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sábado, 1 de junho de 2013

Rainha Elizabeth 2ª transfere tarefas ao príncipe Charles

Aos 87 anos e com a saúde fragilizada, a rainha Elizabeth 2ª começou, enfim, a ceder espaço ao filho mais velho. Recordista de espera pelo trono em toda a história do Reino Unido, o príncipe Charles, 64, ampliou sua agenda pública e passou a assumir tarefas reservadas à mãe. Em novembro, ele vai substituí-la pela primeira vez na reunião de cúpula dos 54 países que integram a Commonwealth, no Sri Lanka. A ausência da rainha, inédita em quatro décadas, abriu um debate no Reino Unido sobre a possibilidade de ela ter dado início a uma transição lenta, discreta e silenciosa. Ou seja, bem a seu estilo. A suspeita de que a sucessão começou foi reforçada no último dia 8, quando Charles vestiu o uniforme militar salpicado de medalhas e acompanhou a mãe em seu compromisso mais importante: o discurso ao Parlamento. Analistas viram na cena um sinal de que o herdeiro está mais perto do trono. O exemplo poderia vir da Holanda, onde a rainha Beatrix, 12 anos mais nova que Elizabeth 2ª, abdicou em abril em favor do filho Willem-Alexander, 18 anos mais jovem que Charles. O Palácio de Buckingham diz que a hipótese está descartada, mas a imprensa britânica especula que o príncipe pode ganhar o status de regente caso a saúde da soberana continue a fraquejar. Dois biógrafos reais, categoria que costuma venerar a monarca, afirmaram à Folha que ela não vai se aposentar. "A rainha não vai abdicar porque ela fez um juramento perante Deus. É simples assim", disse Robert Hardman, autor do best-seller "Our Queen" ("Nossa rainha"). Hugo Vickers, biógrafo da rainha-mãe, interrompeu a reportagem à primeira menção à saúde da monarca. "A rainha está ótima. Ela não vai abdicar. Vai reinar até o fim de sua vida e já deixou isso bem claro", afirmou. Em março, Elizabeth 2ª foi internada com sintomas de gastroenterite e teve que cancelar de última hora uma viagem oficial à Itália. Ela ainda não deixou o país neste ano. CONFIANÇA Prestes a virar avô, Charles tem conquistado mais confiança dos futuros súditos, que sempre desconfiaram de sua capacidade de reinar. Nos últimos dois meses, o percentual de britânicos que acreditam que ele será um bom rei saltou de 37% para 50%, segundo o instituto YouGov. Ele também voltou a ultrapassar o filho mais velho, príncipe William, na preferência dos britânicos para a sucessão. A fatia que acha que a rainha deve abdicar em favor dele ainda é minoritária, mas foi de 23% para 33%. Antes escondida das solenidades oficiais, a segunda mulher de Charles, Camilla Parker-Bowles, também está cada vez mais em evidência. Ela o acompanhou na visita ao Parlamento com uma tiara real de diamantes e, nesta semana, visitou a França em sua primeira viagem solo representando a realeza. A duquesa da Cornuália é a integrante mais impopular da família, porque muitos britânicos a veem como pivô da separação de Charles e da princesa Diana. O palácio não confirma se ela será rainha quando Charles se tornar rei.

Rainha Elizabeth 2ª transfere tarefas ao príncipe Charles

Aos 87 anos e com a saúde fragilizada, a rainha Elizabeth 2ª começou, enfim, a ceder espaço ao filho mais velho. Recordista de espera pelo trono em toda a história do Reino Unido, o príncipe Charles, 64, ampliou sua agenda pública e passou a assumir tarefas reservadas à mãe. Em novembro, ele vai substituí-la pela primeira vez na reunião de cúpula dos 54 países que integram a Commonwealth, no Sri Lanka. A ausência da rainha, inédita em quatro décadas, abriu um debate no Reino Unido sobre a possibilidade de ela ter dado início a uma transição lenta, discreta e silenciosa. Ou seja, bem a seu estilo. A suspeita de que a sucessão começou foi reforçada no último dia 8, quando Charles vestiu o uniforme militar salpicado de medalhas e acompanhou a mãe em seu compromisso mais importante: o discurso ao Parlamento. Analistas viram na cena um sinal de que o herdeiro está mais perto do trono. O exemplo poderia vir da Holanda, onde a rainha Beatrix, 12 anos mais nova que Elizabeth 2ª, abdicou em abril em favor do filho Willem-Alexander, 18 anos mais jovem que Charles. O Palácio de Buckingham diz que a hipótese está descartada, mas a imprensa britânica especula que o príncipe pode ganhar o status de regente caso a saúde da soberana continue a fraquejar. Dois biógrafos reais, categoria que costuma venerar a monarca, afirmaram à Folha que ela não vai se aposentar. "A rainha não vai abdicar porque ela fez um juramento perante Deus. É simples assim", disse Robert Hardman, autor do best-seller "Our Queen" ("Nossa rainha"). Hugo Vickers, biógrafo da rainha-mãe, interrompeu a reportagem à primeira menção à saúde da monarca. "A rainha está ótima. Ela não vai abdicar. Vai reinar até o fim de sua vida e já deixou isso bem claro", afirmou. Em março, Elizabeth 2ª foi internada com sintomas de gastroenterite e teve que cancelar de última hora uma viagem oficial à Itália. Ela ainda não deixou o país neste ano. CONFIANÇA Prestes a virar avô, Charles tem conquistado mais confiança dos futuros súditos, que sempre desconfiaram de sua capacidade de reinar. Nos últimos dois meses, o percentual de britânicos que acreditam que ele será um bom rei saltou de 37% para 50%, segundo o instituto YouGov. Ele também voltou a ultrapassar o filho mais velho, príncipe William, na preferência dos britânicos para a sucessão. A fatia que acha que a rainha deve abdicar em favor dele ainda é minoritária, mas foi de 23% para 33%. Antes escondida das solenidades oficiais, a segunda mulher de Charles, Camilla Parker-Bowles, também está cada vez mais em evidência. Ela o acompanhou na visita ao Parlamento com uma tiara real de diamantes e, nesta semana, visitou a França em sua primeira viagem solo representando a realeza. A duquesa da Cornuália é a integrante mais impopular da família, porque muitos britânicos a veem como pivô da separação de Charles e da princesa Diana. O palácio não confirma se ela será rainha quando Charles se tornar rei.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Classificação atleticana teve amuleto de Cuca, máscaras e Victor abençoado

A sofrida classificação do Atlético-MG para a semifinal da Libertadores, com empate dramático com o Tijuana, por 1 a 1, na quinta-feira, com defesa de pênalti de Victor no último minuto de jogo contou com a camisa pé quente do técnico Cuca e apego do treinador à máscara da morte levada pelos torcedores atleticanos para o estádio. Cuca contou com uma camisa da sorte, utilizada por ele nas principais partidas do Atlético, que conta com o desenho da Nossa Senhora Aparecida. O treinador esteve com a blusa na final do Campeonato Mineiro, quando o time atleticano conquistou o título estadual diante do Cruzeiro, na derrota por 2 a 1. O treinador atleticano usou a camisa por baixo de uma blusa de frio do Atlético. No lance do pênalti de Leonardo Silva, perdido por Riascos, em defesa de Victor, no último minuto do jogo, Cuca abriu a blusa de frio e se segurou a imagem na sua camisa interna. Veja Álbum de fotos “Eu abri minha camisa e falei agora é com a senhora, me protege que estou precisando muito e ela me protegeu e abençoou o Victor. Foi noite que tivemos sorte e passamos, além da competência dele acertar o canto”, disse Cuca. O treinador atleticano revelou que antes da cobrança do pênalti se voltou para as arquibancadas e se apegou a máscara do pânico levada pela torcida para o estádio como forma de pressão para cima do Tijuana. “Eu me apeguei à máscara, só via ela, o torcedor calado, não tinha mais onde me prender”, afirmou Cuca. Católico, o treinador afirma que aproveitará o período sem jogos na temporada, por causa da Copa das Confederações para ir à igreja e agradecer aos céus a classificação. “Tem, de ir, rezar, agradecer pelo milagre, a ajuda divina, tenho certeza que foi uma ajuda lá de cima, de Deus”, destacou. “Lógico que existe (fé), a gente tem de acreditar em tudo que é positivo, tem de ter fé na vida, é natural que o ser humano se apegue, o Victor sabe que ele foi abençoado de pegar no canto certo, tirar com o pé, tem de acreditar nisso”, acrescentou Cuca. A fé acompanha o treinador em seus trabalhos. Ele leva para o vestiário, antes de cada partida um mini altar, com imagens de santos para acompanhar o time. Sempre antes de entrar em campo, o time faz uma oração. “Fé é importante em todos os passos que a gente tem, tem quem não acredite, mas é bom ter fé na vida”, disse. O treinador atleticano leva para cada jogo um amuleto, um terço ganho de um cinegrafista antes da partida contra o Fluminense, no segundo turno do Brasileirão de 2012, no Independência, quando a equipe mineira venceu por 3 a 2. Apesar da classificação dramática para a semifinal da Libertadores, Cuca disse que o clima no vestiário foi de tranquilidade. “Não era de euforia, nem um pouco, time que é acostumado a jogar bem e quando passa assim não fica eufórico. Time que tem história sofrida e a minha história também é, acho que vai mudar agora, espero que sim”, afirmou.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Após PIB fraco, consultorias cortam previsão para o PIB de 2013

Frustrando as expectativas do mercado, o crescimento do PIB brasileiro no primeiro trimestre de 2013, de apenas 0,6% em relação ao último trimestre de 2012, fez com que várias consultorias reduzissem suas projeções anuais para o desempenho da economia do país neste ano. A expectativa do mercado, que se mostrou otimista demais, era de um crescimento de 0,9% no primeiro trimestre. Assim, de dez consultorias pesquisadas, a metade reviu para baixo suas previsões para 2013. Duas mantiveram os números, mas indicaram risco de queda, e apenas três mantiveram as suas apostas. Análise: Cenário indica que próximos trimestres também serão fracos Para crescer, país precisa de serenidade, não de pacotes mirabolantes, diz economista "Foi o terceiro trimestre consecutivo em que o PIB cresceu abaixo das nossas expectativas e do consenso do mercado", afirma Bráulio Borges, economista-chefe da consultoria LCA, que revisou de 3,5% para pouco acima de 3% o crescimento da economia brasileira em 2013, uma meta ainda alta se comparada à de outros analistas. Bradesco, Banco Espírito Santo, a Votorantim Corretora e a consultoria japonesa Nomura também reduziram suas expectativas. O Banco Espírito Santo foi o mais pessimista, mudando a projeção de 3% para 2,3%. A do Bradesco caiu de 2,8% para entre 2% e 2,5%. A Nomura divulgou relatório em que afirma que a economia brasileira manterá um patamar de desempenho baixo por um longo período, combinado com inflação alta, e revisou suas apostas de 3,4%, para 2,5%. A Votorantim Corretora baixou suas expectativas de 3% a 3,5% para 3% a 2,5%. Entre as que mantiveram a sua projeção, está a Gradual Investimentos, que acertou o crescimento do primeiro trimestre. Sua previsão é de crescimento baixo: 2,1%. A MB Associados, que também acertou o crescimento do PIB para o primeiro trimestre, manteve sua projeção de 2,5% para 2013. Segundo Maria Cristina Mendonça de Barros, sócia da consultoria, um patamar menor de crescimento do consumo das famílias influenciou o resultado fraco. Uma das causas, aponta, pode ser o impacto da inflação no poder de compra. Para Jankiel Santos, economista-chefe do Banco Espírito Santo, além do consumo das famílias, o problema é a produção industrial, que caiu 0,3% e não mostra sinais de recuperação, mesmo com crescimento de 4,6% nos investimentos. "Esse valor está relacionado com o crescimento da produção de caminhões. Mesmo com manutenção da produção, precisaria de um novo incremento para os investimentos continuarem a crescer." OTIMISMO Mesmo revisando suas projeções para baixo, as consultorias LCA e Votorantim Corretora mantém uma análise otimista no longo prazo. "Não consigo não ver uma retomada do crescimento. Tem uma aceleração em curso", afirma Roberto Padovani, economista-chefe da Votorantim Corretora, que havia previsto crescimento de 1% no trimestre. Para a LCA, a alta nos investimentos foi disseminada, ao contrário do que aponta grande parte dos economistas, que atribui esse número aos investimentos na indústria automotiva. Para Borges, o investimento caiu em 2012. A partir do fim do ano, porém, voltou a crescer e, agora, já teria se recuperado da queda. "A industria de transformação está vindo em uma recuperação boa. A de extração está ruim por causa da Petrobras", diz.

terça-feira, 28 de maio de 2013

CNT rompe com igreja de Valdemiro Santiago e investirá na programação

A Rede CNT, que passou muitos anos com cerca de 12 horas de sua programação vendidas para a Igreja Mundial, do pastor Valdemiro Santiago, rompeu o contrato com ele na última semana. A partir de agora, a emissora vai investir mais em conteúdo durante todo o dia, apesar de alguns programas religiosos e infomerciais ainda serem exibidos. De segunda a sexta, à 13h, a CNT contará com o jornal "CNT News", seguido pelo "Notícias & Mais", de Leão Lobo e Adriana de Castro, às 14h. Mais tarde, às 17h30, o canal exibirá o "CNT Nostalgia", uma sessão de filmes antigos e consagrados do cinema. Na faixa entre 19h15 e 21h10, haverá reprises de programas da casa, seguido pelo "Leão Lobo Visita", que já estava na programação da CNT mas agora passa a ser diário. Às 21h55, o seriado policial “Lei e Ordem” volta a ser exibido, já que tinha dado espaço para os cultos de Valdemiro Santiago. O jornalismo continua na programação da CNT também no horário noturno com o “CNT Jornal”, às 22h45. No prime-time, que começa sempre às 23h05, os telespectadores poderão acompanhar os programas “Márcia Peltier Entrevista”, “Radar Television”, “Programa Marco Brasil”, “Jogo do Poder” e “Leão Lobo Visita Inédito”. Já aos sábados e domingos a programação da CNT reprisa o que passou durante a semana. Neste ano, também deverá ser inaugurado o teatro que a emissora comprou para abrigar seus novos programas de auditório.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Maior renda não erradicou miséria social

O governo Dilma Rousseff melhorou a renda dos pobres, mas não solucionou seus níveis miseráveis de acesso a emprego e educação. É o que revela um indicador que o próprio governo federal usa para analisar a pobreza no país, cuja base de dados de dezembro de 2012 a Folha obteve por meio da Lei de Acesso à Informação. Análise: Pobreza e renda são só parte da agenda que merece atenção Chamado de Índice de Desenvolvimento da Família (IDF), ele é aplicado ao Cadastro Único (banco de dados federal sobre famílias de baixa renda) e possibilita uma mensuração detalhada da situação do pobres. Em vez de definir a pobreza só pela renda, como faz a propaganda oficial, o IDF a divide em seis dimensões: vulnerabilidade da família, disponibilidade de recursos (renda), desenvolvimento infantil, condições habitacionais, acesso ao trabalho e acesso ao conhecimento. Cada uma delas ganha uma nota, que varia de 0 a 1, onde 1 significa que a família tem todos os direitos fundamentais ligado a cada dimensão garantidos, e 0 significa que tem todos eles violados. Juntas, essas seis notas criam uma média geral --que, no caso dos pobres brasileiros, está em 0,61. Editoria de Arte/Folhapress O índice de renda, por exemplo, está acima da média: 0,63. Essa performance tem relação com as mudanças feitas no Bolsa Família, que elevaram o orçamento do programa em cerca de 67%, chegando a R$ 24 bilhões. A última ampliação, feita em 2013 e portanto não captada pelos dados obtidos pela reportagem, concedeu um complemento para quem tivesse rendimento mensal per capita inferior a R$ 70 --considerado pelo governo teto para caracterizar a miséria. CAMPANHA Essa erradicação monetária da pobreza extrema cadastrada motivou uma campanha publicitária que anunciou que "o fim da miséria é só um começo". Eco da promessa feita por Dilma em 2010 de acabar com a extrema pobreza, o mote estará em sua campanha pela reeleição no ano que vem. O que contradiz o slogan é o desempenho das dimensões "acesso ao conhecimento" e "acesso ao trabalho". O índice da primeira, que capta a situação de adultos e de parte dos jovens, está em 0,38. O da segunda, em 0,29. É difícil fazer uma análise comparativa dessas notas, uma vez que não existem cálculos recentes do IDF para toda a população. No entanto, uma maneira de traduzir as notas é pensar que o IDF foi concebido no segundo governo Fernando Henrique Cardoso para medir o grau de acesso a direitos fundamentais por meio de perguntas objetivas --a cada "sim" a nota aumenta, e a cada "não", diminui. Aplicando essa ideia à nota geral, é como dizer que os pobres brasileiros têm acesso a 61% de todos os seus direitos fundamentais e são privados de 39% deles. Em relação às notas mais baixas, é como dizer que eles acessam 29% dos direitos ligados ao trabalho e 38% dos relativos ao conhecimento. Alguns componentes detalham essas dimensões. Por exemplo, a proporção de famílias pobres com ao menos um adulto analfabeto, que supera os 80%. Como o país experimenta algo próximo do pleno emprego, uma possível explicação é que a falta de formação nessa fatia da população é o maior limitador para que ela encontre trabalho. A baixa nota das duas dimensões indica também que o número de pessoas que precisa do Bolsa Família não deve diminuir tão cedo, porque o emprego e a educação são tidas como as principais "portas de saída" do programa. OUTRO LADO O Ministério do Desenvolvimento Social afirmou que o país experimenta "inegáveis" avanços na educação e no trabalho, que não necessariamente são captados pelo Índice de Desenvolvimento da Família (IDF). "O Cadastro Único tem particularidades, entre elas o fato de as pessoas buscarem o cadastramento exatamente quando enfrentam períodos de dificuldades socioeconômicas e choques negativos, como perda de emprego", afirmou a pasta. "Dessa maneira, os inegáveis avanços que o país teve nas áreas de educação e trabalho são muito mais bem capturados por meio de fontes de dados voltadas especificamente a esses temas, como, por exemplo, o Censo da Educação Básica." Em relação à dimensão "acesso ao conhecimento", a pasta informou que ela está "focada na escolaridade dos adultos e não das crianças e adolescentes, público-alvo do acompanhamento das condicionalidades do Bolsa Família". A dimensão que mede o grau de desenvolvimento infantil obteve a melhor nota no IDF, alcançando 0,85. (JCM e BC)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Ajuda federal permitirá reajuste de trem, metrô e ônibus menor em SP

O governo vai suspender a cobrança de dois impostos federais que incidem sobre as tarifas de transporte coletivo urbano em todo o país a partir do próximo mês. Preocupado com o impacto do reajuste destes preços sobre a inflação, a equipe econômica resolveu zerar a alíquota de PIS e Cofins que é paga pelas empresas de ônibus, metrô e transporte de passageiros por barcos. Tarifas de trem, metrô e ônibus de SP subirão para R$ 3,20 Aumento de tarifa já gerou agitação política em outras capitais Análise: Cálculo que definiu reajuste de trem e metrô foi político A medida, que entrará em vigor no dia 1º de junho, contribuiu para reduzir o reajuste no preço das tarifas de ônibus municipais, metrô e trens da CPTM, que a prefeitura de São Paulo e o governo do Estado farão a partir do dia 2. A desoneração também terá impacto sobre os reajustes esperados nas passagens de transporte coletivo em outras cidades do país. Como a Folha antecipou no início de março, a medida estava em gestação há meses e aguardava uma avaliação da área técnica da equipe econômica sobre qual o espaço que o governo teria para fazer a renúncia fiscal.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Comissão da Verdade fala em rever Lei da Anistia, mas ministro se opõe

Integrantes da Comissão Nacional da Verdade indicaram ontem a intenção do colegiado de recomendar em seu relatório final a revisão da Lei de Anistia, que hoje impede a responsabilização de agentes públicos envolvidos nas mortes, torturas e desaparecimentos da ditadura militar (1964-1985). Em linha oposta, o ministro Celso Amorim (Defesa) disse à Folha que, independentemente de eventuais recomendações da comissão, o governo Dilma Rousseff não respalda qualquer tentativa de punição de militares. Leia a íntegra do balanço sobre o primeiro ano de trabalho da Comissão Veja a apresentação feita pelo coordenador Paulo Sérgio Pinheiro Veja a apresentação feita pela pesquisadora Heloísa Starling Ontem, a comissão fez um evento para divulgar o balanço de um ano de trabalhos. "As autoanistias, dentro do direito internacional, não valem. Se nós estamos de acordo com isso, nós vamos ter, sim, que recomendar que esses casos sejam judicializados pelo direito interno", afirmou Rosa Cardoso, nova coordenadora do colegiado. No mesmo sentido falou Paulo Sérgio Pinheiro. " A minha posição é igual à da sentença da Corte [Interamericana de Direitos Humanos, que em 2010 entendeu que as graves violações aos direitos humanos no Brasil devem ser punidas]". Para Maria Rita Kehl, também integrante da comissão, "se a sociedade vai se mobilizar ou não para medir alguma mudança nos termos dessa Lei de Anistia, ao qual fomos praticamente submetidos ao final da ditadura, isso vai depender muito da imprensa". Outros dois membros presentes, José Carlos Dias e José Paulo Cavalcanti, não se pronunciaram. Não apareceram ontem Claudio Fonteles, que é favor da mudança, e Gilson Dipp, doente. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal decidiu manter o entendimento de que a Lei de Anistia se aplica a crimes cometidos por ambos os lados na ditadura. Desde a criação da comissão, militares afirmam que o objetivo final do grupo é responsabilizá-los pelos crimes ocorridos. Amorim, que como ministro da Defesa é chefe das três Forças, afirmou que a vontade de revisão "não é a linha do governo". "Nós respeitamos a opinião e o julgamento que eles [membros da comissão] tenham, mas o governo não proporá, não promoverá e não estimulará nenhuma punição nem a revogação da Lei da Anistia", disse à Folha.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Previsto para ficar no ar durante 3 meses, remake "Dona Xepa" estreia nesta terça-feira (21)

om previsão inicial de 96 capítulos, o remake "Dona Xepa", da Record, estreia nesta terça-feira (21), às 22h15. Além de ser considerado um folhetim de sucesso na televisão brasileira, uma das apostas é o formato compacto, já que terá duração de três meses. Com a atriz Ângela Leal interpretando o papel principal, Xepa será uma feirante guerreira, que foi abandonada pelo marido Esmeraldino (José Dumont) e faz de tudo para sustentar os filhos, a advogada Rosália (Thais Fersoza) e o estudante de arquitetura Édison (Arthur Aguiar). "A Xepa é a Dilma [Rousseff] do século 21, é atemporal", metaforizou Ângela em entrevista ao UOL, que disse se identificar com a solidariedade e o amor incondicional da personagem pelos filhos. A trama é escrita por Gustavo Reiz, inspirada na peça teatral homônima, com colaboração de Joaquim Assis, Mário Vianna, Mariana Vielmond e Valéria Motta. Com um orçamento total de R$ 200 mil, os capítulos podem diminuir. "A ideia é reduzir e diluir os custos", afirmou o diretor Ivan Zettel, durante filmagem na cidade de São Paulo. Ambientada em São Paulo, a novela transita pela feira livre no bairro precário Vila do Antigo Bonde e na alta sociedade, abordando questões sociais, que influenciam no cotidiano. Avanço imobiliário sobre as regiões residenciais, ascensão da classe C, a busca desmedida pela fama, a influência da internet e das redes sociais na vida das pessoas, serão alguns dos temas discutidos. Com personagens facilmente reconhecíveis na sociedade, "Dona Xepa" traça um retrato da realidade brasileira, com uma história humana, divertida e atual. A primeira "Dona Xepa" foi escrita por Gilberto Braga, dirigida por Herval Rossano e exibida na Rede Globo, em 1977. Dona Xepa, Rosália e Édison foram interpretados respectivamente, por Yara Côrtes, Nívea Maria e Reynaldo Gonzaga. Em 1990, a novela ganhou uma adaptação na TV Globo. Chamada "Lua Cheia de Amor", tinha Marília Pêra no papel de Genú (Xepa), Isabella Garcia no papel de Mercedes (Rosália) e Roberto Bataglin como Rodrigo (Édison).

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Ministro do PSB atua contra candidatura de Eduardo Campos

Indicado por Eduardo Campos para a Esplanada dos Ministérios, o ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional) lidera um motim no PSB contra a candidatura do governador de Pernambuco --e padrinho político-- à Presidência da República. Bezerra é, no partido presidido por Campos, um dos mais fervorosos defensores da reeleição de Dilma Rousseff e tem reunido integrantes do PSB em seu gabinete para articular a derrota da tese da candidatura própria na Executiva do partido. O ministro já conversou com os governadores da legenda, entre eles Ricardo Coutinho (PB) e Renato Casagrande (ES), além de parlamentares da legenda. Um dos últimos encontros ocorreu há alguns dias com o senador João Capiberibe, que tem o controle da legenda no Amapá. Segundo relatos de quem ouviu o ministro, ele tem argumentado que o PSB será prejudicado em suas alianças estaduais caso tenha candidatura própria. Bezerra até fez chegar ao Palácio do Planalto sua disposição de deixar o PSB caso Campos insista na candidatura. Além de negociar com o próprio PT, Bezerra conversa com o PSD, de Gilberto Kassab, e com o PMDB. Sua rebeldia tem origem no Estado de Pernambuco. Bezerra cobiça a cadeira de Campos, que manifesta preferência por outros nomes. Ontem Campos convocou a imprensa para anunciar o fim do racionamento de água em Recife e Jaboatão e não quis falar sobre eleições. "Hoje só falo de água." OFENSIVA A aproximação com Bezerra é uma ponta da estratégia petista de desmonte do palanque de Campos país afora. Numa operação orquestrada pelo PT, o PMDB trabalha para tirar o controle do partido em Pernambuco das mãos do ex-senador Jarbas Vasconcelos, apoiador de Campos, e entregá-lo ao prefeito de Petrolina, também candidato ao governo. No Espírito Santo, o presidente do PT, Rui Falcão, já esteve com o governador para negociar sua neutralidade no Estado em troca do apoio petista à sua reeleição. Quatro dias depois, Casagrande defendeu, publicamente, a manutenção da aliança do PSB com Dilma. Na quarta passada, Falcão e o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, prestigiaram a solenidade que marcou a migração de 20 filiados do PSB para o PT. Todos ocupantes de cargos comissionados no governo Agnelo Queiroz (PT-DF). Em Goiás, a saída do empresário José Batista Júnior, um dos donos do grupo JBS-Friboi, do PSB para o PMDB é apontado como mais um lance do cerco do PT e seus aliados a Campos. Até então filiado ao PSB, o empresário era uma das apostas de Campos para sustentação de seu palanque nacional. O assédio ao PSB tem provocado até um mal-estar entre Campos e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Tendo recebido o apoio do governador de Pernambuco para a construção de seu partido, Kassab tenta atrair integrantes do PSB para os quadros do PSD: além de Bezerra, conversa com os irmãos Cid e Ciro Gomes.

Ministro do PSB atua contra candidatura de Eduardo Campos

Indicado por Eduardo Campos para a Esplanada dos Ministérios, o ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional) lidera um motim no PSB contra a candidatura do governador de Pernambuco --e padrinho político-- à Presidência da República. Bezerra é, no partido presidido por Campos, um dos mais fervorosos defensores da reeleição de Dilma Rousseff e tem reunido integrantes do PSB em seu gabinete para articular a derrota da tese da candidatura própria na Executiva do partido. O ministro já conversou com os governadores da legenda, entre eles Ricardo Coutinho (PB) e Renato Casagrande (ES), além de parlamentares da legenda. Um dos últimos encontros ocorreu há alguns dias com o senador João Capiberibe, que tem o controle da legenda no Amapá. Segundo relatos de quem ouviu o ministro, ele tem argumentado que o PSB será prejudicado em suas alianças estaduais caso tenha candidatura própria. Bezerra até fez chegar ao Palácio do Planalto sua disposição de deixar o PSB caso Campos insista na candidatura. Além de negociar com o próprio PT, Bezerra conversa com o PSD, de Gilberto Kassab, e com o PMDB. Sua rebeldia tem origem no Estado de Pernambuco. Bezerra cobiça a cadeira de Campos, que manifesta preferência por outros nomes. Ontem Campos convocou a imprensa para anunciar o fim do racionamento de água em Recife e Jaboatão e não quis falar sobre eleições. "Hoje só falo de água." OFENSIVA A aproximação com Bezerra é uma ponta da estratégia petista de desmonte do palanque de Campos país afora. Numa operação orquestrada pelo PT, o PMDB trabalha para tirar o controle do partido em Pernambuco das mãos do ex-senador Jarbas Vasconcelos, apoiador de Campos, e entregá-lo ao prefeito de Petrolina, também candidato ao governo. No Espírito Santo, o presidente do PT, Rui Falcão, já esteve com o governador para negociar sua neutralidade no Estado em troca do apoio petista à sua reeleição. Quatro dias depois, Casagrande defendeu, publicamente, a manutenção da aliança do PSB com Dilma. Na quarta passada, Falcão e o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, prestigiaram a solenidade que marcou a migração de 20 filiados do PSB para o PT. Todos ocupantes de cargos comissionados no governo Agnelo Queiroz (PT-DF). Em Goiás, a saída do empresário José Batista Júnior, um dos donos do grupo JBS-Friboi, do PSB para o PMDB é apontado como mais um lance do cerco do PT e seus aliados a Campos. Até então filiado ao PSB, o empresário era uma das apostas de Campos para sustentação de seu palanque nacional. O assédio ao PSB tem provocado até um mal-estar entre Campos e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Tendo recebido o apoio do governador de Pernambuco para a construção de seu partido, Kassab tenta atrair integrantes do PSB para os quadros do PSD: além de Bezerra, conversa com os irmãos Cid e Ciro Gomes.

domingo, 19 de maio de 2013

Depoimento: Sem nenhuma pose teatral, Nara Leão era suave e meiga em tudo

Cantoras são pessoas especiais. Pessoas, não. Artistas. Chamá-las de divas, como se fazia no passado, caiu em desuso por falta de grandeza bastante na palavra, para designar as estrelas. Caixa com 13 discos recupera fase de ouro de Nara Nara era uma moça que gostava de cantar. Simplesmente isso. E cantar simplesmente --como quem canta só porque gosta. Quando apareceram as primeiras oportunidades de se mostrar cantando, não foi uma cantora que se mostrou. Foi uma pessoa, uma moça que cantava. Veja Fotos Cantando de um jeito muito especial: simplesmente cantando. Nenhuma pose ensaiada, nada de olhares e sorrisos fabricados no espelho. A voz suave, uma espécie de meiguice sonora, vinha natural e carinhosa da suavidade que era a própria Nara. Quando chegou, sem demora, a oportunidade do primeiro disco, nada da excitação e dos ares de ocasião extraordinária, típicos da situação. Nara chamou uns poucos conhecidos no fim de tarde de um domingo --Thereza Aragão, Gullar, eu e, não me lembro, mais alguém-- para uma conversa de escolhas das músicas. Duas horas de conversa com toda a naturalidade. Como se fazer um disco profissional, para gravadora importante, fosse uma banalidade na vida de Nara. E na nossa. Dias depois, Nara me pediu para fazer a capa de "Opinião de Nara" (1964). Gostara das suas fotos que fiz, suponho que em ensaio da peça-show "Opinião". Montei com duas fotos diferentes o mesmo modelo de capa --quase toda branca, para destacar-se no mundaréu de cores das lojas de discos. Nara não escolheu a minha preferida, e lembro do que disse: "Me mostra diferente das fotos que sempre fazem de mim". Usei a outra foto na contracapa, mas deu-se o desastre. Perderam esta parte da arte-final e encheram o espaço com uma bagunça de textos. O sucesso de Nara foi rapidíssimo. Mas sucesso da moça que gostava de cantar. Nara não passou a ser "a cantora". Nada de roupas feitas para os shows, penteados e maquiagens arquitetônicos, arranjos decorativos no camarim. Nenhuma pose teatral. Todo o jeito só do jeito dela. Suave em tudo, em tudo meiga. A capa do disco seguinte, "O Canto Livre de Nara" (1965), teve também seu incidente. Desta vez, o preto predominava (as lojas de discos estavam cheias de capas brancas). E a foto, no centro, que seria em cor esmaecida, foi impressa em preto. Economias ordinárias, para poupar a terceira cor. A novidade do segundo incidente foi gerar um mistério. Há poucos anos, Ruy Castro me mostrou a edição japonesa desse disco, em CD mais ou menos recente. E lá estava a capa, tal como na arte-final, em preto, palavras em vermelho vivo, foto em sépia esmaecido. Não entendi como isso pôde acontecer. Até que, puxando lembranças para atender ao pedido desse texto, revi na cabeça a arte-final emoldurada por Nara. E logo com vidro e a leve moldura quebrados por ela, diante de mim e do nosso amigo Dico Wanderley, ao sentar na poltrona sem notar que o quadro estava sob um casaco, quase todo encoberto. O cartão não se rasgara. Segundo Dico, seria um presente para mim. Com a edição do original no Japão, não deixou de ser. A palavra nara, para os adeptos de palavras cruzadas, significa "o inferno dos malês". Mas Nara é enlevo, e pode ser saudade.

sábado, 18 de maio de 2013

RJ: favela passa por banho de loja para receber o papa

A Favela de Varginha, que será visitada pelo papa, ganha um banho de loja. O asfalto está sendo recapeado, o campo de futebol recebeu nova iluminação, garis varrem a rua todo dia e o muro da escola municipal terá grade. Mas tudo isso se restringe a um trecho de 300 metros da Rua Carlos Chagas, onde Francisco passará. "Estão fazendo obra para o papa ver. Quero que façam as obras que ele não vê, como as de saneamento. Não tem nenhum funcionário da prefeitura nas outras ruas", diz o comerciante Manoel Arcanjo, de 55 anos, morador de Varginha há 46, lembrando que a Carlos Chagas - principal acesso à comunidade de Manguinhos, na zona norte - foi asfaltada nos anos 1970 e nunca mais teve manutenção, apesar das inundações constantes do Rio Faria Timbó. Desde que Varginha foi anunciada pelo Vaticano como um dos locais a serem visitados, há 10 dias, equipes da prefeitura trabalham no curto trecho entre a entrada da favela, onde está a Igreja de São Jerônimo Emilliani, e o campo de futebol, que ganhou poste com refletores e onde o tricampeão Jairzinho treina adolescentes. A Rioluz trocou todo o cabeamento até o transformador. Carros abandonados no acostamento da Carlos Chagas já foram rebocados. Garis passaram a varrer a rua diariamente, o que não ocorria. "Eles tiravam o lixo da caçamba, mas não tinha gente fazendo limpeza. Espero que continuem a vir depois do papa", diz a dona de casa Ivanete de Jesus. A Rio Eventos, empresa da prefeitura que trata de temas ligados à Jornada da Juventude, informou que Varginha foi pacificada recentemente, permitindo serviços públicos. Já havia um cronograma de intervenções, mas algumas foram antecipadas por causa do papa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

RJ: favela passa por banho de loja para receber o papa

A Favela de Varginha, que será visitada pelo papa, ganha um banho de loja. O asfalto está sendo recapeado, o campo de futebol recebeu nova iluminação, garis varrem a rua todo dia e o muro da escola municipal terá grade. Mas tudo isso se restringe a um trecho de 300 metros da Rua Carlos Chagas, onde Francisco passará. "Estão fazendo obra para o papa ver. Quero que façam as obras que ele não vê, como as de saneamento. Não tem nenhum funcionário da prefeitura nas outras ruas", diz o comerciante Manoel Arcanjo, de 55 anos, morador de Varginha há 46, lembrando que a Carlos Chagas - principal acesso à comunidade de Manguinhos, na zona norte - foi asfaltada nos anos 1970 e nunca mais teve manutenção, apesar das inundações constantes do Rio Faria Timbó. Desde que Varginha foi anunciada pelo Vaticano como um dos locais a serem visitados, há 10 dias, equipes da prefeitura trabalham no curto trecho entre a entrada da favela, onde está a Igreja de São Jerônimo Emilliani, e o campo de futebol, que ganhou poste com refletores e onde o tricampeão Jairzinho treina adolescentes. A Rioluz trocou todo o cabeamento até o transformador. Carros abandonados no acostamento da Carlos Chagas já foram rebocados. Garis passaram a varrer a rua diariamente, o que não ocorria. "Eles tiravam o lixo da caçamba, mas não tinha gente fazendo limpeza. Espero que continuem a vir depois do papa", diz a dona de casa Ivanete de Jesus. A Rio Eventos, empresa da prefeitura que trata de temas ligados à Jornada da Juventude, informou que Varginha foi pacificada recentemente, permitindo serviços públicos. Já havia um cronograma de intervenções, mas algumas foram antecipadas por causa do papa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

RJ: favela passa por banho de loja para receber o papa

A Favela de Varginha, que será visitada pelo papa, ganha um banho de loja. O asfalto está sendo recapeado, o campo de futebol recebeu nova iluminação, garis varrem a rua todo dia e o muro da escola municipal terá grade. Mas tudo isso se restringe a um trecho de 300 metros da Rua Carlos Chagas, onde Francisco passará. "Estão fazendo obra para o papa ver. Quero que façam as obras que ele não vê, como as de saneamento. Não tem nenhum funcionário da prefeitura nas outras ruas", diz o comerciante Manoel Arcanjo, de 55 anos, morador de Varginha há 46, lembrando que a Carlos Chagas - principal acesso à comunidade de Manguinhos, na zona norte - foi asfaltada nos anos 1970 e nunca mais teve manutenção, apesar das inundações constantes do Rio Faria Timbó. Desde que Varginha foi anunciada pelo Vaticano como um dos locais a serem visitados, há 10 dias, equipes da prefeitura trabalham no curto trecho entre a entrada da favela, onde está a Igreja de São Jerônimo Emilliani, e o campo de futebol, que ganhou poste com refletores e onde o tricampeão Jairzinho treina adolescentes. A Rioluz trocou todo o cabeamento até o transformador. Carros abandonados no acostamento da Carlos Chagas já foram rebocados. Garis passaram a varrer a rua diariamente, o que não ocorria. "Eles tiravam o lixo da caçamba, mas não tinha gente fazendo limpeza. Espero que continuem a vir depois do papa", diz a dona de casa Ivanete de Jesus. A Rio Eventos, empresa da prefeitura que trata de temas ligados à Jornada da Juventude, informou que Varginha foi pacificada recentemente, permitindo serviços públicos. Já havia um cronograma de intervenções, mas algumas foram antecipadas por causa do papa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

GNT reconhece problemas em séries brasileiras, mas vai continuar investindo

GNT surpreendeu o público com o lançamento quase simultâneo de quatro séries brasileiras no intervalo de três semanas – "Copa Hotel", "Canalhas", "Surtadas na Yoga" e "3 Teresas". Os planos do canal pago da Globosat seguem ambiciosos. No segundo semestre, mais duas novas séries serão lançadas e vai estrear a segunda temporada de "Sessão de Terapia". Em entrevista ao UOL, por telefone, a diretora-geral do canal, Daniela Mignani, reconhece que os programas que acabam de estrear têm diferentes padrões de qualidade. "A gente colocou no ar uma série que não é a ideal, mas tem que fazer", diz. "É uma tentativa hercúlea e árdua. É natural que se tenha uma carência de projetos de ficção. Porque não havia esse mercado. Quando você decide exibir novelas seis séries, você esbarra numa série de dificuldades", diz Daniela

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Anthrax relembra disco clássico de 1987 ao retornar com show a SP

Mais uma das bandas do "Big Four" do thrash metal -- honraria que divide com Megadeth, Metallica e Slayer -- a retornar ao Brasil nos últimos dois anos, o Anthrax tocou para um HSBC Brasil lotado na noite desta quarta-feira (15) em São Paulo, relembrando boa parte do disco "Among The Living", de 1987, e ainda deixando espaço para um pouco de "Worship Music", trabalho mais recente dos norte-americanos, lançado em 2011. Com pentagramas em azul que logo se transformaram em vermelho-sangue no palco, a banda começou sua apresentação às 22h50, com "Worship", música de abertura do disco mais recente, que foi seguida pela entrada da careca e barbicha clássicas de Scott Ian no palco, fundador e figura mais carismática do grupo desde 1981. Já o vocalista Joey Belladonna veio em seguida, correndo de um lado para outro antes de começar a cantar em "Among The Living", faixa-título do álbum que foi celebrado na noite. O show marcou a quarta passagem da banda pelo Brasil, a segunda com Belladonna no comando dos vocais. As visitas anteriores da banda ao país ainda contavam com John Bush no microfone. No repertório, o peso de faixas que consagram o disco lançado há 26 anos como "Caught in a Mosh", "Indians" e "I Am The Law". Um dos principais momentos da apresentação, com maior resposta do público, foi a cover de "T.N.T.", clássico do AC/DC que fica muito bem na voz aguda de Belladonna. Antes de começar a tocar, Scott se referiu à banda australiana como a "melhor do mundo". A música é tradicional no repertório do Anthrax, que também conta com faixas de outras bandas como Stormtroopers of Death -- outra banda criada por Scott Ian ao lado de Dan Lilker, baixista que também fundou o Anthrax -- e Joe Jackson, este último representado com a versão quase punk de "Got The Time", lançada pelo Anthrax em 1990 no álbum "Persistance of Time". Durante outro momento do show, duas bandeiras foram estendidas no palco e mostravam os rostos de Dimebag Darrell, guitarrista do Pantera morto em 2004, e do cultuado vocalista Ronnie James Dio, que morreu seis anos mais tarde. Belladonna, que guarda certa semelhança física com o cantor, incentivou o público a homenagear Dio com o símbolo do chifrinho tão associado ao ex-vocalista do Black Sabbath, imitado por todo fã fiel de heavy metal.

domingo, 5 de maio de 2013

Avião Solar Impulse aterrissa em Phoenix após 18 horas de voo

avião Solar Impulse, primeira e única aeronave movida a energia solar, aterrissou na madrugada deste sábado no aeroporto internacional de Phoenix, Arizona, após 18 horas de voo a partir de São Francisco, de acordo com imagens transmitidas na internet pelos organizadores da iniciativa. A aeronave, pilotada pelo suíço Bertrand Piccard, aterrissou sem problemas às 07h30 GMT (04h30 de Brasília), e concluiu a primeira etapa de sua viagem pelos Estados Unidos. "Estou muito feliz de estar aqui, estou muito feliz de ter aterrissado em Phoenix", disse Piccard à imprensa momentos depois de pousar o avião. A viagem a Nova York será realizada em cinco etapas por razões de segurança. De acordo com os responsáveis pelo projeto, o Solar Impulse terá condições de fazer o voo entre São Francisco e Nova York sem escalas em aproximadamente três dias. Piccard disse que as baterias ainda tinham dois terços de sua capacidade após o pouso em Phoenix. A aeronave possui quatro motores elétricos instalados sob uma grande asa, onde estão montadas 12.000 células fotovoltaicas que garantem a energia para o voo. Dessa forma, Piccard pode levar o avião a uma altitude de pouco mais de 8.000 metros utilizando os motores e, depois, planar praticamente sem utilizar energia até que a luz solar recarregue as baterias. O plano original prevê a permanência da aeronave por até dez dias em cada uma das etapas, para que possa ser exibida ao público. O plano de voo inclui aterrissagens em Dallas e Washington antes da chegada em Nova York, no início de julho.

sábado, 4 de maio de 2013

Após polêmica, Lobão diz que tocará com Mano Brown na Virada Cultural de SP

Depois da polêmica sobre declarações de Lobão dadas à "Folha de S.Paulo", o cantor disse no Twitter, na tarde desta sexta-feira (3), que conversou com o rapper Mano Brown e que eles "conseguiram se entender". "Atenção, enfim, uma linda notícia,o Mano Brown acabou de me ligar, tivemos uma conversa franca e decidimos que vamos fazer um som juntos". E acrescentou: "Vamos nos encontrar e vamos tocar juntos na Virada. Queremos mostrar pra galera que podemos divergir e ao mesmo tempo caminhar juntos". Mano Brown estará na Virada Cultural de São Paulo com o Racionais MCs no domingo (19) às 15h, no Palco Júlio Prestes. Já Lobão se apresenta no Palco São João, no sábado (18) às 18h.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Vaias e aplausos marcaram a última noite de atividades do Studio SP, endereço badalado de São Paulo que fechou as portas na madrugada desta sexta-feira (3). A casa ficou conhecida por abrir espaço para uma renovação da cena musical brasileira e vitalizar a região, que ficou conhecida como Baixo Augusta.

Vaias e aplausos marcaram a última noite de atividades do Studio SP, endereço badalado de São Paulo que fechou as portas na madrugada desta sexta-feira (3). A casa ficou conhecida por abrir espaço para uma renovação da cena musical brasileira e vitalizar a região, que ficou conhecida como Baixo Augusta. Os aplausos foram para convidados especiais que subiram pela última vez no palco da casa: Criolo, Emicida, Tulipa Ruiz, Kamau e as bandas Metá Metá e Instituto. As vaias foram de quem não conseguiu entrar. Mais de 100 pessoas aguardaram para conferir os shows do lado de fora onde foi instalado um telão com transmissão ao vivo dos shows. Mas a transmissão deixou a desejar. A imprensa também não teve acesso – com exceção da TV Cultura. A festa de despedida deve virar um documentário, dirigido pela atriz Leandra Leal, que circulou dentro e fora da casa, mas que não quis falar com a reportagem do UOL. "Estou trabalhando", desconversou a atriz.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Ele nunca está sozinho", diz irmão de Roberto Carlos sobre namoradas

Roberto Carlos pode estar solteiro, mas não está sozinho. É o que diz o irmão do cantor Carlos Alberto Braga, que estava na plateia de seu show no Espaço das Américas, em São Paulo, na noite desta terça-feira (30). Questionado sobre a vida amorosa do cantor, Carlos Alberto ficou em silêncio por alguns segundos e, com um leve sorriso, respondeu: "Olha, o que posso dizer que ele nunca está sozinho", dando a entender que Roberto pode ter uma companheira. 7933truehttp://entretenimento.uol.com.br/enquetes/2013/04/24/o-que-voce-achou-sobre-o-pedido-de-roberto-carlos-para-tirar-o-livro-de-maira-zimmermann-de-circulacao.jsDe uma família de quatro irmãos, Roberto sempre foi discreto quando o assunto é sua vida pessoal. Neste mês, o cantor voltou a tentar censurar uma biografia que menciona seu nome. O alvo é um trabalho acadêmico sobre moda e comportamento na Jovem Guarda escrito por Maria Zimmermann – que, embora traga um desenho de Roberto na capa e uma foto sua no miolo, não faz menção à sua vida íntima. Em 2006, ele impediu a venda da biografia não autorizada "Roberto Carlos em Detalhes", do escritor Paulo César Araújo. Para Carlos Alberto, o irmão famoso só quer privacidade. "Sua história não envolve somente ele, mas também nomes de outras pessoas que talvez não pudessem ser citadas. Não tanto por ele. É isso que ele quer preservar", justificou ao UOL. O irmão também revelou curiosidades da infância do cantor. Disse que Roberto era muito levado, não gostava de matemática e que não era muito ligado aos estudos. Contou ainda que o cantor adora assistir a novelas e que sua comida preferida é macarrão. "Ele não come carne vermelha, por exemplo, mas adora carne de soja", ressaltou. Sobre música, o irmão do Rei lembrou que desde criança a família o incentivava a cantar por perceber seu dom. "Mamãe o incentivava a tocar violão. Ele começou em rádio e foi se aprimorando. Não foi forçado a nada, tudo foi fluindo naturalmente. Ele é o que é hoje por seu talento. Ele é o cara", finalizou Carlos, em alusão a música "Esse cara sou eu", sucesso do cantor que faz parte da trilha sonora da novela "Salve Jorge".

segunda-feira, 29 de abril de 2013

lente

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Sal

Eno é uma marca global de produtos gastrointestinais da GlaxoSmithKline (GSK)[1]. São sais de fruta efervescentes de ação rápida, usados ​​como um antiácido e analgésico para vida desconforto abdominal, azia e má digestão [2]; foi inventado em 1850 por James Crossley Eno (1827-1915). Possui vendas de cerca de £ 30 milhões, com seus principais mercados, sendo Espanha, Índia, Brasil, África do Sul, Malásia e Tailândia.

Sal

Eno é uma marca global de produtos gastrointestinais da GlaxoSmithKline (GSK)[1]. São sais de fruta efervescentes de ação rápida, usados ​​como um antiácido e analgésico para vida desconforto abdominal, azia e má digestão [2]; foi inventado em 1850 por James Crossley Eno (1827-1915). Possui vendas de cerca de £ 30 milhões, com seus principais mercados, sendo Espanha, Índia, Brasil, África do Sul, Malásia e Tailândia.

Ivo Meirelles anuncia saída da Mangueira e deixa dívida de R$ 3 milhões

Em desabafo publicado em seu blog neste sábado (27), o músico Ivo Meirelles anunciou que está deixando a presidência da tradicional escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira. "Às vésperas de completar seus 85 anos, não sei se vou comemorar o aniversário da minha querida Estação Primeira de Mangueira", escreveu o músico, explicando que tinha planos de deixar a escola desde o Carnaval de 2012, mas seu mandato de três anos acabou sendo prorrogado por mais um ano. Segundo ele, sua decisão de publicar naquele ano, na revista da escola os números de sua administração, com o objetivo de mostrar os números que herdou e "o porquê de não ter conseguido êxito em sanar suas dívidas", causou descontentamento entre membros da escola e fez com que Ivo não se sentisse à vontade para continuar. "E eis, que por fora de uma liminar, não impetrada por mim, eu me arrasto pra mais um carnaval. Confesso que não me senti à vontade. Sou um artista! Não sou um 'MEGASTAR', sei, mas sou um artista! Tenho a sensibilidade artística!! E ser presidente da Mangueira me 'azedou' um pouco na minha sensibilidade. Os interesses, são muitos... As panelinhas são muitas... As famílias são muitas... Os desafetos são muitos!", desabafou o músico. Veja Álbum de fotos "Agradeço os gritos e aplausos de muitos que estiveram na Sapucaí, nos assistindo, e entenderam que se não tínhamos a 'organização financeira', pra carros mirabolantes e fantasias pirotécnicas, tínhamos o que o Carnaval carece faz tempo: a emoção!", escreveu. Ao final do post, Ivo enumera os números das dívidas da escola, que somam cerca de 3 milhões de reais, mas defende-se dizendo que sua gestão já recebeu a administração da escola cheia de dívidas. "NINGUÉM, estava lá pra ver e publicar o quanto de dívidas eu vinha pagando ao longo desses quatro anos. Dívidas que não eram da minha gestão, mas da Mangueira. E não importava quem fora o presidente que a deixou. Algumas eu quitei, definitivamente, outras ainda perduram...", explicou. "Recebemos no balancete da gestão passada o valor de R$ 743.705,26 e estamos entregando com um número de R$ 816.101,37", completou. Atualmente, tanto Ivo quanto a Mangueira estão sob investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, que recebeu em 2010 uma denúncia anônima na qual o músico era acusado de pagar mensalmente R$ 150 mil a líderes do tráfico de drogas na comunidade. Em troca disso, ele teria sido nomeado presidente da agremiação, com indicação de outros membros para a diretoria. "Estou deixando a minha Escola do coração! Talvez, DEFINITIVAMENTE! Meu coração se apequenou por tanta covardia que sofremos nesse curto período. Até comemorar o carro que prendeu na torre 'neguim' comemorou! Mas a felicidade de poder ter contribuído para que milhares de Mangueirenses, Brasil/mundo afora, pudessem ter compartilhado da nossa emoção de ter feito o diferencial do Carnaval carioca nesses quatro carnavais que apresentamos, ISSO NÃO TEM VALOR!", despediu-se Ivo, agradecendo ainda àqueles que lhe deram apoio. "Mangueira, adeus, e de certa forma, obrigado! Porque FIZEMOS HISTÓRIA! Porque TE AMO!", finalizou o músico. Eleição Em eleições realizadas na quadra da Mangueira neste domingo, o deputado Francisco de Carvalho (PMDB), o Chiquinho da Mangueira, foi eleito presidente da escola de samba e assume o lugar de Ivo Meirelles, que estava na presidência desde 2009. Logo após as eleições, o novo presidente anunciou que Rosa Magalhães será a carnavalesca da escola no próximo Carnaval e Carlinhos de Jesus reassume a comissão de frente. Carlinhos comandou a ala por mais de dez anos e foi diretor artístico da Vila Isabel no Carnaval 2013. Rosa Magalhães estreia na verde e rosa depois de comandar o desfile campeão da Vila Isabel.

Ivo Meirelles anuncia saída da Mangueira e deixa dívida de R$ 3 milhões

Em desabafo publicado em seu blog neste sábado (27), o músico Ivo Meirelles anunciou que está deixando a presidência da tradicional escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira. "Às vésperas de completar seus 85 anos, não sei se vou comemorar o aniversário da minha querida Estação Primeira de Mangueira", escreveu o músico, explicando que tinha planos de deixar a escola desde o Carnaval de 2012, mas seu mandato de três anos acabou sendo prorrogado por mais um ano. Segundo ele, sua decisão de publicar naquele ano, na revista da escola os números de sua administração, com o objetivo de mostrar os números que herdou e "o porquê de não ter conseguido êxito em sanar suas dívidas", causou descontentamento entre membros da escola e fez com que Ivo não se sentisse à vontade para continuar. "E eis, que por fora de uma liminar, não impetrada por mim, eu me arrasto pra mais um carnaval. Confesso que não me senti à vontade. Sou um artista! Não sou um 'MEGASTAR', sei, mas sou um artista! Tenho a sensibilidade artística!! E ser presidente da Mangueira me 'azedou' um pouco na minha sensibilidade. Os interesses, são muitos... As panelinhas são muitas... As famílias são muitas... Os desafetos são muitos!", desabafou o músico. Veja Álbum de fotos "Agradeço os gritos e aplausos de muitos que estiveram na Sapucaí, nos assistindo, e entenderam que se não tínhamos a 'organização financeira', pra carros mirabolantes e fantasias pirotécnicas, tínhamos o que o Carnaval carece faz tempo: a emoção!", escreveu. Ao final do post, Ivo enumera os números das dívidas da escola, que somam cerca de 3 milhões de reais, mas defende-se dizendo que sua gestão já recebeu a administração da escola cheia de dívidas. "NINGUÉM, estava lá pra ver e publicar o quanto de dívidas eu vinha pagando ao longo desses quatro anos. Dívidas que não eram da minha gestão, mas da Mangueira. E não importava quem fora o presidente que a deixou. Algumas eu quitei, definitivamente, outras ainda perduram...", explicou. "Recebemos no balancete da gestão passada o valor de R$ 743.705,26 e estamos entregando com um número de R$ 816.101,37", completou. Atualmente, tanto Ivo quanto a Mangueira estão sob investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, que recebeu em 2010 uma denúncia anônima na qual o músico era acusado de pagar mensalmente R$ 150 mil a líderes do tráfico de drogas na comunidade. Em troca disso, ele teria sido nomeado presidente da agremiação, com indicação de outros membros para a diretoria. "Estou deixando a minha Escola do coração! Talvez, DEFINITIVAMENTE! Meu coração se apequenou por tanta covardia que sofremos nesse curto período. Até comemorar o carro que prendeu na torre 'neguim' comemorou! Mas a felicidade de poder ter contribuído para que milhares de Mangueirenses, Brasil/mundo afora, pudessem ter compartilhado da nossa emoção de ter feito o diferencial do Carnaval carioca nesses quatro carnavais que apresentamos, ISSO NÃO TEM VALOR!", despediu-se Ivo, agradecendo ainda àqueles que lhe deram apoio. "Mangueira, adeus, e de certa forma, obrigado! Porque FIZEMOS HISTÓRIA! Porque TE AMO!", finalizou o músico. Eleição Em eleições realizadas na quadra da Mangueira neste domingo, o deputado Francisco de Carvalho (PMDB), o Chiquinho da Mangueira, foi eleito presidente da escola de samba e assume o lugar de Ivo Meirelles, que estava na presidência desde 2009. Logo após as eleições, o novo presidente anunciou que Rosa Magalhães será a carnavalesca da escola no próximo Carnaval e Carlinhos de Jesus reassume a comissão de frente. Carlinhos comandou a ala por mais de dez anos e foi diretor artístico da Vila Isabel no Carnaval 2013. Rosa Magalhães estreia na verde e rosa depois de comandar o desfile campeão da Vila Isabel.

sábado, 27 de abril de 2013

SBT tira do ar programa do Patati Patata

O programa do Patati Patata, como se previa, não será mais apresentado no SBT. A princípio, houve o desejo de continuar por mais uma semana, mas depois se entendeu que nem isso irá acontecer. Hoje foi o último dia. E ponto. Não houve nem mesmo oportunidade para as despedidas de praxe. Assunto encerrado, entre outras coisas porque a direção da casa entendeu que o empresário da dupla, Rinaldi, através dos licenciamentos que existem, estava obtendo lucro muito maior com o programa. Ganhando mais que a própria emissora. O horário temporariamente será ocupado, já a partir de segunda-feira, com desenhos animados.

SBT tira do ar programa do Patati Patata

O programa do Patati Patata, como se previa, não será mais apresentado no SBT. A princípio, houve o desejo de continuar por mais uma semana, mas depois se entendeu que nem isso irá acontecer. Hoje foi o último dia. E ponto. Não houve nem mesmo oportunidade para as despedidas de praxe. Assunto encerrado, entre outras coisas porque a direção da casa entendeu que o empresário da dupla, Rinaldi, através dos licenciamentos que existem, estava obtendo lucro muito maior com o programa. Ganhando mais que a própria emissora. O horário temporariamente será ocupado, já a partir de segunda-feira, com desenhos animados.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

COpa

África é o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e da América) com cerca de 30 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta. É o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) com cerca de mil milhões de pessoas (estimativa para 2005 [1]), representando cerca de um sétimo da população do mundo, e 54 países independentes. Apresenta grande diversidade étnica, cultural, social e política. Dos trinta países mais pobres do mundo (com mais problemas de subnutrição, analfabetismo, baixa expectativa de vida), pelo menos 21 são africanos.[2] Apesar disso existem alguns países com um padrão de vida razoável, mas não existe nenhum país realmente desenvolvido na África.[3] A Líbia, Maurícia e Seicheles têm uma boa qualidade de vida. Ainda há outros países africanos com qualidade de vida e índices de desenvolvimento razoáveis, como a maior economia africana, a África do Sul e outros países como Marrocos, Argélia, Tunísia, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.[4]com mais problemas de subnutrição, analfabetismo, baixa expectativa de vida), pelo menos 21 são africanos.[2] Apesar disso existem alguns países com um padrão de vida razoável, mas não existe nenhum país realmente desenvolvido na África.[3] A Líbia, Maurícia e Seicheles têm uma boa qualidade de vida. Ainda há outros países africanos com qualidade de vida e índices de desenvolvimento razoáveis, como a maior economia africana, a África do Sul e outros países como Marrocos, Argélia, Tunísia, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.[4]

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Óculos

Os óculos são dispositivos ópticos utilizados para a compensação de ametropias, e/ou protecção dos olhos, ou ainda por motivos estéticos, utilizados na parte superior da face, próximos aos olhos, mas sem entrar em contacto físico com estes, constituídos geralmente por duas lentes oftálmicas e uma armação. Actualmente, quase todos os modelos de óculos são usados diante do rosto repousando sobre o nariz e orelhas. Índice [esconder] 1 História 2 Armações de óculos 3 Referências 4 Ver também [editar] História O Apóstolo dos Óculos por Conrad von Soest. A palavra óculos surgiu com o termo ocularium, na Antiguidade Clássica. Era utilizado para designar os orifícios das armaduras dos soldados da época, que serviam para permitir que os mesmos enxergassem. Só no século I d.C surgiram às primeiras lentes corretivas, que eram feitas com pedras semipreciosas que eram cortadas em tiras finas e davam origem aos óculos de grau para perto. Tudo isso se deve ao matemático árabe Alhazen, que, perto do ano 1000 d.C., formulou uma teoria sobre a incidência de luz em espelhos esféricos e como isso reagia no olho humano. Os monges eram, sobretudo, os mais beneficiados com o objeto, por passarem horas trabalhando nas grandes bibliotecas da Europa. Em 1270, na Alemanha, foram criados os primeiros óculos com aros de ferro e unidos por rebites. Era semelhante a um compasso, porém não possuía hastes. Os modelos que foram mais usados no século XV eram o Pince-nez e o Lornhons. Porém eles ainda não possuíam hastes fixas, sendo que a mesma só passou a surgir no século XVII, e era usada para se apoiar às orelhas. No Brasil, os óculos surgiram no século XVI, com a colonização portuguesa, e eram usados principalmente por religiosos (em sua maioria jesuítas), funcionários da coroa portuguesa, colonos abastados e homens de letras. Uma antiga referência histórica sobre a existência dos óculos remonta aos antigos egípcios no século V a.C., que retratam lentes de vidro sem grau. As primeiras referências sobre a existência óculos bifocais datam de 500 a.C. e foram encontradas em textos do filósofo chinês Confúcio. Nessa época, eram apenas um adereço pessoal. As lentes eram de vidro, mas não tinham grau.[1] Foram as experiências em óptica de Robert Grosseteste e seu discípulo Roger Bacon que levaram à invenção dos óculos modernos. Em 1284, as guildas de Veneza já os mencionavam e durante o século XIV o fabrico de óculos popularizou-se por toda a Europa. Nem sempre os óculos foram fabricados com a forma com que são conhecidos hoje em dia. No século XIX era possível encontrar com mais facilidade que hoje os monóculos (apenas uma lente oftálmica) e também, as lentes sem armação. Em 1785 Benjamin Franklin inventou os primeiros óculos bifocais, com duas lentes a frente de cada olho unidas pela armação. Possibilitando enxergar de longe e de perto em um único acessório. [2] Graças à utilização de matérias-primas mais baratas para sua produção e o grande avanço da tecnologia, hoje em dia temos os mais variados tipos de óculos, de diferentes tamanhos, cores, estilos, e para os mais variados gostos.

Google avisa que primeiros óculos ficaram prontos e serão entregues

O Google enviou um e-mail aos desenvolvedores na segunda-feira (15) para avisar que as primeiras unidades dos seus óculos do futuro, chamados Glass, já estão prontas. Em fevereiro, a companhia começou a selecionar os primeiros consumidores que poderão comprar os óculos, que teve as primeiras imagens reveladas há um ano. "Desde então, temos trabalhado duramente na edição Explorer do Glass e temos uma ótima notícia: o hardware e o software estão prontos. Estamos vendo os primeiros dispositivos saindo da linha de produção”, escreveu o Google na mensagem aos desenvolvedores. A companhia não revelou quando os óculos começarão a ser vendidos aos consumidores.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Brasil lidera lista de países que mais faturaram com venda de jogadores em 2012

Essa operação elevou a negociação de jogadores a um patamar que pode ser comparada, guardadas as devidas proporções, com alguns dos principais produtos de exportação do país. Considerado apenas o mês de março de 2013, o Brasil ganhou R$ 164 milhões com toda a venda de Etanol; levou outros R$ 156 milhões com algodão; e mais R$ 185 milhões com alumínio. Claro que essas mercadorias dão muito mais dinheiro ao país somado o ano inteiro. Mas, de qualquer forma, isso mostra o poderio da arrecadação da venda de atletas. Ainda mais se for feita uma comparação hipotética - a título de curiosidade - em relação ao volume de exportação de cada item. Com os mais de R$ 100 milhões pagos por seus direitos, Lucas, que tem 66kg, custou "R$ 1,641 milhão por quilo" ao PSG. O quilo de alumínio tem sido negociado em abril a uma média de R$ 3,81. Não dá para saber a cotação média do quilo do jogador brasileiro porque o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior não inclui - obviamente, porque uma pessoa não pode ser vista como mercadoria - esse item no seu relatório para balança comercial. Mas, se o fizesse, ajudaria a reduzir as quedas recentes no superávit nacional.

Brasil lidera lista de países que mais faturaram com venda de jogadores em 2012

Essa operação elevou a negociação de jogadores a um patamar que pode ser comparada, guardadas as devidas proporções, com alguns dos principais produtos de exportação do país. Considerado apenas o mês de março de 2013, o Brasil ganhou R$ 164 milhões com toda a venda de Etanol; levou outros R$ 156 milhões com algodão; e mais R$ 185 milhões com alumínio. Claro que essas mercadorias dão muito mais dinheiro ao país somado o ano inteiro. Mas, de qualquer forma, isso mostra o poderio da arrecadação da venda de atletas. Ainda mais se for feita uma comparação hipotética - a título de curiosidade - em relação ao volume de exportação de cada item. Com os mais de R$ 100 milhões pagos por seus direitos, Lucas, que tem 66kg, custou "R$ 1,641 milhão por quilo" ao PSG. O quilo de alumínio tem sido negociado em abril a uma média de R$ 3,81. Não dá para saber a cotação média do quilo do jogador brasileiro porque o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior não inclui - obviamente, porque uma pessoa não pode ser vista como mercadoria - esse item no seu relatório para balança comercial. Mas, se o fizesse, ajudaria a reduzir as quedas recentes no superávit nacional.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Palhaços Patati e Patatá são autorizados a captar R$ 2,1 milhões para turnê comemorativa

Os palhaços Patati e Patatá, apresentadores do programa "Carrossel Animado" no SBT, conseguiram a autorização do ministério da Cultura para captar R$ 2.119.670 em função de uma turnê comemorativa aos 25 anos da dupla. O valor do apoio, divulgado nesta segunda-feira (22) no Diário Oficial da União, consiste em 78 apresentações em São Paulo e Rio de Janeiro. Seria criado um visao roteiro especial para o formato oculos , contendo "performances inéditas e histórias de aventuras divertidas" para o público infantojuvenil. Desde 2011 a dupla apresenta o programa "Carrossel Animado" ao lado de outros personagens, como vida Mano Tensão, Tony Tonelada e Professor Miolo Mole -- este último entrou para o elenco em 2013

domingo, 21 de abril de 2013

Paralamas do Sucesso estreia show de 30 anos com muitos hits e nada de "blá blá blá"

Foi com a música "Alagados" que o Paralamas do Sucesso deu início à turnê especial que comemora seus 30 anos de carreira, neste sábado (dia 20), no Espaço das Américas (zona oeste de São Paulo). Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone montaram um repertório com os principais hits do grupo, dos primeiros aos mais recentes, e tocaram cerca de 30 músicas em 1h45 de show. O público --que lotou o local-- não parava de cantar e dançar. Era um sucesso atrás de outro, quase sem intervalo. Destaque para a sequência: "Romance Ideal", "Quase um Segundo", "Meu Erro", "Óculos", "Lanterna dos Afogados" e "Ela Disse Adeus". O trio, que dividiu o palco com o tecladista João Fera e a dupla de sopros Bidu Cordeiro e Monteiro Júnior, também inseriu, no show, trechos e introduções de canções de outros artistas e bandas que influenciaram essas três décadas de carreira. Tim Maia, Lulu Santos e o Legião Urbana, com "Que País É Esse?", foram lembrados. Um telão montado no fundo no palco mostrava os nomes e as datas de lançamento de cada uma das músicas tocadas, além de dezenas de fotos de todas as fases da banda e cenas antigas de shows e de bastidores. Isso tudo enquanto Herbert cantava suas principais canções e elogiava a plateia, rapidamente, entre uma música e outra, antes de dizer um "vamos deixar de blá blá blá" e voltar ao show. Todos da banda estavam visivelmente emocionados. Os fãs também. A turnê de 30 anos passará pelo Rio de Janeiro, por Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Brasília. A direção do espetáculo é de Claudio Torres e José Fortes, que é empresário desde o início da carreira.

sábado, 20 de abril de 2013

novos óculos do Google e um futuro sem usar as mãos

Quando, no meio de 2012, Sergey Brin apareceu usando um estranho par de óculos com uma pequena telinha transparente no lugar de uma das lentes, a surpresa foi geral. Mostrado em uma convenção cujo público era formado por desenvolvedores, o Google Glass causou uma pequena comoção entre os presentes e, principalmente, um estranhamento geral da maioria das pessoas que não é do mundo da tecnologia. Essa reação se dividia entre ceticismo e a sensação de estar vendo algo mais próximo da ficção científica. Afinal, são óculos que permitem adicionar uma camada digital ao mundo analógico. É uma extensão drástica do conceito de realidade aumentada, aquela que, através da câmera de seu celular, identifica o que está ao redor para acrescentar informações àquilo que se vê. Olhe para uma rua e a realidade aumentada identifica o que há em cada prédio. O Google Glass iria além, porque não apenas reuniria informações do que se vê, mas também funciona como câmera, dispositivo de acesso à internet e canal de comunicação. Acionado apenas pela voz, ele faria a maioria das coisas que seu celular pode fazer hoje, mas sem que seja preciso manuseá-lo. Eis que semana passada os óculos voltaram a aparecer. Agora se chamam apenas Glass e no site google.com seu funcionamento é detalhado com ênfase nas atividades cotidianas. A empresa já mira no público final e não mais nos desenvolvedores. E reuniu diferentes atividades em vídeo para mostrar como seria fácil utilizá-los. Basta falar “Ok, Glass” e o aparelho está pronto para obedecer a diferentes comandos: “Filme isto”, “tire uma foto e mande para esses amigos” ou “mostre o melhor caminho para chegar num determinado lugar”.

novos óculos do Google e um futuro sem usar as mãos

Quando, no meio de 2012, Sergey Brin apareceu usando um estranho par de óculos com uma pequena telinha transparente no lugar de uma das lentes, a surpresa foi geral. Mostrado em uma convenção cujo público era formado por desenvolvedores, o Google Glass causou uma pequena comoção entre os presentes e, principalmente, um estranhamento geral da maioria das pessoas que não é do mundo da tecnologia. Essa reação se dividia entre ceticismo e a sensação de estar vendo algo mais próximo da ficção científica. Afinal, são óculos que permitem adicionar uma camada digital ao mundo analógico. É uma extensão drástica do conceito de realidade aumentada, aquela que, através da câmera de seu celular, identifica o que está ao redor para acrescentar informações àquilo que se vê. Olhe para uma rua e a realidade aumentada identifica o que há em cada prédio. O Google Glass iria além, porque não apenas reuniria informações do que se vê, mas também funciona como câmera, dispositivo de acesso à internet e canal de comunicação. Acionado apenas pela voz, ele faria a maioria das coisas que seu celular pode fazer hoje, mas sem que seja preciso manuseá-lo. Eis que semana passada os óculos voltaram a aparecer. Agora se chamam apenas Glass e no site google.com seu funcionamento é detalhado com ênfase nas atividades cotidianas. A empresa já mira no público final e não mais nos desenvolvedores. E reuniu diferentes atividades em vídeo para mostrar como seria fácil utilizá-los. Basta falar “Ok, Glass” e o aparelho está pronto para obedecer a diferentes comandos: “Filme isto”, “tire uma foto e mande para esses amigos” ou “mostre o melhor caminho para chegar num determinado lugar”.

Baidu está desenvolvendo óculos digital similar ao Google Glass

O Baidu, maior site de busca da China, está desenvolvendo um protótipo de óculos digital parecido com o Google Glass do Google, que irá alavancar as forças da companhia chinesa na pesquisa de imagens e reconhecimento facial, informou um porta-voz da Baidu, na quarta-feira. Conhecido internamente como projeto "Baidu Eye", os óculos estão sendo testados apenas dentro da empresa e não está claro se o produto será comercializado algum dia, disse o porta-voz da empresa, Kaiser Kuo. Ele disse que o dispositivo será montado em um fone de ouvido com uma pequena tela LCD e permitirá aos usuários fazer pesquisas de imagem e voz, além de fazer identificações por reconhecimento facial. "O que você está fazendo com a sua câmera, por exemplo, tirando uma foto de uma celebridade e depois em nossa base de dados para ver se temos uma imagem facial correspondente, você pode fazer a mesma coisa com um dispositivo visual que se pode vestir", disse Kuo. A primeira incursão do Baidu em tecnologia acoplada ao corpo atrairá comparações ao Google Glass, que é um óculos eletrônico que pode transmitir imagens e áudios live-stream e realizar tarefas de computação. Kuo disse que as comparações com o Google Glass eram prematuras, uma vez que a Baidu não tinha decidido se iria ou não comercializar o produto. "Não decidimos se será lançado em alguma forma comercial no momento, mas estamos experimentando com todo o tipo de tecnologias relacionada à pesquisa", contou o porta-voz. Kuo não quis comentar sobre outras funções do Baidu Eye ou se a empresa trabalha em outra tecnologia adaptada para o uso no corpo.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

África

África é o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e da América) com cerca de 30 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta. É o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) com cerca de mil milhões de pessoas (estimativa para 2005 [1]), representando cerca de um sétimo da população do mundo, e 54 países independentes. Apresenta grande diversidade étnica, cultural, social e política. Dos trinta países mais pobres do mundo (com mais problemas de subnutrição, analfabetismo, baixa expectativa de vida), pelo menos 21 são africanos.[2] Apesar disso existem alguns países com um padrão de vida razoável, mas não existe nenhum país realmente desenvolvido na África.[3] A Líbia, Maurícia e Seicheles têm uma boa qualidade de vida. Ainda há outros países africanos com qualidade de vida e índices de desenvolvimento razoáveis, como a maior economia africana, a África do Sul e outros países como Marrocos, Argélia, Tunísia, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.[4]

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Steven Soderbergh e Roman Polanski brigam pela Palma de Ouro em Cannes

Foram revelados nesta quinta-feira (18) os 19 filmes que vão disputar a Palma de Ouro na 66ª edição do Festival de Cannes, que acontece de 15 a 26 de maio. Entre os filmes mais aguardados, estão produções de Steven Soderbergh, Roman Polanski, os irmãos Coen, Paolo Sorrentino, Takashi Miike e Hirokazu Koreeda. O cineasta japonês Koreeda é uma forte presença, tendo em conta que já foi nomeado para duas Palmas de Ouro em edições anteriores. Polanski, que recebeu em 2002 a Palma de Ouro por "O Pianista", apresenta-se este ano em Cannes com o drama "La Vénus à la Fourrure". Os irmãos Coen, que não competiam desde 2007, trazem este ano "Inside Llewyn Davis". A seção Un Certain Regard (um certo olhar) conta com nomes como James Franco, Sofia Coppola, Hany Abu-Assad e Diego Quemada-Diez. O maior e mais conceituado festival de cinema do mundo arranca no dia 16 com a estreia do filme americano "O Grande Gatsby" de Baz Luhrmann. No mesmo dia, o filme "The Bling Ring" de Sofia Coppola, com Emma Watson no papel principal, Taïssa Farmiga, Leslie Mann e Kirsten Dunst, será projetado na abertura da secção Un Certain Regard. Para o encerramento do certame o filme escolhido foi o thriller francês "Zulu", de Jérôme Salle, totalmente filmado na África do Sul. O júri da Seleção Oficial do festival será presidido por Steven Spielberg e diretor dinamarquês Thomas Vinterberg será, este ano, o presidente do Júri da mostra Un Certain Regard. A realizadora Jane Campion vai presidir o júri de curtas-metragens e da Cinéfondation.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Nicolás Maduro é eleito presidente da Venezuela e se mantém no cargo

Sucessão de Hugo Chávez Cobertura completa UOL na Venezuela Notícias Vídeos Fotos Quem é Maduro Quem é Capriles Morte de Hugo Chávez Nicolás Maduro é eleito presidente da Venezuela e se mantém no cargo Do UOL, em São Paulo* 15/04/201300h48 > Atualizada 15/04/201302h32 Comunicar erro Imprimir Veja Álbum de fotos O candidato chavista Nicolás Maduro, 50, do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), foi eleito presidente da Venezuela nesta segunda-feira (15) em disputa com o oposicionista Henrique Capriles, 40, do MUD (Mesa de Unidade Democrática). Capriles disse, em pronunciamento na madrugada desta segunda (15), que não reconhece o resultado e que pedirá uma recontagem dos votos. A eleição de Maduro, que estava no cargo de presidente interino desde a morte de Hugo Chávez, em 5 de março passado, foi anunciada pela presidente do CNE (Conselho Nacional Eleitoral) Tibisay Lucena às 0h45 da segunda-feira (15) (23h15 do domingo (14) no horário venezuelano), no primeiro boletim oficial que poderia ser divulgado em caráter "irrevogável". O mandato para o qual ele foi eleito vai até 2019. Com 99,12% dos votos apurados, Maduro tinha 50,66% da preferência do eleitorado, ou 7.505.338 votos. Capriles tinha 49,07%, com 7.270.403. A diferença entre os dois candidatos era de 234.935 votos. Segundo CNE, 78,71% dos venezuelanos aptos a votar participaram das eleições. Veja Álbum de fotos Durante a espera pelo resultado, governo e oposição trocaram acusações Oposição e governistas trocavam acusações na noite deste domingo (15), à espera dos resultados da eleição que apontou o sucessor de Hugo Chávez na presidência da Venezuela. "Alertamos o país e o mundo sobre a intenção de mudar a vontade expressada pelo povo" venezuelano, escreveu o candidato opositor Henrique Capriles no Twitter. "Exigimos da reitora Tibisay Lucena (do Conselho Nacional Eleitoral) o fechamento das seções eleitorais. Estão tratando de votar com as seções fechadas!", denunciou Capriles. REPÓRTER DO UOL NA VENEZUELA CONTA COMO FOI O DIA DE VOTAÇÃO O vice-presidente venezuelano, Jorge Arreaza, reagiu advertindo que Capriles e a oposição devem ter "muito cuidado" com as denúncias. "Vamos ter consciência e respeitar o povo, nossos filhos e filhas, nosso futuro." "Se vocês têm algum tipo de denúncia, aqui há instituições, há o Conselho Nacional Eleitoral. Oxalá isto seja (a denúncia) porque 'hackearam' a conta de Capriles como 'hackearam' a do presidente Nicolás Maduro", disse o vice-presidente. O chefe da campanha 'chavista', Jorge Rodríguez, qualificou a denúncia de Capriles de "provocação" e "expressão da permanente agressão contra a institucionalidade democrática venezuelana". Mais cedo, Rodríguez havia denunciado um ataque de hackers "à conta do nosso presidente (interino), candidato da pátria e filho de (Hugo) Chávez, Nicolás Maduro, e à conta do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV)". A ação "é mais uma amostra do grande desespero (da oposição) e queremos fazer um apelo ao comando antichavista para que conserve a calma, que na democracia se ganha e não se perde", disse Rodríguez, atribuindo o ataque a "inescrupulosos e promotores da guerra suja elaborada a partir de Bogotá". Maduro foi escolhido por Chávez para continuar seu governo O sucessor direto do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em 5 de março, vítima de um câncer, tem a tarefa de consolidar a "Revolução Bolivariana", implementada por Chávez durante seus 14 anos no poder. NICOLÁS MADURO Nicolás Maduro Moros - 50 anos - Ex-motorista de ônibus - Chavista - Ex-deputado - Ex-chanceler - Ex-vice-presidente - Atual presidente em exercício - Concorre pela 1ª vez à presidência Durante a campanha, Maduro não poupou referências ao ex-presidente. Em declarações consideradas polêmicas, ele chegou a dizer que havia se comunicado com Chávez personificado em um pássaro. "O passarinho me olhou de forma estranha, assobiou um pouquinho, me rodeou e foi embora. Eu senti o espírito dele (Chávez) como que nos dando uma bênção.", disse. Em outra declaração afirmou: "Não sou Chávez, mas sou seu filho. E todos juntos, o povo, somos Chávez." Maduro também não poupou críticas ao adversário, já destiladas por Chávez que o enfrentou na última campanha presidencial em outubro de 2012. Capriles foi chamado de "burguês racista", "fariseu" e "farsante" por sua origem abastada. Caminho à presidência Raio-X da Venezuela Nome oficial: República Bolivariana da Venezuela Capital: Caracas Localização: América do Sul Superfície: 916.445 Km2 População: 28.459.085 Moeda: Bolívar Idioma oficial: Espanhol PIB: US$ 13.200 Religião: Católica (96%), Protestante (2%), outra (2%) Governo: Presidencialista Principais atividades econômicas: Indústria petrolífera, agricultura, pesca, pecuária e mineração O caminho de Maduro à presidência foi traçado no ano passado, quando foi nomeado vice-presidente em outubro, ocupando o cargo de Elías Jaua, que concorreu ao posto de governador do Estado de Miranda, perdendo para Capriles. Em dezembro, Chávez precisou mais uma vez voltar a Cuba para tratar a doença e na ocasião pediu pela TV que os venezuelanos votassem em Maduro caso fossem convocadas novas eleições. O pedido alarmou a população que, até o seu retorno à Venezuela dois meses depois, protagonizou correntes de oração em favor a sua recuperação. Maduro tomou posse como presidente interino três dias depois da morte de Chávez, que ele mesmo informou oficialmente com a voz embargada. Em seu primeiro decreto no cargo, declarou sete dias de luto nacional e pediu a convocação de novas eleições, como determinado pelo Constituição venezuelana. Amizade com Chávez Ex-ministro das Relações Exteriores do país, Maduro tornou-se o político mais próximo a Chávez desde que o ex-presidente foi diagnostico com câncer, em maio de 2011. Sua amizade com Chávez, no entanto, começou em 1992, quando o ex-presidente foi preso por uma tentativa de golpe. UOL na Venezuela "Mar vermelho" por Maduro paralisa centro de Caracas no último dia de campanha Maduro usa Maradona, menina cantora cega e passarinhos em último comício Maduro mostra vídeo de Chávez pedindo votos e denuncia ameaça da direita Bigode de Maduro faz camelôs "bolivarianos" faturarem alto em Caracas Na época, Maduro foi uma das vozes mais ativas pela libertação de Chávez, que estava preso na cadeia de Yare. Durante o período de ativismo, o atual candidato chavista conheceu sua mulher, a advogada Cilia Flores. A amizade com Chávez se fortaleceu a ponto de se tornar o principal confidente do ex-presidente. No período em que o então presidente venezuelano estava sob tratamento contra o câncer, Maduro teve acesso a detalhes médicos, em um tratamento que virou segredo de Estado. Carreira política Maduro militou por muitos anos na Liga Socialista, uma organização política revolucionária que, após muitas fusões, ajudou a criar o chavista PSUV. Entre 1991 e 1998, o candidato trabalhou como condutor do metrô de Caracas. Durante este período, foi presidente do sindicato da categoria. Também durante a década de 1990, participou do MVR, partido pelo qual participou da campanha eleitoral de 1998, que elegeu Hugo Chávez presidente da Venezuela. No ano seguinte, foi eleito deputado e participou da Assembleia Constituinte de 1999. Em 2000 e 2005 foi eleito novamente deputado. Em 2006, a pedido de Hugo Chávez, deixou sua cadeira na Assembleia para assumir como ministro das Relações Exteriores da Venezuela (chamado pelo governo chavista de Ministério do Poder Popular para os Assuntos Exteriores). Chanceler chavista A escolha de Maduro como chanceler venezuelano foi criticada pelo fato de o atual candidato não ter formação universitária. Chávez costumeiramente citava Maduro como exemplo de alguém do povo que chegou ao poder. Como chanceler, apesar de manter as criticas chavistas ao "império norte-americano", Maduro era conhecido por ser uma voz mais afável no governo de Chávez. Mesmo assim, Maduro entrou em conflito com os Estados Unidos quando, por exemplo, chamou o subsecretário de Estado dos Estados Unidos John Negroponte de "funcionariozinho". Maduro também criticou ferozmente seu atual adversário, Henrique Capriles, quando o rival disputou a presidência contra Chávez. "Ele é uma bichona fascista", afirmou na ocasião. Maduro precisou se desculpar e disse que "não especularia com a opção sexual de Capriles nem de ninguém". (Com agências internacionais

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Viradão Carioca começa sexta (12) e terá show de Daniela Mercury

Mais de 50 nomes da música brasileira animam os palcos do Rio com shows gratuitos na 5ª edição do Viradão Carioca, que começa nesta sexta (12) e vai até domingo (14). Pela primeira vez, o evento estende sua programação até Niterói e Nova Iguaçu, levando para essas cidades nomes como Dudu Nobre, Moraes Moreira e Cidade Negra. No Palco Nova Iguaçu, no sábado (13), as bandas Raimundos, Detonautas, Fresno e Forfun prometem uma homenagem ao cantor Chorão, que faleceu recentemente. As bandas irão cantar sucessos do músico, além de canções próprias. O palco recebe ainda a dupla Chitãozinho & Xororó e o cantor Latino. Para a primeira edição em Niterói, Arlindo Cruz, Monobloco, Preta Gil, Dado Villa-Lobos e muito mais prometem uma estreia animada na cidade. Na Zona Norte do Rio, Daniela Mercury e o grupo Blitz comandam a festa que acontece no palco do Parque Madureira. Ainda para essa edição, o Quiosque Globo em Copacabana terá uma programação repleta de humoristas no sábado (13). Confira a programação completa do evento. Sexta (12), a partir das 18h: Palco Arpoador (próximo ao Parque Garota de Ipanema) DJ Egil JR Leitiere"s Lexeu Quinteto Bondesom Iconili Palco Madureira (Parque Madureira - Rua Soares Caldeira, 115) Grupo Clareou Palco Bangu (Praça das Juras) DJ Valdo DJ Denis Késia Estácio Gabriel O Pensador Rodriguinho Palco Niterói (Praça do Teatro Popular) DJ Rato Bloco Saias na Folia Dado Villa-Lobos MC Leozinho Seu Cuca Monobloco Palco Nova Iguaçu (Aeroclube de Nova Iguaçu) DJ Zabumba Bento e Mariano Haroldo Costa e convidados - Marquinhos Sata, Dorina, Unidos de Vila Isabel, Grupo Nosso Kantinho Tá na Mente Nosso Sentimento Dudu Nobre Sábado (13), a partir das 18h: Palco Arpoador (próximo ao Parque Garota de Ipanema) DJ Jazz4Life Frederico Heliodoro Quarteto Astronauta Marinho Afro Jazz Palco Madureira (Parque Madureira - Rua Soares Caldeira, 115) Daniela Mercury A banda Titãs se apresenta no Cine Joia (18/10/12) Palco Bangu (Praça das Juras) DJ Valdo MC Sapão Bloco Brasil Titãs Cidade Negra Palco Niterói (Praça do Teatro Popular) DJ Rato Tereza Monique Kessous Sandra de Sá Moraes Moreira Biquini Cavadão Palco Nova Iguaçu (Aeroclube de Nova Iguaçu) DJ Zabumba Forfun Raimundos Detonautas Fresno Palco Quiosque Globo (Av. Atlântica na altura da Rua Miguel Lemos - Copacabana) André Lucas Bruno Buaiz Felipe Absalão Gigante Léo Henrique Federowicz Larrisa Câmara Márcio Libar Nizo Neto Paulo Carvalho Paulo Vinnicius Rey Biannchi Sil Esteves Domingo (14), a partir das 17h: Palco Arpoador (próximo ao Parque Garota de Ipanema) DJ Egil Jr Tupiniquim Jazz Orquestra Historic Brazilian Jazz Band Abayomy Afrobeat Orquestra Palco Madureira (Parque Madureira - Rua Soares Caldeira, 115) Blitz Sorriso Maroto fecha o primeiro dia do Festival de Verão 2013 Palco Bangu (Praça das Juras) DJ Valdo Danny Pink e os Ursinhos Quadrados Imaginasamba Sorriso Maroto Palco Niterói (Praça do Teatro Popular) DJ Rato Bom Gosto Arlindo Cruz Preta Gil Palco Nova Iguaçu (Aeroclube de Nova Iguaçu) DJ Zabumba CPM 22 Chitãozinho e Xororó Latino Assuntos: Tony Bellotto, Preta Gil, Preta Gil

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Regina Spektor interrompe show em SP por questões de segurança após queda de corda

A cantora russa Regina Spektor terminou seu show no Credicard Hall, em São Paulo, antes do previsto, de devido à queda de uma corda do teto da casa de espetáculos na noite desta quarta-feira (10). Antes de se despedir, ela pediu desculpas à plateia e afirmou que estava finalizando o show antes por problemas técnicos e questão de segurança de todos da casa. Mais tarde, pelo Facebook, ela voltou a pedir desculpas ao público e disse que a corda chegou a atingir o seu engenheiro de som. "Quero pedir desculpas por ter sido necessário terminar o show antes. A corda que sustentava um cano do teto caiu no meu engenheiro de som, mas por sorte ele está bem", escreveu a cantora. "Ninguém no palco estava seguro porque as luzes podiam cair de 25 metros. Todos estão bem e sentimos muito que não foi possível apresentarmos mais três músicas para vocês". A assessoria do Credicard Hall não foi encontrada durante a madrugada para comentar o assunto. Em sua segunda vez no país, a cantora traz "What We Saw From the Cheap Seats", álbum lançado em 2012. Desse disco, entram no repetório dos shows músicas como "All the Rowboats", "The Party", "Ballad of a Politician", "How" e "Small Town Moon". Dos trabalhos mais antigos, Regina toca sucessos como "Blue Lips", "Eet", "Dance Anthem of the 80's", "Better", "On the Radio", "Us" e "Fidelity" – que ficou famosa no Brasil depois de ser a música-tema dos personagens de Cauã Reymond e Mariana Ximenes na novela "A Favorita". Esta última, prevista para o bis, acabou não sendo apresentada em São Paulo em função da interrupção do show. Regina Spektor se apresenta no Rio nesta quinta, no Citibank Hall.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Com simpatia, The Cure atende fãs momentos antes de deixar o Brasil

Os integrantes da banda The Cure não pouparam simpatia em seus últimos momentos no Brasil. Simpáticos, os músicos atenderam aos pedidos de autógrafos e de fotos de seus fãs, que os aguardavam na saída do hotel Fasano na noite deste domingo,7, de onde partiam rumo ao aeroporto de Cumbica em Guarulhos, São Paulo.

domingo, 7 de abril de 2013

O NOME É KONG... KING KONG: FILME CLÁSSICO FAZ 80 ANOS

No princípio, havia King Kong. Muito antes das atuais sagas vampíricas ou de ficção científica e dos filmes turbinados sobre super-heróis, a tragédia épica de um gorilão apaixonado por mulher loura de 1,60m antecipou a era dos blockbusters. Os tempos eram outros, claro: frequentar salas de exibição ainda era um “programa de gala” e os efeitos especiais eram bastante limitados. Mas o “cinema-pipoca” se consolidou ali: fascinados, adultos e crianças pagaram para ver a excepcional aventura estrelada por Fay Wray (1907-2004) e pelo icônico macaco que vivia em uma ilha distante e misteriosa, também habitada por dinossauros e por uma tribo selvagem que adorava o gigante como a um deus. O longa-metragem (que teve pré-estreia em Nova York, no dia 2 de março de 1933, mas que só foi oficialmente lançado em 7 de abril daquele ano) acabou entrando para o folclore ocidental e, claro, gerou muitas imitações e alguns remakes. O último deles (dirigido por Peter Jackson) tem muitas qualidades, mas o King Kong original é daqueles projetos difíceis de serem superados... Gigante como seu protagonista, o longa projeta uma sombra enorme e permanece uma inspiração para cinéfilos e cineastas. Veja fotos do clássico e dos demais filmes do gorila PRODUTO DA CRISE Sem ignorar as indiscutíveis virtudes da produção, a verdade é que havia um público faminto à espera de um filme como King Kong naquele tempo. Os EUA se achavam no ápice da Grande Depressão. Milhares de norte-americanos lutavam para sobreviver nas ruas do país, que mergulhara em uma crise sem precedentes. No escurinho do cinema, a salvo das vicissitudes e filas de emprego lá fora, o público se entregou de corpo e alma àquela fantasia exótica e divertida. Mas King Kong não teria se tornado um mito se as plateias não tivessem se identificado com o personagem. Na literatura e no cinema, macacos já haviam sido utilizados como espelhos da agressividade humana (e um bom exemplo é o conto Os Assassinatos da Rua Morgue, de Edgar Allan Poe, coestrelado por um orangotango assassino). Mas King Kong era diferente: acuado no alto do edifício Empire State e fustigado pelas metralhadoras dos biplanos – então, o maior platô da selva de pedra novaiorquina –, ele era um outsider ameaçando a preservação da ordem, um selvagem que a civilização queria eliminar. Talvez por isso, não houve quem não chorasse por ele na apoteótica cena final. A CRIAÇÃO DO MITO Considerando a profusão de absurdos e exageros da trama, é curioso que o drama de King Kong tenha saído da cachola de um documentarista, via de regra, pautado pela razão e pelo pragmatismo: Merian C. Cooper, a um só tempo diretor de cinema, aventureiro e produtor. Cooper (que lembrava muito um dos principais personagens de King Kong, Denham, interpretado por Robert Armstrong) firmara uma parceria com o cameraman Ernest B. Schoedsack nos anos 1920. Juntos, eles rodaram Grass – A Nation Battle for Life (1925) e Chang – A Drama of the Wilderness (1927), um registro de viagem pela Pérsia e um misto de documentário e thriller (respectivamente). Foi Cooper que teve a ideia de produzir um filme sobre um gorila gigantesco (inicialmente, este seria “representado” por um macaco de verdade, posteriormente "ampliado" por efeitos fotográficos). O também cineasta e produtor David O. Selznick adorou o projeto e, mais tarde, foi o produtor executivo de King Kong. Cativado pela inventividade de Cooper, Selznick o contratou como consultor de projetos da RKO em 1931. Naquele tempo, o estúdio preparava um documentário sobre a vida pré-histórica, Creation, que teria efeitos especiais revolucionários (para a época) elaborados por um “expert” na matéria, Willis O`Brien. PARECIA GIGANTE, MAS NÃO ERA Um mestre na técnica do stop-motion (animação quadro a quadro), O`Brien conferia “vida” a miniaturas articuladas de dinossauros por meio de um recurso elementar: cada variação de movimento dos bonecos era registrada em um frame de filme. Isto se repetia até que toda a sequência estivesse completa, em um processo demorado e minucioso. O resultado era excepcional: na tela, os monstros agitavam suas caudas, corriam e até lutavam entre si. A coisa era feita de forma tão artesanal que O`Brien trabalhava dentro de uma garagem, com seus bonecos posicionados sobre uma plataforma e à altura da câmera. Ao assistir a alguns copiões de Creation, Cooper esqueceu a ideia de utilizar um gorila de verdade no filme e se rendeu aos efeitos visuais. O King Kong do filme de 1933, portanto, foi "interpretado" por uma miniatura articulada, assim como os dinossauros e outras criaturas antediluvianas que faziam figuração na história. E o resultado foi tão bom que, durante anos, muita gente pensou que um enorme robô (controlado por homens aboletados em suas entranhas) tivesse sido construído para o filme. De fato, algo parecido chegou a ser feito – um colossal “antebraço” mecânico foi utilizado em cenas que exigiam uma "interação" mais direta entre Kong e o elenco humano. Mas, na maior parte do tempo, o que vemos é apenas a miniatura do gorila em ação, animada por stop-motion. NA ILHA DA CAVEIRA Outras pessoas contribuíram para o sucesso de King Kong: muitos dos méritos dramáticos da produção, por exemplo, podem ser creditados ao escritor de contos de mistério Edgar Wallace, que deu uma “polida” geral no conceito básico da trama. Cooper teve a ideia de um gorila gigante aterrorizando Nova York, mas não pensou em um background muito elaborado para este clímax. Aos poucos, foram surgindo ideias que, hoje, são indissociáveis do mito de King Kong: a chegada da equipe de filmagens à Ilha da Caveira, a descoberta do muro que isola a tribo do primata colossal e, finalmente, o envolvimento “sentimental” da fera com a bela. King Kong evoluiu, assim, de um espetáculo visual para uma releitura contemporânea dos contos de fadas, o que é explicitamente pontuado nos diálogos: "Não foram os aviões", diz Denham, ao assistir à derrocada final de Kong. "Foi a bela – a bela é que matou a fera." O protagonista foi abatido nas cenas finais, mas isto não tornou sua “espécie” extinta. Kong reencarnou várias vezes no telão – seja por meio de remakes “oficiais”, seja na forma das inevitáveis continuações e imitações. O próprio Cooper produziu O Filho de Kong (também de 1933), filme dirigido por seu parceiro, Schoedsack, e lançado a toque de caixa pela RKO. Desta vez, Carl Denham voltava à Ilha da Caveira para capturar outro primata superdesenvolvido – este, um espécime albino! Depois veio O Poderoso Joe (1949), mais um esforço da dupla Cooper/Schoedsack. E, nos anos 1960, as bizarras variações japonesas sobre o tema, que têm lá o seu séquito de admiradores, mas que são indiscutivelmente esquisitonas: tanto em King Kong Versus Godzilla (1962) como em A Fuga de King Kong (1967), o macaco foi vivido por um ator fantasiado. MACACO ROBÓTICO Já nos anos 1970, o produtor Dino De Laurentiis recorreu ao maquiador Rick Baker para realizar uma versão colorida e mais juvenil da história. O remake, de 1976, foi estrelado por Jessica Lange (substituindo Fay Wray como o interesse romântico do gorila) e levou mais tiros que o próprio King Kong naquela célebre cena no Empire State. A crítica torceu o nariz para as “invenções de moda” do roteiro – principalmente os comentários feministas e meio ridículos (a certo ponto, a mocinha critica o autoritarismo do gorila e o chama de “macaco chauvinista”!) –, mas o projeto deu para o gasto. Para promover o filme, De Laurentiis foi a programas de TV dos EUA e espalhou a mentira de que o primata do novo filme fora interpretado por um gigantesco robô hidráulico. Na melhor das hipóteses, esta era uma versão exagerada dos fatos: um King Kong robô realmente foi construído para o filme (depois, o boneco “excursionou” pelo mundo e acabou exibido no Playcenter, famoso parque de diversões de São Paulo/SP). Mas sua "atuação" se resumia a poucos takes de multidão. Quem fazia as vezes de macaco, mesmo, era o próprio maquiador Rick Baker, caracterizado como símio. É melhor nem comentar a constrangedora sequência do remake, King Kong Lives! (1986), talvez o pior filme de macacos já feito. Basta dizer que, após sobreviver a uma queda do World Trade Center, King Kong descobre o amor e cai nos braços de uma gorila igualmente gigantesca. Um horror. CAPTURA DE MOVIMENTOS Embora algumas dessas produções sejam de qualidade duvidosa, a intenção de atualizar a trama e apresentá-la às novas gerações é válida. King Kong conta um tipo de história de apelo universal e atemporal – e, se houver roteiristas e cineastas competentes envolvidos, não há porque não reeditá-la e adaptá-la às plateias contemporâneas, reafirmando a força do mito. Embora tenha sido massacrada por muitos críticos (e por boa parte do público, sabe-se Deus por que), a versão de Peter Jackson (respeitosa com o original ao ponto da reverência) é um desses casos. Agora produto da tecnologia de captura de movimentos – a bola da vez no segmento dos efeitos visuais –, King Kong voltou ao telão em uma aventura tão grandiosa quanto paradoxalmente delicada e sutil. Naomi Watts foi a mocinha do remake de 2005 e, desta vez, foram tornados óbvios a cumplicidade e o afeto mútuo entre a protagonista e o gorila gigante (para ser justo, a refilmagem dos anos 1970 foi pioneira nesta abordagem, ainda que o resultado tenha sido piegas e meio forçado). No original, Fay Wray se limitava a berrar de medo cada vez que punha os olhos no macaco; no filme de Jackson, a heroína parece sinceramente preferir a companhia do “monstro” à de seus contrapartes humanos patéticos.

sábado, 6 de abril de 2013

Candidatura do PSB seria um 'erro tático', diz Tarso Genro

Ex-ministro de Lula e governador do Rio Grande do Sul, o petista Tarso Genro diz que a candidatura do PSB ao Planalto no próximo ano seria um "equívoco tático". Tarso defende um plano da base aliada que tenha Eduardo Campos (PE) em "primeiro plano" a partir de 2015. Campos tem recepção de candidato em evento em SP PPS inclui Marina e Campos em enquete sobre quem apoiar em 2014 Campos receberá homenagem de vereadores de BH, reduto de Aécio Jefferson Bernardes-26.dez.12/Folhapress Governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genron Em entrevista à Folha, Tarso afirmou que o governador de Pernambuco estaria fora do jogo de 2014 porque o país atualmente está dividido entre dois blocos: PT e PSDB. "É difícil constituir hoje uma terceira via entre o que representaram Fernando Henrique, [Geraldo] Alckmin e [José] Serra e o que representam Lula e Dilma. O PSB está desatento a isso." Tarso define Campos como "estimado amigo" e afirma que "todo partido sério tem direito e dever de aspirar ser governo", mas avalia que uma candidatura do PSB ao Planalto em 2014 iria apenas retirar votos dos tucanos. O petista sugere um plano de médio prazo ao PSB a partir de 2015: uma conversa entre partidos da base aliada sobre programa de governo e o projeto para a eleição presidencial de 2018. "[Seria] Um novo padrão de relacionamento que colocaria Eduardo Campos em um primeiro plano", declara Tarso. MÍDIA Tarso articula dentro do PT uma candidatura para enfrentar na eleição de novembro a ala do atual presidente da sigla, Rui Falcão. Presidente petista durante o auge da crise do mensalão, em 2005, Tarso desde então adota um discurso de renovação para a legenda. Ele diz que o objetivo é "redefinir" o partido para o período posterior a um eventual segundo mandato de Dilma. Ele diz que seu grupo defende, entre outros pontos, debates sobre a "democratização" da mídia.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Leilão de rodovia pode ter pedágio mais alto

Para garantir taxas de retorno mais atraentes nas concessões de rodovias, o governo enfrenta um dilema: ou aumenta o preço-teto da tarifa de pedágio ou acaba com a regra que exige a duplicação da estrada em cinco anos. Essas opções são as mais plausíveis, já foram estudadas pelos técnicos do setor de transportes do governo e apresentadas aos ministros que participam do processo de decisão -mas enfrentam resistências de cunho político. Conforme a Folha antecipou ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que não haverá mais taxa de retorno interna fixa (5,5% em rodovias) para as concessões na área de transporte. Empresários informavam que, com essas taxas, não entrariam no negócio. O governo pretende conceder nove trechos de rodovias, num total de 7.500 quilômetros. Os concessionários terão que duplicar, em cinco anos, 5.600 quilômetros e só podem cobrar pedágio após concluir 10% dessas obras. Vence a concorrência quem oferecer a menor tarifa de pedágio a partir de um teto estipulado. Estudos apresentados aos ministros mostram que, para algumas concessões com exigência menor de duplicação, um pequeno aumento do preço-teto do pedágio pode gerar uma taxa de retorno até um ponto percentual maior. Para garantir aumento superior a isso, o preço-teto do pedágio teria que subir acima de 30%. Isso poderia levar os preços próximos aos patamares atuais dos pedágios de rodovias federais leiloadas nos anos 1990 sob FHC e tachados de caros pelo atual governo. O preço de R$ 0,06 para os novos leilões, que foi o de duas rodovias que o governo tentou leiloar em janeiro, foi considerado por técnicos da área de transporte adequado e é 40% inferior aos das rodovias da década de 1990. DUPLICAÇÃO A área técnica defende que a melhor solução seria acabar com a regra de duplicação em cinco anos e adotar a norma dos últimos pedágios, em que há gatilho de investimento. Nesse modelo, a exigência de duplicação de vias é determinada pelo volume de tráfego nos trechos, em um processo que tende a ser mais gradual e menos oneroso para as concessionárias. A avaliação interna é que o prazo de cinco anos é difícil de ser cumprido, entre outros fatores, por dificuldades na obtenção de licenças atrasos em desapropriações e demora nos financiamentos que não serão de responsabilidade das vencedoras. Técnicos consideram que o risco de atrasos poria em risco a taxa de retorno de 5,5%. Mas, como a duplicação em cinco anos é considerada um dogma de Dilma Rousseff, as esperanças de mudança são reduzidas. Segundo a Folha apurou, a presidente considera essa imposição essencial para combater a morosidade das obras. Além dessas duas opções, há outras consideradas menos viáveis do ponto de vista técnico, entre elas aumentar ainda mais o tempo da concessão (já em 30 anos) ou colocação de pedágios próximos a áreas urbanas. ENTENDA O QUE É TAXA DE RETORNO DE UM NEGÓCIO A taxa de retorno é o lucro que um projeto de rodovia, ferrovia, terminal portuário ou qualquer outro negócio consegue oferecer ao final de um período. Ele remunera o capital empregado no empreendimento. Cada projeto tem sua taxa de retorno, que varia conforme as receitas previstas e a chamada estrutura de capital -ou seja, quanto do dinheiro investido é próprio (geralmente captado com acionistas, que esperam uma remuneração pelo investimento) e quanto é de terceiros (obtido por meio de empréstimos). Se um empresário precisar pagar juros de 20%, ele só investirá num negócio que dê lucro superior a essa taxa. E, dada uma receita fixa, quanto maior o custo do capital, menor o retorno obtido -em geral, quanto menos financiamento e mais necessidade de dinheiro próprio, maior o custo. Para Carlos Rocca, coordenador do Centro de Estudos de Mercado de Capitais do Ibmec, se o governo tabela uma taxa de retorno baixa, acaba se obrigando a ofertar crédito subsidiado, via BNDES, para conseguir atrair interessados. "Se o objetivo é trazer poupança privada para a infraestrutura, já que não há recurso público para os investimentos, o tabelamento da taxa de retorno é uma medida contraditória". Rocca afirma que o modelo é uma forma de garantir a redução das tarifas de infraestrutura, mas, no longo prazo, pode criar também problemas fiscais. Isso porque boa parte do crédito subsidiado ofertado pelo BNDES tem origem na captação feita pelo Tesouro Nacional, que emite títulos pagando uma taxa de juros alta aos investidores. Segundo Rocca, a proposta de elevar a taxa de retorno real (descontada a inflação) de 5% para 10% pode fazer com a necessidade de subsídio caia. Se o lucro crescer, cai a necessidade de empréstimos mais baratos.