junho, além de uma indenização por danos morais.
Na sentença, o juiz nega o pedido de danos morais, mas condena o Ibope a ressarcir a emissora no período estipulado pela emissora.
CONTRATO
Em sua defesta, o Ibope afirmou que os números de audiência "real time" são dados provisório, sujeitos a alterações, não devendo, portanto, servir para orientar a programação das emissoras.
O contrato do instituto com seus clientes tem uma cláusula que estabelece que o Ibope não se responsabiliza pelo dados do serviço de medição minuto a minuto.
Na sentença, o juiz declara a nulidade da cláusula do " real time" e diz que o "o envio com vício destas informações acarreta mudança nos planos da emissora".
Procurada, a Record não se pronunciou sobre o assunto. O Ibope diz que ainda não foi notificado da decisão e por isso não vai se pronunciar sobre o caso.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Mercadante: percentual de negros inscritos no Enem se aproxima da presença desse grupo na população
ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta terça-feira (30) que o número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012 que se declararam pretos, pardos e indígenas, e portanto, são contemplados pela política de cotas, não surpreende por estar “bem próximo à sua presença relativa na população”. De acordo com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão do MEC (Ministério da Educação) responsável pelo exame, dos mais de 5,7 milhões de participantes da edição deste ano, 2,4 milhões se declararam pardos; 694 mil, pretos e 35 mil, indígenas.
“[Essa parcela de brasileiros] representa, em média, 52% da população, então a inscrição no Enem, em que eles totalizam 54%, está muito próximo”, disse o ministro. Segundo ele, um dado “que deveria surpreender” é que há dez anos apenas 4% dos negros, que são 51% da população, tinham curso superior. Hoje o índice está chegando a 19%.
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“Temos que continuar trabalhando para que eles [os negros] tenham nas universidades o mesmo peso que têm na sociedade. O mesmo vale para os mais pobres. Há dez anos só 0,5% dos 20% mais pobres estava estudando ou tinha curso superior e hoje já aumentamos oito vezes, são 4,2%. Só que entre os 20% mais ricos são 47% com diploma superior. Esta é a origem da verdadeira desigualdade no Brasil: o acesso à educação”, disse, após participar da abertura de um seminário sobre os desafios da educação no Brasil, no CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos), em Brasília.
Mercadante lembrou que a Lei de Cotas, cuja regulamentação foi publicada há duas semanas, é uma política para os próximos dez anos, com o objetivo de estimular o acesso desse grupo de brasileiros às melhores universidades do país. A nova lei obriga instituições federais de ensino superior a destinar progressivamente uma parte das vagas para estudantes que frequentaram todo o ensino médio em escolas públicas. O objetivo do governo é atingir o índice de 50% das vagas em quatro anos. A distribuição por raças é um dos recortes previstos na legislação. Os novos critérios terão de ser incluídos nas regras de seleção para universidades públicas por meio do Enem
Mulheres
O ministro da Educação também comentou o fato de a maioria dos participantes do Enem 2012, que tem recorde de inscrições e participações confirmadas, ser composta por mulheres. As brasileiras respondem por 59% das inscrições, com 3,4 milhões, enquanto os homens somam 2,3 milhões (41%).
“Todos os dados mostram que as mulheres estão estudando cada vez mais e ocupando cargos cada vez mais importantes. Elas têm níveis de escolaridade maiores que os homens. Isso é muito forte no Brasil e também uma tendência mundial”, destacou.
Mercadante voltou a tranquilizar os candidatos reafirmando a segurança das provas, que segundo ele estão “muito bem guardadas”, e garantiu que “tudo está ocorrendo dentro do planejado”.
“Vamos percorrer mais de 400 mil quilômetros para que todas as provas estejam no dia do exame nas escolas onde têm que estar. Os alunos podem ficar tranquilos. Esperamos que não haja nenhum incidente”, ressaltou, acrescentando que o Enem 2012 conta com a participação de mais de 400 mil fiscais.
Redações
O ministro da Educação também demonstrou otimismo em relação aos novos critérios de avaliação das redações. A nota será composta pelo desempenho em cinco competências específicas, entre elas o conhecimento da norma culta padrão da língua escrita e a compreensão da proposta de redação. Além disso, cada texto será avaliado por dois professores de forma independente. Caso haja diferença superior a 80 pontos em qualquer competência ou maior que 200 pontos no total, a prova será reavaliada por um terceiro corretor. Persistindo as discrepâncias, uma banca avaliadora dará a nota final. A outra inovação é que os candidatos terão acesso às correções em um prazo que será informado após o processo de avaliação.
Mercadante destacou que os alunos devem conhecer previamente o caminho que farão para chegar aos locais das provas e ficar atentos ao horário de aplicação dos exames.
As provas do Enem serão realizadas em 1,6 mil municípios de todo o país no próximo fim de semana (3 e 4 de novembro). Os portões de acesso serão abertos às 12h e fechados às 13h. O MEC recomenda que todos os participantes compareçam ao local de realização das provas até as 12h, de acordo com o horário oficial de Brasília.
O Enem é composto por quatro provas objetivas, com 45 questões cada, e uma redação. No sábado serão aplicadas as avaliações de ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias; e no domingo, as de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e matemática e suas tecnologias.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Quase três em cada dez eleitores de SP não participaram da escolha do novo prefeito
O domingo ensolarado do segundo turno da eleição paulistana registrou dois recordes: o maior índice de abstenções desde a introdução da urna eletrônica, em 1996, e de dia mais quente do ano, chegando a 35,3º às 16h.
Somando abstenções e eleitores que votaram em branco ou anularam o voto, mais de dois milhões e meio dos eleitores aptos (29,3%) não participaram da decisão do novo prefeito de São Paulo. O recorde anterior num segundo turno foi em 1996, com 24,6% dos eleitores paulistanos. O índice atual é maior que o de 28,9% dos eleitores que se abstiveram ou não votaram em ninguém no primeiro turno deste ano.
Embora tenham caído os votos em brancos e nulos, as abstenções aumentaram. De 18,5% no primeiro turno, elas passaram para 20% da mesma base de eleitores ontem. "Esse número não é irrelevante e ainda será objeto de muitas análises", afirmou o juiz Henrique Harris Júnior, da 1ª Zona Eleitoral e responsável pela eleição na capital, observando que muitos eleitores de candidatos que ficaram fora da final podem ter
domingo, 28 de outubro de 2012
Votação foi encerrada às 17h de Brasília em 35 dos 50 municípios com segundo turno
A votação das eleições municipais foi encerrada às 17h, segundo o horário oficial de Brasília, em 35 das 50 cidades que voltaram às urnas hoje (28). De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor que já aguardava na fila antes do encerramento poderá votar.
Em dez cidades, a votação só será encerrada daqui a uma hora, porque não estão no horário de verão.
Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS) estão no horário de verão, mas também encerrarão a votação daqui a uma hora, porque estão em fuso horário diferente.
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No caso de Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e Manaus (AM), que estão em um fuso horário diferente do de Brasília e não têm horário de verão, a votação só será finalizada daqui a duas horas, às 19h, tomando por base o horário oficial de Brasília.
A apuração começa imediatamente nos locais onde a votação terminou, e os primeiros resultados podem sair a qualquer momento.
Em todo o país, 31,7 milhões de brasileiros voltaram às urnas hoje nos 50 municípios onde ocorre segundo turno na disputa pelas prefeituras.
sábado, 27 de outubro de 2012
Petrobras lucra R$ 5,6 bilhões no 3º trimestre, resultado abaixo da expectativa
Após registrar seu primeiro prejuízo em 13 anos no trimestre passado, a Petrobras voltou a lucrar entre julho e setembro deste ano. O lucro líquido foi de R$ 5,567 bilhões no período, resultado abaixo da espectativa de R$ 8 bilhões do mercado.
O lucro líquido do trimestre passado foi 12% menor que o do mesmo período de 2011 (R$ 6,336 bilhões), mas a estatal se recuperou do prejuízo de R$ 1,346 bilhão do segundo trimestre deste ano --primeiro resultado negativo desde 1999.
Na ocasião, gastos com poços secos e a variação cambial do período levaram a empresa ao resultado negativo.
Daniel Marenco/Folhapress
Logo da Petrobras, que teve lucro de R$ 5,6 bi no 3º trimestre
No balanço atual, a Petrobras informou que contribuíram para o resultado os reajustes no preço da gasolina e do diesel, ocorridos em junho e julho, e destacou o menor gasto com poços secos ou subcomerciais e melhorias dos indicadores operacionais de sua área de refino de combustível.
Diferentemente do que ocorreu no trimestre anterior, a companhia informou que seu resultado não sofreu grande impacto das variações cambiais.
"A reversão do resultado do trimestre anterior está relacionada aos reajustes nos preços da gasolina e do diesel, realizados em junho e julho, ao aumento da produção de diesel em nossas refinarias, aos menores gastos com poços secos ou subcomerciais e à estabilidade cambial", disse a presidente da Petrobras, Graça Foster, no balanço.
No acumulado do ano, o lucro é de R$ 13,4 bilhões --queda de 52% na comparação com o mesmo período de 2011 (R$ 28,2 bilhões).
RECEITAS E EBTIDA
O reajuste dos combustíveis fez a receita de vendas da petroleira atingir R$ 73,793 bilhões no terceiro trimestre, alta de 16% em relação a igual período de 2011. Na comparação com o período imediatamente anterior, houve alta de 8,4%.
No acumulado de janeiro a setembro, a receita atingiu R$ 207,9 bilhões, aumento de 16% na comparação com o mesmo período de 2011.
O Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) no terceiro trimestre de 2012 foi de R$ 14,375 bilhões, resultado 36% superior ao do trimestre passado (10,599 bilhões) e 12,5% inferior ao do terceiro trimestre de 2011 (R$ 16,429 bilhões).
No acumulado de 2012, o Ebitda é de R$ 41,495 bilhões --14% menor que os R$ 48,194 bilhões do ano passado.
PRODUÇÃO DE ÓLEO E GÁS
A produção total de óleo e gás natural caiu 2,17% no trimestre passado em relação ao segundo (de 2,579 milhões de barris por dia para 2,523 milhões) e 2,24% em relação ao terceiro trimestre do ano passado (2,581 milhões de barris por dia).
De acordo com a Petrobras, a queda na produção ocorreu devido a paradas programadas para manutenção em parte de seus sistemas de produção. Não foi detalhado, contudo, quais foram os sistemas que tiveram de parar, nem o tempo de interrupção dos trabalhos.
À despeito das paradas, a empresa destacou que iniciou a produção no campo de Chinook, localizado em águas profundas do Golfo do México, nos Estados Unidos, e no campo de Baleia Azul, no pré-sal da Bacia de Campos (RJ).
No acumulado do ano, a produção caiu de 2,605 milhões em 2011 para 2,592 milhões em 2012.
PERSPECTIVAS DO TRIMESTRE
Em relatório que acompanhou o balanço, a empresa destacou que, "embora os resultados tenham sido até certo ponto melhores", a companhia persiste "trabalhando com determinação e foco na recuperação da rentabilidade", empenhada em melhorar o desempenho.
A companhia também mencionou a queda da produção de óleo, "devido a paradas operacionais por prazos mais longos do que o planejado, especialmente em setembro". Mas ressaltou que "essas paradas são fundamentais para garantir a segurança operacional e o retorno sustentável da produção."
Quanto ao o lucro líquido de R$ 5.567 milhões, a Petrobras destacou "a estabilidade cambial, que não impactou de forma relevante o resultado financeiro líquido, além das menores baixas de poços secos ou subcomerciais e dos reajustes nos preços da gasolina e diesel."
REAJUSTE DOS COMBUSTÍVEIS
O mercado avalia agora se o desempenho da Petrobras neste trimestre, mesmo aquém da expectativa, pode aliviar as pressões pelo reajuste no preço da gasolina e do diesel.
A presidente da Petrobras, Graça Foster, chegou a afirmar que um reajuste "certamente virá". Para ela, a necessidade de aumento é de "longo prazo" e não há uma "definição de curto prazo". Segundo a presidente da estatal, desde que começou em 2002, a política de alinhar os preços internos ao mercado internacional apenas no longo prazo não causou prejuízos à Petrobras.
A equipe econômica do governo federal trabalhava com a hipótese de um novo reajuste nos combustíveis neste ano, mas decidiu reavaliá-lo depois que a inflação começou a subir no segundo semestre devido ao choque de preços de alimento.
IMPACTO NA INFLAÇÃO
Se atendida a expectativa da Petrobras, de aumento de 10% nos preços, o impacto na inflação seria de 0,30 ponto percentual.
Em 2013, o governo espera que as pressões inflacionárias sejam menores.
O último aumento no preço dos combustíveis --de 7,83% da gasolina e de 3,94% do diesel-- aconteceu no fim de junho deste ano. Os reajustes não foram repassados ao consumidor porque o governo, ao mesmo tempo, zerou a Cide (contribuição que incide sobre os combustíveis).
RECEITAS
O reajuste dos combustíveis fez a receita de vendas da petroleira atingir R$ 73,793 bilhões no terceiro trimestre, alta de 16% em relação a igual período de 2011. Na comparação com o período imediatamente anterior, houve alta de 8,4%.
No acumulado de janeiro a setembro, a receita atingiu R$ 207,9 bilhões, aumento de 16% na comparação com o mesmo período de 2011.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Brasil pressiona EUA para remover subsídios ao algodão até 2013
Brasil está pressionando os Estados Unidos para que removam, até o fim do ano ou o mais tardar no início do ano que vem, os seus subsídios ao algodão presentes na lei agrícola, que está sendo discutida no Congresso americano.
O embaixador brasileiro na Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, se reuniu em Washington com representantes dos departamentos de Agricultura e Comércio Exterior dos EUA e apresentou as partes que o Brasil considera mais problemáticas nos programas de ajuda aos produtores.
Em um evento na capital americana nesta quinta-feira, o embaixador não quis revelar exatamente os itens que foram discutidos e disse apenas que as conclusões foram tiradas de modelos econométricos executados pelo Brasil.
Ele enfatizou que a conversa foi "qualitativa" e que o Brasil não está querendo fazer um "microgerenciamento" da lei agrícola americana. Mas disse que "neste momento, estamos prontos para discutir questões específicas, tão específicas quanto for necessário".
A formulação da nova lei agrícola americana é de soberania do Congresso, mas pesando sobre a cabeça dos legisladores está uma ameaça de retaliação por parte do Brasil, autorizada em 2009 pela OMC.
Em uma decisão rara, a OMC julgou que as retaliações no valor de US$ 829 milhões podem atingir produtos não só agrícolas, mas bens de outros setores e propriedade intelectual.
Mas a ação está suspensa desde 2010 por conta de um memorando de entendimento entre os dois países.
Pelo acordo, os EUA pagam US$ 147,3 milhões anuais ao Brasil - que reinveste parte do dinheiro em projetos de algodão na África - e as sanções ficam postergadas até que os americanos cheguem a uma fórmula para sua nova legislação agrícola.
Incertezas
Entretanto, o Congresso não consegue chegar a uma fórmula para a lei, que deveria ter começado a valer no fim de setembro.
As duas principais propostas em tramitação, da Câmara e do Senado, ainda mantém distorções consideradas pelo Brasil "grandes demais", inclusive maiores que no cenário atual.
Durante as suas gestões em Washington, Roberto Azevêdo brasileiro transmitiu aos colegas americanos que o Brasil não rejeita a estrutura do programa de ajuda americano - os empréstimos subsidiados ou os programas de seguro de colheita, por exemplo.
"O que me deixa perplexo é o grau de incerteza", queixou-se o representante brasileiro. A nova lei, disse, "poderia acontecer em algumas semanas ou levar meses. E eu não quero dizer um ou dois, mas muitos".
"Negocio há muitos anos e nunca estive em negociações como estas, em que você não sabe com quem negociar", desabafou.
Sanções
O memorando de entendimento entre Brasil e EUA não estabelece uma data para expirar. O acordo é válido "no curto prazo", sendo este prazo algo que as duas partes preferiram não definir.
Se nenhuma solução for alcançada até o início de 2013, o embaixador disse que "não tem instruções" sobre como agir.
A uma plateia de associações de empresários do setor e legisladores americanos nesta quinta-feira, o embaixador disse que o país não deseja aplicar sanções, mas pode acabar ficando sem opções.
"Desde o primeiro dia, dissemos que não queremos aplicar retaliações. Não é a tradição brasileira, não é algo que o setor privado quer, não é algo que o governo quer. Ninguém quer", afirmou.
"Ninguém está pedindo isso, mas essa é a única solução, o que vamos fazer? É a única maneira de passar a mensagem de que nos preocupamos com o sistema (de solução de controvérsias da OMC) e com nossos setores que estão sendo prejudicados."
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Havana reduz restrições à volta de cubanos que fugiram do país
regime em Havana anunciou nesta quarta-feira (25) novas medidas migratórias que favorecem visitas ao país de cubanos que fugiram da Ilha, como médicos e atletas que abandonaram missões no estrangeiro a partir dos anos 1990.
"Vamos normalizar a entrada temporária no país dos cidadãos que emigraram ilegalmente após os acordos migratórios de 1994 (com os Estados Unidos)", anunciou o secretário do Conselho de Estado, Homero Acosta, em entrevista na TV estatal.
As medidas envolvem "profissionais de saúde e esportistas de alto rendimento que abandonaram missões, evitaram seu regresso ou saíram ilegalmente do país após 1990, se o fato ocorreu há mais de oito anos", disse Acosta.
O funcionário destacou que "a medida não se aplica a quem saiu através da ilegal Base Naval de Guantánamo, por razões de defesa e segurança nacional".
Acosta também anunciou o favorecimento de visitas "dos que saíram do país de forma ilegal e que pretendem retornar por razões humanitárias, para ajudar parentes incapazes em Cuba ou outros motivos fundamentados".
O governo prevê ainda "regularizar visitas ao país de cidadãos cubanos que emigraram ilegalmente quando eram menores de 16 anos", e neste caso não há exigência sobre o espaço de oito anos.
Ao menos dois milhões de cubanos emigraram para 150 países desde 1959, quando Fidel Castro chegou ao poder, a grande maioria vive nos Estados Unidos.
No dia 16 de outubro passado, Havana anunciou uma reforma de sua política migratória que eliminará, a partir de 14 de janeiro de 2013, a exigência de autorização de saída e da carta de convite, duas das principais restrições em vigor há décadas na Ilha.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Governo prorroga redução do IPI para carros até o fim do ano
A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta quarta-feira (24) a prorrogação até o fim de dezembro da redução das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de automóveis --que terminaria no final do mês-- até 31 de dezembro deste ano. A medida tem como objetivo estimular as vendas no fim do ano e ajudar a reduzir os estoques do setor.
Durante cerimônia de abertura do Salão do Automóvel em São Paulo a presidente fez uma ampla defesa do novo regime automotivo, o Inovar-Auto.
"Nós queremos gerar tecnologia, porque o nosso país tem um desafio e chama-se o desafio da produção, e produzir vai significar para o nosso país ter uma imensa capacidade de inovar", disse a presidente.
A presidente afirmou que o país vai continuar a importar carros, mas o novo regime automotivo vai reduzir o peso dessa importação.
Prorrogação já era esperada
Nas últimas semanas, já se comentava sobre a possibilidade da prorrogação da redução do imposto. Mesmo apresentando melhora na produção-- a indústria subiu 1,5% em agosto frente a julho, segundo o IBGE --, alguns segmentos industriais, incluindo o setor automotivo, ainda estão com estoques excessivos.
A avaliação da área técnica do governo é que o estímulo ao setor automotivo beneficia um segmento amplo do setor industrial, considerando que a fabricação de veículos automotores como um todo responde por quase 20% do setor industrial.
A redução do IPI para veículos foi anunciada em 21 de maio com validade até o fim de agosto. Na ocasião, foi reduzida de 7% para zero a alíquota do imposto para veículos de até mil cilindradas, de 13% para 6,5% a alíquota dos veículos entre mil e duas mil cilindradas, e de 4% para 1% para comerciais leves.
No final de agosto o governo optou por manter o benefício até o próximo dia 31. Agora, fica até o final do ano.
Novo regime automotivo
Em janeiro, entra em vigor o novo regime automotivo que estabelece crédito presumido de IPI de até 30 pontos percentuais para os fabricantes de veículos que fizerem investimentos em pesquisa e desenvolvimento e que se comprometerem a fabricar veículos com maior eficiência energética.
Linha branca e móveis
Com a permanência do IPI baixo para veículos em novembro e dezembro, o governo deve adiar para os últimos dias de 2012 a decisão sobre a permanência em 2013 de todos os IPIs baixos que estão em vigor.
Além de veículos, continua reduzido até o fim de dezembro o IPI dos produtos da linha branca, móveis e luminárias.
Na linha branca foram reduzidas as seguintes alíquotas: de 4% para zero para fogões; de 10% para zero para tanquinhos; de 15% para 5% para refrigeradores; e de 20% para 10% para máquinas de lavar.
No segmento de móveis, a alíquota normal de 5 por cento foi rebaixada para zero. Para luminárias o IPI de 15 por cento foi temporariamente reduzido para 5%.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Lucro do Itaú cai quase 5% e fecha em R$ 3,4 bilhões no 3º trimestre
O Itaú Unibanco divulgou nesta terça-feira (23) lucro recorrente de R$ 3,412 bilhões no terceiro trimestre, queda de 13,4% contra igual etapa de 2011 (R$ 3,940 bilhões) e de quase 5% quando comparado ao segundo trimestre deste ano (R$ 3,585 bilhões).
O resultado ficou abaixo da previsão média de analistas de ganho nessa base de R$ 3,480 bilhões para o Itaú entre julho e setembro, segundo pesquisa da agência de notícias Reuters.
O lucro contábil trimestral, que serve de base para o cálculo de dividendos, foi de R$ 3,372 bilhões, redução de 11,4% na comparação anual e alta de 2,1% na trimestral. De janeiro a setembro, o Itaú acumula lucro de R$ 10,102 bilhões. No mesmo período do ano passado, o acumulado era de R$ 10,940 bilhões.
A carteira de crédito do maior banco privado do país estava em R$ 417,603 bilhões no fim de setembro, avanço de 9,3% em 12 meses e de apenas 1% no trimestre.
Os destaques positivos foram os empréstimos a grandes empresas e para o financiamento de imóveis, enquanto a carteira de veículos teve retração na base anual.
Inadimplência
A inadimplência para débitos com atraso acima de 90 dias ficou em 5,1% em setembro, acima dos 4,7% um ano antes e queda de 0,1 ponto percentual na comparação com junho de 2012.
As provisões para maus pagadores somaram R$ 5,939 bilhões de julho a setembro, alta de quase 20% sobre um ano antes e ligeira queda de 0,8% sobre o segundo trimestre deste ano.
"Esse nível de provisionamento é atribuído, principalmente, à alta inadimplência verificada nas carteiras de veículos e ao aumento de volume das carteiras de crédito pessoal", informou o banco.
O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado, importante indicador da rentabilidade de bancos, foi de 17,5% no terceiro trimestre quando considerado o resultado líquido. O índice, com base no resultado recorrente, foi de 17,7%.
O Itaú terminou setembro com R$ 960,216 bilhões em ativos totais, alta de 14,7% em um ano.
Ganho extra no 4º trimestre
O Itaú também anunciou nesta manhã a venda de 16,14% da participação que tinha na empresa de informações de crédito Serasa para o grupo britânico Experian por R$ 1,7 bilhão em dinheiro.
O banco espera um impacto positivo antes de impostos em seu resultado do quarto trimestre de R$ 1,5 bilhão, segundo fato relevante.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Atlético-MG mostra dependência do garçom Ronaldinho para tentar alcançar líder Flu
Decisivo diante do Fluminense, na vitória do Atlético-MG por 3 a 2 neste domingo, Ronaldinho Gaúcho se torna a grande aposta dos mineiros para tirar os seis pontos de diferença para o líder. O meia-atacante cresceu no segundo turno da competição e se tornou o "garçom" do time.
Com duas assistências diante dos cariocas, o jogador chegou a 14 passes decisivos para gol, se tornando o principal “assistente” do Brasileiro. O desempenho fez o Atlético-MG superar o péssimo mês de setembro, quando teve apenas nove pontos em 24 disputados.
A boa fase do camisa 49 dá motivação extra para tentar o título nos últimos seis jogos do campeonato.“Volto a acreditar mais do que nunca no sonho, diferença ficou mais curta, isso me deixa feliz, temos um período curto para trabalhar contra o Flamengo, se eles derem uma tropeçada a gente vai conseguir chegar”, disse Ronaldinho Gaúcho.
Veja Álbum de fotos
O próximo jogo do Atlético-MG será contra o Flamengo, no Independência, mas só acontecerá no dia 31. E é, neste estádio, que o Ronaldinho tem se destacado. Diante do seu torcedor, onze dos 14 passes diretos para gol do atleta saíram no gramado em Belo Horizonte.
CLASSIFICAÇÃO DO CAMP. BRASILEIRO
TIME PONTOS
1. Fluminense 69
2. Atlético-MG 63
3. Grêmio 59
4. São Paulo 55
5. Vasco 50
VEJA A CLASSIFICAÇÃO COMPLETA DO TORNEIO
O técnico Cuca reconhece que o Galo atingiu patamar diferente desde a chegada de Ronaldinho Gaúcho em junho. O treinador não esconde a “dependência” do time em relação ao seu ‘maestro’. “Não tenho dúvida que o Atlético depois da chegada dele é outro time, atingiu outro patamar”, salientou.
“O torcedor me xingava muito antes da chegada dele, em uma cobrança de falta, de escanteio, gritava, você não treina falta? Hoje treino muito menos do que treinava, porque ele bate, não preciso treinar o Ronaldinho para bater falta, escanteio”, comentou o treinador atleticano.
“Depois da chegada dele a gente engrandeceu muito em todos os sentidos, principalmente dentro de campo, é uma referência, um ídolo e se dedicou, doou, correu, a gente está muito contente e feliz”, acrescentou Cuca.
O atacante Jô, parceiro inseparável de Ronaldinho Gaúcho não esconde a importância do atleta. “É o principal nome do Brasileiro, ele tem sido decisivo, é fácil jogar com ele, jogador que não tem nem o que comentar, é um craque e sorte nossa de ter ele no nosso time”, observou o centroavante, autor de dois gols diante do Fluminense.
sábado, 20 de outubro de 2012
Último capítulo de "Avenida Brasil" tem 50,9 de Ibope e é maior audiência da TV no ano
O último capítulo de “Avenida Brasil”, nesta sexta-feira (19), atinge 50,9 pontos de audiência com pico de 53,8 e share de 72% (participação no total de televisores ligados) , tem recorde de audiência na trama e maior audiência do ano. Os dados obtidos pelo UOL são prévios e cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande São Paulo.
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Em "Av. Brasil", Santiago entra na trama no meio e sai antes do fim sem destino definido
O episódio não bateu a marca da novela das nove “A Favorita” (2009), que terminou com 55 pontos, e ficou 5,9 pontos a frente de sua antecessora “Fina Estampa” (2011), que teve 45 pontos.
A trama de João Emanuel Carneiro bateu o seu primeiro recorde em 8 de outubro com 49 pontos no Ibope e 73% de share em capítulo que Tufão (Murillo Benício) desmascara Carminha (Adriana Esteves) e a expulsa da mansão.
De acordo com os dados informados pela Globo, o capítulo ultrapassou a final da Libertadores, disputada entre Corinthians e Boca Juniors, se tornando a melhor audiência da emissora em 2012. A final do torneio, transmitida no dia 4 de julho, marcou 48 pontos no Ibope.
Já o penúltimo capítulo desta quinta (18) obteve 48 pontos de média no Ibope com pico de 52 e share de 68%, dois pontos a mais que sua antecessora, que contou com 46 pontos.
No entanto, a audiência da trama não teve só pontos altos. Nos primeiros 56 capítulos exibidos, por exemplo, a novela registrou média de 36,9 pontos, ante 37,8 pontos de "Fina Estampa" no período.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Zizao, 'astro' chinês corintiano, dá até pedalada na estreia em Varginha
Demorou. Alguns nem acreditavam mais que acontecesse. Mas Zizao estreou com a camisa do Corinthians. E antes da volta de Adriano.
A demora não foi por birra do professor Tite, mas sim por falta de preparo. Reza a lenda que Zizao era mais frágil que um filé de borboleta. O jogo de anteontem não foi no Pacaembu, onde possivelmente a torcida teria até "zizaozetes". Mas o palco foi melhor: Varginha, terra de supostas criaturas alienígenas.
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Passava dos 33 minutos do segundo tempo quando Zizao estreou, após receber orientações do auxiliar técnico, que mostrava um campinho para o meia-atacante. Na transmissão da Globo, foi alçado instantaneamente a atração do jogo, um 2 a 0 meio sem graça pró-Cruzeiro.
Robson Ventura - 8.out.12/Folhapress
Zizao (esq.) durante treino do Corinthians
Zizao entrou no lugar de Welder, lateral direito improvisado do lado esquerdo. Vestia a camisa 200, curiosamente, o mesmo número que Neymar (ex-filé de borboleta) usava na mesma noite (e fazia um golaço contra o Atlético-MG). A de Neymar era pelo número de jogos na equipe, a de Zizao era pelos 200 anos da imigração chinesa.
Sem saber como comentar a alteração, Caio Ribeiro apelou ao estereotipo do jogador oriental: "Não o conheço, mas na teoria é correria que vem por aí". E Zizao correu. Em cerca de 15 minutos, tocou sete vezes na bola.
Sofreu falta, bateu escanteio (só um toquinho de lado, na verdade), correu para cobrar lateral, tentou marcar. E deu até um chute a gol.
O auge de sua participação veio num contra-ataque. O chinês pôs a bola na frente e partiu para a pedalada. Mas o zagueiro cruzeirense o deixou com a bicicleta na mão.
"Abusado esse Zizao", comentava Milton Leite.
No fim, estava contente com a estreia, porém triste pelo resultado da equipe.
Ontem, jornais chineses tratavam a estreia do moço com alvoroço: "Zizao, Zizao, Zizao", celebrou o "Sports Hangzhou", que achou a estreia "boa para um jogador chinês". O "Dayoo" citou o momento como "histórico".
A profecia em sua apresentação, no longínquo 1º de março, concretizou-se. "Vocês ainda vai gostar de mim", dizia ele. Ou era assim que a esforçada intérprete traduzia.
Tite também falou: "É jogador de beirada, atua em linha de três. Tem a jogada individual. Quando entrou, o time estava numa retomada de resultado, busca de padrão para equilibrar". Titês pode ser tão difícil quanto chinês.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Famosos palpitam sobre o final de "Avenida Brasil
A reta final de "Avenida Brasil" promete novas e surpreendentes revelações. O autor João Emanuel Carneiro disse que vai manter em segredo o verdadeiro assassino de Max (Marcello Novaes) até o último capítulo da novela, que será exibido na próxima sexta-feira (19) e terá 70 minutos de duração. Até lá, muita gente está tentando imaginar que personagem teria dado o golpe de enxada na cabeça do malandro. O UOL pediu para alguns famosos noveleiros darem seus palpites sobre a morte de Max e também sobre o destino das arquirrivais Carminha (Adriana Esteves) e Nina (Débora Falabella). Veja a seguir a opinião deles e deixe o seu voto na enquete:
QUEM MATOU O MAX? E O QUE DEVE ACONTECER COM CARMINHA E NINA?
"Quem matou o Max foi a Janaína ou a Muricy. Essa coisa de mãe fala mais alto que a razão. Mãe é capaz de cometer uma loucura pelo filho. Carminha vai terminar sozinha. Ninguém merece ficar perto de uma pessoa como ela. Nem morrer ela merece. Senão ela vai ficar lá em cima penando com o Max (risos). A Nina vai viver o amor dela com o Jorginho"
Cissa Guimarães, atriz
“Quem matou o Max foi o Lúcio. Espero que Nina seja feliz com Jorginho, eu curto finais felizes. E o da Carminha deve ser inusitado”
Ricardo Linhares, dramaturgo
"Estou apostando no Leleco. Tem aquele negócio de ele ser paizão, pavio meio curto... E ele estava na cena do crime. É uma coisa que não seria óbvia. Está todo mundo pensando muito no Santiago. Acho que se o culpado fosse o Leleco seria surpreendente. A Nina vai casar com o Jorginho e ter muitos filhos. E a Carminha vai acabar morrendo ou presa."
Dudu Nobre, sambista
"Acho que foi o namorado da Betânia ou a Begônia, que chegou sem ninguém saber e matou o Max. Mas o maior suspeito é o Santiago, que é o cão chupando manga. Espero que a Nina seja muito feliz com o Jorginho porque os dois merecem. E para a Carminha eu espero que ela se torne uma nova pessoa: entregue o pai para a polícia e acabe sendo a grande heroína da trama".
David Brazil, promoter
"Acho que quem matou o Max foi uma mulher pela maneira como escondeu a arma. Acharam debaixo do lixo, não foi isso? Não acho que foi a Carminha nem o Santiago. O óbvio nos leva a crer que foi a Janaína. A Carminha certamente vai encontrar um outro otário. Tenho a impressão que ela vai dar a volta por cima. E a Nina e o Jorginho serão o casal feliz para sempre".
Carlos Alberto de Nóbrega, humorista
“Acho que o assassino do Max podia ser alguém bem diferente, tipo a Janaína ou a Muricy. A Muricy pode ter matado o Max para vingar os filhos. Acho que a Carminha vai se suicidar, é bem a cara dela fazer uma coisa dessa para não se dar mal. A Nina tem que casar, ser feliz com o Jorginho, ter filhos”.
Fernanda Souza, atriz
“Penso sempre pelo lado dos personagens por isso acho que foi o Santiago quem matou o Max. Ele se mostrou um grande vilão. Não tenho nenhuma pena da Carminha, não acho que ela é vítima. Ela tem que terminar no lixão. A Nina tem que ser feliz. Ela foi muito maltratada, sempre torci por ela. Nina tem que ser feliz ao lado do Jorginho”.
Narjara Turetta, atriz
“Não tenho ideia de quem matou o Max, pode ser todo mundo, mas aposto na Muricy por vingança aos filhos. A Nina merece levar uma vida feliz ao lado do Jorginho. A Carminha merece viver o resto da vida ao lado daquele pai dela, o Santiago”.
Maria Clara Gueiros, atriz
“Acho que quem matou o Max é alguém que a gente nem está pensando. Não sei dizer quem, mas não acho que vai ser óbvio. Pensando bem, pode ser o Santiago, né? A Nina tem que terminar com o Jorginho, não dá para eles terem outro final. A Carminha tem que ser dar muito mal, tem que acontecer uma coisa bem ruim com ela para ela pagar por tudo o que fez. Tipo voltar a trabalhar no lixão”.
Nívea Stelmann, atriz
“Acho que quem matou o Max foi o Santiago. Ele tem colocado as asinhas para fora, mostrando um outro lado dele. E ele não apareceu na cena da morte. Tanto a Carminha quanto a Nina tiveram seus motivos para fazer o que fizeram e também cometeram alguns deslizes. A Nina deve ficar com o Jorginho mesmo e a Carminha deveria sumir, ir para bem longe da família”.
Ana Maria Braga, apresentadora
“Gostaria que a assassina do Max fosse a Zezé, seria uma ótima forma do autor privilegiar o trabalho que a Cacau Protásio fez ao longo da novela. A Carminha eu já pensei em vários finais para ela, desde ela dando a volta por cima, ou então ela escolhendo uma outra família para parasitar. Ela é uma psicopata e não há como mudar, seria bom se ela mudasse de família e começasse tudo de novo, mas acho que ela vai terminar penalizada pelo autor. Acho que Carminha ir para o lixão e assumir o lugar da Lucinda seria um final possível para ela. A última cena da Nina poderia ser ela sorrindo, ela não sorriu a novela inteira. Acho que ela vai ter um final bem água com açúcar, feliz ao lado do Jorginho. Se eu fosse o autor mostraria mais um outro lado ela, Nina comandando a mansão como a Carminha comandava”.
Marcelo Arantes, ex-BBB
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Câmara aprova proposta que destina 10% do PIB para educação
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira (16) proposta que cria o PNE (Plano Nacional de Educação) e estabelece 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a área de Educação.
Senado limita a 25 o número de alunos em turmas de pré-escola
A proposta, que tramita na Casa desde 2010, segue para votação no Senado.
Atualmente, União, Estados e municípios aplicam, juntos, cerca de 5% do PIB no setor. Em 2011, o PIB brasileiro somou R$ 4,143 trilhões. Se a lei já estivesse em vigor, a educação receberia R$ 414,3 bilhões.
De acordo com o texto aprovado, serão utilizados 50% dos recursos do pré-sal (incluídos os royalties) diretamente em educação para que, ao final de dez anos de vigência do PNE, seja atingido o percentual de 10% do PIB para o investimento no setor.
A União deverá promover um Fórum Nacional de Educação com o objetivo de acompanhar a execução do PNE e o cumprimento de suas metas. Caberá ainda aos gestores federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal a adoção das medidas governamentais necessárias ao atingimento das metas previstas no plano.
Entre os objetivos estabelecidos está o de universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos.
Também está na lista das metas a criação, no prazo de 2 anos, de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública. O piso salarial nacional profissional seria tomado como base.
Uma das estratégias definidas na proposta está a de fortalecer o acompanhamento e o monitoramento do acesso, da permanência e do aproveitamento escolar dos beneficiários de programas de transferência de renda, bem como das situações de discriminação, preconceitos e violências na escola, visando ao estabelecimento de condições adequadas para o sucesso escolar dos alunos.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Estaleiro de R$ 4,8 bilhões de Eike tem 88% de crédito público
OSX, empresa de construção naval de Eike Batista, obteve R$ 1,5 bilhão de financiamento do FMM (Fundo de Marinha Mercante).
O valor é complementar a outro financiamento do fundo, de R$ 2,7 bilhões, e será usado na construção da UCN (Unidade de Construção Naval) Açu, estaleiro no porto do Açu, em São João da Barra, no norte do Estado do Rio.
A conclusão do estaleiro está prevista para o segundo semestre de 2014.
A soma dos dois financiamentos -R$ 4,2 bilhões- representa 87,5% do valor total do projeto, orçado em R$ 4,8 bilhões. As regras do FMM permitem que até 90% do empreendimento seja financiado com dinheiro do fundo.
O FMM foi criado no fim da década de 1950 para fomentar o desenvolvimento do setor naval no Brasil. Sua principal fonte de recursos sempre foi o AFRMM (Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante), pago por toda embarcação que trafega em águas brasileiras.
No governo Lula, porém, o Tesouro Nacional passou a ser a maior fonte de recursos do fundo.
O empréstimo ocorre no momento em que circulam rumores de que a OSX estaria sendo vendida para a Sete Brasil, empresa criada pela Petrobras e outros sete sócios para construir sondas de perfuração de poços de petróleo que serão depois alugadas pela própria Petrobras. As empresas negam.
Editoria de Arte/Folhapress
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Zaba Punk (271)(06h30) há 3 horas
facebooktwitter010ResponderDenuncieEsta na hora do MP investigar o porque deste home receber tanto dinheiro do BNDES e esta ligação tão estreita com o ex-presidente L*u*l*a. Recebendo o famoso bolsa empresa e sem a obrigação de quitar suas dividas junto ao povo brasileiro fica facil ser empresario de sucesso. Se é o homem mais rico do pais que utilize o seu dinheiro e não o nosso!
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Claudio Marin (1249)(06h59) há 2 horas
facebooktwitter05ResponderDenuncieNão é apenas esse empréstimo. Ganhou benesses do B.N.D.E.S na compra e reforma de hotéis. Não gasta seu dinheiro e usa o dinheiro do contribuinte, que paga altos impostos, para ficar cada dia a mais rico. Uma afronta a esse páís que não tem escolas, hospitais, etc. Esse é o governo dos pt..bas.
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Ricardo Struckel (7)(08h28) há 46 minutos
facebooktwitter04ResponderDenuncieHá tempos se fala que o Eike é o grande laranja do esquema de poder do PT. Isso esta claro. A cada dia sai uma nova reportagem tratando das peripécias desse senhor bilionário (bilhões vituais e mais os bilhões tirados da população brasileira e repassados ao grupo X). Alo Ministerio Publico, alo Joaquim Barbosa, nos socorra, por favor.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Palmeiras tem 93,2% de chances de cair; Fluminense supera 95% de ficar com o título
A situação do Palmeiras no Brasileirão já é desesperadora. Depois de perder para o Náutico por 1 a 0, o time ficou com 93,2% de possibilidade de ser rebaixado para a segunda divisão. A estimativa é do site Chance de Gol, especializado nesse tipo de conta.
Antes de o Palmeiras viajar a Recife, o site calculava em 86,4% as possibilidades da queda alviverde. O número cresceu agora que faltam apenas oito jogos para o fim do campeonato. Afundado na zona de rebaixamento, o Palmeiras está a nove pontos do Bahia, a primeira equipe imediatamente acima do Z-4.
Ver em tamanho maior
30ª rodada do Brasileirão neste domingo
Foto 4 de 66 - Luan orienta companheiros em jogo entre Palmeiras e Náutico nos Aflitos Mais Danilo Lavieri/UOL Esporte
O cálculo leva em conta o retrospecto das equipes e o grau de dificuldades de seus próximos adversários.
Na outra ponta da tabela, o Fluminense também aumentou as possibilidades de ser campeão após a vitória de virada (2 a 1) sobre a Ponte Preta. Com nove pontos de vantagem sobre o vice-líder Atlético-MG, o tricolor carioca aparece com 95,6% de chances de levantar seu segundo título do Brasileiro na década (o quarto da história).
O detalhe que une as duas equipes é que, com quase toda a certeza, elas serão representantes brasileiras na Taça Libertadores da América de 2013. O Palmeiras já garantiu a vaga por ter vencido a Copa do Brasil deste ano.
CHANCES DE TÍTULO
Fluminense 95.6%
Atlético-MG 3.4%
Já o Fluminense tem mais de 99,99% de chances de acabar o campeonato ao menos entre os quatro primeiros colocados.
Ou seja, só uma tragédia sem precedentes deixaria o tricolor fora da Libertadores.
CHANCES DE QUEDA
Atlético-GO 99.4%
Figueirense 98.3%
Sport 96.8%
Palmeiras 93.2%
Bahia 4.3%
No caso do Palmeiras, o mico de disputar a Libertadores e a Série B ao mesmo tempo só será evitado se a equipe de Gilson Kleina começar uma reação a partir da próxima partida, contra o Bahia, um adversário direto, fora de casa.
Será a chance de diminuir para seis pontos a distância para a zona de salvação.
Curiosamente, o exemplo a ser seguido é justamente o do possível campeão deste ano.
Em 2009, o Fluminense tinha chances altíssimas de ser rebaixado, mas na reta final do Brasileiro, começou uma reação que o manteve da Série A.
domingo, 14 de outubro de 2012
"Estou pronta para dizer adeus", diz Kristen Stewart sobre "Amanhecer - Parte 2"
"Amanhecer - Parte 2"
A atriz Kristen Stewart disse ao site Total Film que está "pronta para dizer adeus" a franquia "Crepúsculo". As informações são do site NME.
Questionada pela reportagem se achava triste ou libertador ter que dizer adeus à Bella Swan, sua personagem, Kristen respondeu: "Os dois. Fiquei bem triste quando acabaram as gravações e uma ou duas vezes depois disso. Fico meio chateada quando sinto o cheiro de alguma coisa que me lembra das gravações, de estar no set. Mas não é uma situação triste porque sinto que não ficou nada pendente".
"Todo mundo acha que é difícil dizer adeus a ela, mas é mais difícil falar isso para as pessoas, o elenco e a equipe com quem trabalhei por tanto tempo. Eu estou pronta para dizer adeus, está tudo perfeitamente bem".
Stewart, que começou a atuar na saga em 2008, ainda afirmou que se sente realizada com seu trabalho como Bella: "Uma vez que a historia foi contada, você sente que fez tudo que podia. É muito fácil ir em frente, não é como se continuasse sem mim. Essa história é minha, para sempre".
sábado, 13 de outubro de 2012
Exportações chinesas batem recorde mas desaceleração prossegue
PEQUIM, 13 Out 2012 (AFP) -A China anunciou neste sábado um resultado recorde das exportações e um excedente comercial em alta, mas a desaceleração do crescimento do comércio exterior deve perdurar, em consequência da conjuntura mundial, segundo analistas.
As vendas ao exterior do maior exportador mundial alcançaram 186,3 bilhões de dólares em setembro, "um recorde histórico para apenas um mês", com uma alta de 9,9% em ritmo anual, segundo a Administração Geral de Alfândegas.
O excedente comercial aumentou em um bilhão de dólares na comparação com agosto, a 27,7 bilhões de dólares, enquanto as importações da segunda principal economia mundial aumentaram 2,4% no mês passado, a US$ 158,7 bilhões.
Os analistas esperavam um aumento das exportações de 5% e de 2% para as importações.
O bom resultado do comércio exterior do país no mês passado pode ser apenas temporário, segundo os analistas.
"Acreditamos que a situação vai piorar nos próximos meses, levando em consideração que os números do comércio refletem a situação na China e na economia mundial", disse à AFP Alistair Thornton, economista da IHS Global Insight, que tem sede em Pequim.
"Estes números do comércio são um sinal positivo para a economia chinesa, mas não é seguro que o crescimento das importações e exportações possa permanecer nestes níveis", afirmou Ding Shuang, economista do Citigroup.
A IHS Global Insight prevê um crescimento nulo das importações e de 5% das exportações nos próximos meses, disse Thornton.
Além disso, é pouco provável que o objetivo de crescimento de 10% do comércio exterior da China para 2012, previsto no início do ano pelo governo, seja alcançado, completou Ding.
Nos primeiros nove meses do ano, o volume do comércio exterior chinês cresceu apenas 6,2% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O superávit comercial acumulado da China entre janeiro e setembro alcança 148,3 bilhões de dólares, sobre um volume total de comércio exterior de 2,84 trilhões de dólares.
Este ano, a desaceleração do comércio exterior afetou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país, que registrou alta de 7,6% no segundo trimestre, contra 9,3% no período abril-junho de 2011.
O governo chinês adotou uma série de medidas para respaldar a atividade, a nível monetário e injetando recursos em certos programas de infraestrutura.
Tamanho da letralabelstrueUOL EconomiaExportações chinesas batem recorde mas desaceleração prossegue13/10/2012UOL Economia - AFPfalse4@UOLEconomia #UOL
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Vale o quanto pesa
Ter Ronaldo como estrela do "Medida Certa", do "Fantástico", custou muito caro à Globo. Para participar do quadro em que expõe sua obesidade e se propõe a emagrecer, o ex-craque cobrou R$ 6 milhões, segundo pessoas próximas ao ex-atacante. A intenção de Ronaldo, que começou o programa com 118 quilos, é perder 18 quilos. Ou seja: se cumprir a meta estabelecida, a cada quilo perdido, o ex-jogador deve ganhar R$ 333 mil.
Outro lado. Procuradas pela coluna, a Globo e a assessoria de imprensa de Ronaldo afirmam que a participação no quadro não envolveu dinheiro.
O preço. Quem convive com Ronaldo, porém, garante que o ex-atacante é generoso, mas não iria se expor da maneira como está acontecendo de graça. Desde que iniciou sua participação no quadro, a audiência do programa saltou e a emissora até criou um "hotsite" específico para Ronaldo.
Suando a camisa. Amigos do ex-atleta, aliás, dizem que ele se dedica muito ao programa, para cumprir a meta.
Cara... O presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, conversou nos últimos dias com Alex, que está na Turquia, e perguntou se ele gostaria de iniciar as negociações para contratá-lo por telefone ou queria se reunir pessoalmente para tratar do assunto.
...a cara. Alex falou a Tirone que não vai resolver nada enquanto ainda estiver na Turquia. Mas que, ao retornar para o Brasil, o que deve acontecer na próxima semana, pode fazer uma reunião para ouvir a proposta palmeirense. "Não adianta, o Alex vai escolher onde vai jogar", declarou o presidente do clube.
Longa espera. A expectativa do Palmeiras é que Alex só resolva seu novo destino em novembro ou dezembro. Enquanto isso, as propostas devem ir aumentando.
Vai, não vai. Foi por pouco que o chinês Zizao não estreou pelo Corinthians anteontem, no jogo contra o Flamengo. Tite ficou muito próximo de escalá-lo.
Bagagem. O gerente de futebol do Corinthians, Edu Gaspar, volta hoje do Japão. O cartola visitou instalações de centros de treinamento e estádios em que o Corinthians deve jogar no Mundial de Clubes.
Propaganda. O secretário municipal da Copa em São Paulo, Gilmar Tadeu Ribeiro, embarca amanhã para Lisboa, onde participa de um programa de divulgação das cidades- -sedes do Mundial-2014 no exterior. Um integrante do Comitê Paulista da Copa também vai a Portugal, representando o governo do Estado.
Dois coelhos. O holandês Ruud Gullit estará no Brasil entre os dias 26 e 30 para visitar clubes de São Paulo. Faz parte de sua agenda promover produto ligado à internet.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Em troca de Wi-Fi gratuito, brasileiros aceitam publicidade no celular
Estudo divulgado nesta quarta (10) pela Cisco revela que o Wi-Fi é o meio preferencial para a conexão móvel à internet, mesmo em smartphones. Embora a residência seja o lugar em que os dispositivos móveis são mais conectados à internet, o consumidor deseja ter acesso Wi-Fi em todos os locais onde vai. Quase metade dos entrevistados aceitaria receber publicidade em troca de acesso gratuito.
Em relação ao 3G, o Wi-Fi é considerado mais veloz por 71% dos brasileiros. Menor custo e melhor performance para aplicações através do Wi-Fi foram atributos destacados por 61% dos pesquisados. Já 53% acredita que o padrão seja mais confiável e mais fácil de usar.
O estudo “O que os consumidores querem do Wi-Fi” , realizado com 650 consumidores de banda larga a partir de 18 anos de idade, no mês de maio, traçou o comportamento, necessidades e nível de interesse dos usuários, assim como as oportunidades para as operadoras neste mercado. A pesquisa também foi realizada no Canadá, Reino Unido, México e Estados Unidos.
Veja os principais destaques
• A maioria dos usuários conecta seus dispositivos via Wi-Fi de algum ponto em algum momento, incluindo 80% daqueles que se conectam à internet por smartphones
• 78% dos usuários de laptops, 75% de tablets e 57% de smartphones preferem a conexão via Wi-Fi
• Oferecer acesso gratuito a uma rede de hotspots Wi-Fi é uma forma importante para o provedor de banda larga manter o cliente. Para 83% dos entrevistados, é "extremamente ou muito importante" que a operadora de banda larga ofereça tal serviço, sendo que 69% muito provavelmente mudariam de provedor para ter acesso Wi-Fi gratuito
• 52% dos entrevistados gostariam de ter acesso Wi-Fi em qualquer lugar. Há grande interesse pela disponibilidade em espaços públicos abertos, como praças e parques, apontados por 37% dos pesquisados; e ruas e rodovias, por 33%
• 45% dos consumidores aceitariam receber publicidade em seus dispositivos móveis em troca de acesso livre à rede Wi-Fi, sendo que apenas 7% não aceitariam de forma alguma
• Os usuários gostariam de novos serviços baseados em Wi-Fi que melhorem a experiência de varejo, ofereçam roaming nacional e internacional entre redes Wi-Fi e acesso seguro a conteúdo remoto
• Os resultados da pesquisa indicam que podemos estar próximos de uma "Nova Mobilidade" em que Wi-Fi e redes móveis estarão perfeitamente integradas e indistinguíveis para o usuário de dados móveis. Mais de 80% dos consumidores estão interessados em uma proposta de serviço que permita a conexão de dados transparente, com volume de tráfego ilimitado, via redes de acesso móvel celular e Wi-Fi integradas e com grande cobertura, por uma taxa fixa mensal.
Para o diretor de estratégia para Operadoras do Cisco IBSG no Brasil, Luiz Lima, a pesquisa confirma a relevância estratégica que o Wi-Fi pode ter para as operadoras. “O Wi-Fi representa uma grande oportunidade para provedores de banda larga fixa fidelizarem seus clientes e ganharem receitas adicionais. Para operadoras móveis, além do diferencial competitivo, o Wi-Fi se apresenta como uma excelente alternativa para o escoamento de uma parcela do crescente tráfego de dados, o chamado Wi-Fi offload”, destaca.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Mestre de Anderson dá passo a passo de preparação relâmpago e vê bagagem como trunfo
Com apenas 33 anos, Ramon Lemos é o técnico principal de Anderson Silva, considerado por muitos o melhor lutador da história do MMA. A parceria com o campeão dos médios do UFC tem dado certo, com a manutenção de sua invencibilidade dentro da organização. O novo teste ocorre neste sábado, com a terceira edição do Ultimate no Rio. Diferentemente do que se viu contra Chael Sonnen, quando houve uma preparação de três meses para a luta, o compromisso desta vez trouxe novidades devido ao curto período de treinos e o desafio na categoria meio-pesado.
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Ramon teve de mudar o ritmo de trabalho feito com Anderson, “resumindo” o que seria uma preparação convencional e mudando o foco da parte técnica para a física. Tudo para garantir que o campeão dos médios esteja na melhor forma possível em apenas um mês de treinos, já que o veterano lutador - o "Spider" tem 37 anos - substituiu José Aldo, que se machucou.
O treinador carioca detalhou ao UOL Esporte a preparação para o duelo com Stephan Bonnar, comparando o que foi feito agora e o que foi colocado em prática para a revanche com Chael Sonnen há alguns meses - e que resultou em vitória por nocaute do campeão dos médios no UFC 148. E a aposta é que a bagagem de Anderson, com sua consagrada técnica, faça a diferença contra o grandalhão Bonnar.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Google e LG apresentarão novo smartphone Nexus no fim de outubro, diz site
O próximo smartphone da série Nexus, do Google, será feito em parceria com a fabricante sul-coreana LG. O aparelho deverá ser apresentado em evento no fim de outubro, segundo o site americano Cnet, que consultou uma fonte que não quis se identificar.
O novo smartphone da série Nexus deverá ser baseado no Optimus G, modelo recém-lançado pela LG, mas com algumas modificações. A linha de telefones Nexus serve para mostrar os últimos recursos da versão mais atual do sistema Android, no caso a 4.2 (Jelly Bean).
O aparelho deverá contar com um processador quad-core Snapdragon produzido pela Qualcomm, 2 GB de RAM, uma tela de 4,7 polegadas (1.280x768) e câmera de 8 megapixels. O smartphone terá duas versões, sendo uma com 8 GB e outra com 16 GB. Ele ainda virá com opção para aumentar a memória por meio de cartão microSD.
Samsung e HTC já produziram smartphones sob encomenda do Google. Recentemente, a Asus é responsável pela fabricação do tablet Nexus 7. Entre as grandes fabricantes, a única que ainda não apresentou um dispositivo com o Google foi a LG.
Segundo a Cnet, a escolha da LG pode ser vista como um movimento do Google para ceder o sistema operacional antes para um fabricante diferente, de modo que a companhia possa fazer personalizações nele para outros produtos. A LG está entre as companhias que ainda se esforça para ter lucro na divisão de smartphones.
“Nós desafiamos todos nossos parceiros que querem trabalhar em produtos Nexus a produzirem o melhor que podem”, disse Patrick Brady, diretor de engenharia de parceria Android, à reportagem da Cnet.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Olimpíada do Rio supera a de Londres em arrecadação com patrocínios
Olimpíada do Rio, em 2016, já superou em 50% a projeção inicial de patrocínios. Com as principais cotas vendidas, o COI (Comitê Olímpico Internacional) informou ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que o evento brasileiro havia ultrapassado o da Inglaterra em valores arrecadados junto a patrocinadores. "Um recorde batido três meses antes da Olimpíada de Londres", diz o ministro.
■Brasil descarta comprar estruturas temporárias de Londres
■Nuzman se reelege e prevê ficar após a Olimpíada do Rio
■Governo repassa R$ 2 mi ao COB por serviço já pago
A informação está na coluna de Mônica Bergamo desta segunda-feira. Leia a íntegra aqui.
Daniel Marenco/Folhapress
Nuzman é reeleito para mais um mandato no COB
Ainda segundo a colunista da Folha, havia o temor de que, em função da Copa de 2014, a Olimpíada despertasse menos interesse. "Ao contrário, um evento puxou o outro", afirma Aldo.
Já foram fechados seis patrocínios para a Rio-2016. Cinco deles masters: Bradesco, Bradesco Seguros, Claro, Embratel e Nissan. Além de Ernst & Young, apoiadora oficial.
Com orçamento de R$ 3 bilhões para compra de materiais, equipamentos e mobiliário, Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016 e do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), vai fazer uma apresentação na Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) nesta terça-feira. Nuzman falará sobre oportunidades de negócios na Olimpíada para 60 empresários da construção civil.
Na última sexta, Nuzman, 70, foi reeleito para mais quatro anos no cargo de presidente do COB. Ele deixou claro que não pretende abandonar o poder após os Jogos do Rio.
Se conseguir a quinta reeleição depois da Olimpíada, ele superará João Havelange como o mais longevo cartola brasileiro em cargos de comando no esporte.
Nuzman está há 17 anos na presidência do COB. Antes, havia comandado a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) durante 20 anos --entre 1975 e 1995.
Havelange presidiu a CBD (Confederação Brasileira de Desportos, antiga CBF) e a Fifa, somando 42 anos. O ex-sogro de Ricardo Teixeira dirigiu a CBD de 1956 a 1974. Depois, comandou a Fifa por 24 anos, de 1974 a 1998.
domingo, 7 de outubro de 2012
Sandy estreia no cinema indie e diz ter 'atraçãozinha pelo que é feio'
"Passou por dentro do sutiã?", pergunta a técnica de som que ajuda Sandy a pôr um fio do microfone sob três camadas de roupa. Além da peça íntima, ela usa uma blusa bege e um suéter azul surrado. O aplique nos cabelos vai até o meio das costas.
*
Sandy faz que sim com a cabeça enquanto se transforma na personagem Bruna, de seu primeiro filme "adulto", "Quando Eu Era Vivo". E rodopia ao ser enrolada em pedaço de pano que prende o fone à sua cintura finíssima.
*
Ela teve de refazer as unhas para o último dia de filmagem, no 16º andar de um edifício antigo na avenida São Luís, no centro de São Paulo. Sua personagem, uma estudante de música que desenvolve uma relação bem fora dos padrões com o filho do seu locatário, usa somente uma coloração amarronzada da marca Chanel.
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