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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Amigos globais de Grazi Massafera tentam consolar a atriz após separação

os corredores do Projac é dada como certa a separação de Grazi Massafera e Cauã Reymond. Tanto que amigos da atriz não cansam de enviar mensagens de conforto para ela. Grazi, que viajou com a filha Sofia, de 1 ano, para visitar a família no interior do Paraná, se limita a agradecer o carinho e não se prolonga sobre o assunto. Os comentários sobre o fim do casamento de sete anos começaram na última semana e dão conta de que Cauã Reymond estaria hoje com Isis Valverde, com quem contracenou na nova minisséria da Globo, “Amores Roubados”, com previsão de estreia para janeiro. O romance teria começado durante as gravações, que aconteceram no Nordeste, em agosto. Assim que chegou de viagem, a primeira atitude do ator teria sido deixar a casa onde morava com Grazi, no bairro de Itanhangá, Rio. O namoro de dois anos de Isis com o produtor de TV, Tom Rezende, chegou ao fim há poucas semanas. * Outro assunto também está rolando nos bastidores da emissora: Cauã, de tão apaixonado por tudo o que faz, leva a trama para a vida real. Quando interpretou Jesuíno na novela “Cordel Encantado”, em 2011, a briga de seu personagem com o vilão da história, Timóteo, vivido por Bruno Gagliasso, transcendeu a tela da TV. Na época, diziam que ele e o Bruno chegaram a brigar feio por lá. O mesmo aconteceu em “Avenida Brasil” entre ele e Marcello Novaes, quando Cauã interpretava Jorginho e Novaes, Max. Leia Mais

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Alex vê jogadores 'no limite' e pede voz a atletas

Uma tradicional e despretensiosa troca de camisas no gramado daria origem, um mês depois, a um movimento inédito e histórico no futebol brasileiro. Quando Alex, meia do Coritiba, e Juan, zagueiro do Internacional, trocaram uniformes após o empate sem gols entre seus times em 1º de setembro, os dois provavelmente jamais imaginariam que o tema daquela conversa de cinco minutos mobilizaria mais de 800 jogadores a se unir para lutar por melhorias no futebol. Tanto Alex como Juan jogaram por muito tempo no futebol europeu antes de retornar ao Brasil no ano passado. Mas não demorou muito para que ambos sentissem o impacto do calendário brasileiro. Muitas partidas seguidas, pouco tempo para recuperação e quase nenhum para treinamento. Tudo isso fez com que Alex chegasse a uma conclusão. "O futebol que a gente vive aqui é um contrassenso. Não tem período de férias, nem de preparação. Você joga domingo, recupera na segunda, e tem um treino leve na terça porque quarta já tem jogo de novo. Não dá tempo de treinar, de recuperar, nada", diz o meia de 36 anos em entrevista à BBC Brasil. Foi principalmente o calendário apertado e cheio de jogos que impulsionou Alex, Juan, Seedorf (Botafogo), Rogério Ceni (São Paulo), Juninho Pernambucano (Vasco) e outros veteranos, e mais centenas de jogadores mais jovens, a encabeçar um movimento que pede mudanças. O nome escolhido: Bom Senso FC. "Não é uma briga pra mim nem para os mais velhos, é uma preocupação com o nosso futebol. A gente não quer brigar com ninguém, a gente só quer ser ouvido. O que a gente está pedindo é bom senso", argumenta Alex. O meia do Coritiba ajudou a unir as vozes dos jogadores em um só grupo, com a ajuda de um aplicativo de mensagens instantâneas no celular. As conversas passaram a girar em torno de ações para tentar promover as mudanças que o grupo defende. Os jogadores conseguiram convocar uma reunião com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para apresentar suas ideias e, no último domingo, organizaram um ato simbólico durante os jogos do Campeonato Brasileiro. Antes de todas as partidas, os jogadores das duas equipes se abraçaram no centro do campo para demonstrar união. Depois da reunião com a CBF, a entidade pediu um prazo - que acaba nesta semana – para dar uma resposta ao movimento. Um novo encontro será marcado com os representantes do Bom Senso FC para comunicá-los do que poderá ser feito ainda em 2014 - ano atípico, por conta da Copa do Mundo. Leia abaixo a entrevista de Alex à BBC Brasil:

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Marina Silva faria governo menos estatizante que Dilma, diz Eduardo Giannetti

Um governo similar à segunda gestão de FHC e à primeira de Lula. Menos estatizante do que Dilma. Assim seria uma eventual administração Marina Silva na visão de um dos seus principais conselheiros, o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, 56. Defensor da austeridade, ele faz eco às palavras da ex-senadora que tem defendido o chamado "tripé" (superávit primário, câmbio flutuante e metas de inflação). Na sua opinião, essas ideias estão longe de significar que Marina virou uma candidata do mercado financeiro. Em entrevista concedida em São Paulo na última quinta-feira, Giannetti critica o governo e advoga que o crescimento não deve ser feito a qualquer preço: "Crescer 7% destruindo patrimônio ambiental é muito pior do que se crescer 3% preservando". Ex-professor da USP, de Cambridge e do Insper, Giannetti conversa duas ou três vezes por semana com Marina. Para ele, há dificuldade na fusão com o PSB e obstáculos para atrair empresários para o grupo. "A elite empresarial está no bolso do governo", diz.

domingo, 20 de outubro de 2013

Velasquez castiga Cigano novamente e mantém cinturão dos pesados do UFC

Com o amplo apoio da torcida no ginásio, de norte-americanos e mexicanos, Cain Velasquez deixou claro porque é considerado o mais completo peso pesado da história do evento. Mais uma vez ele dominou e castigou o brasileiro Junior Cigano por cinco rounds e manteve o cinturão da categoria, agora com um nocaute técnico nos minutos finais. "Junior veio mais forte, tentou me vencer nos primeiros socos, tentei sair disso e ouvia o público e tentava dar o melhor de mim o tempo todo. Na ultima luta teve a pressão, mas eu acertei muitos golpes nele, venci com socos, mas ele melhorou também", disse o campeão dos pesados. CIgano apenas fez questão de exaltar a atuação de Velasquez durante toda a luta. "Ele é o verdadeiro campeão. Eu estava muito bem para a luta, eu não sei o que falar, ele me bateu, me venceu. Eu vou voltar para casa, treinar melhor e tentar vencê-lo de novo." E assim se encerrou uma trilogia que começou em novembro de 2011. No primeiro UFC on FOX, na Califórnia, Junior Cigano surpreendeu o mundo do MMA ao nocautear o então invicto Cain Velasquez em apenas 1min04 de luta e se tornar campeão peso pesado do Ultimate. Mas o troco veio pesado no UFC 155 em dezembro passado, quando o norte-americano de ascendência mexicana bateu muito no brasileiro, por cinco rounds, e retomou o cinturão. Em um categoria muito movimentada na história da franquia, com altos e baixos se levarmos em consideração a qualidade técnica dos lutadores, Cain agora pode conseguir uma marca importante. Com a vitória sobre Antonio Pezão em maio e agora sobre Cigano, o norte-americano de ascendência mexicana – que tem apenas uma derrota na carreira, exatamente para Junior – pode ser o primeiro peso pesado a defender três vezes seguidas o cinturão da categoria no UFC. Para conseguir esse recordes, Velasquez deve ter o terceiro rival brasileiro nas sequência. Dana White prometeu para o gaúcho Fabrício Werdum a chance de disputar o título dos pesados em sua próxima luta, depois de ter derrotado Rodrigo Minotauro em Fortaleza, em junho passado. A expectativa é que os dois comandem a estreia da versão mexicana do reality show The Ultimate Fighter e se enfrentem no primeiro evento do UFC no país. A luta – Cigano até começou bem no combate, apostando no boxe e acertando alguns golpes em Velasquez. Vendo que teria problemas nessa situação, o campeão passou a apostar no seu jogo agarrado, derrubando o brasileiro e deixando ele grudando na grade para bater no clinch. As chances de Junior acabaram no terceiro round. Velasquez acertou um direto que levou Cigano ao chão em knockdown, que por muito pouco não foi nocauteado. No último segundo o árbitro decidiu não encerrar o combate. Assim, começou o massacre do norte-americano, assim como aconteceu na segunda luta. O catarinense ainda resistiu por quase dois rounds e acertou alguns golpes, mas uma queda no final do quinto período sacramentou o nocaute técnico de Cain, que manteve o cinturão dos pesados.

sábado, 19 de outubro de 2013

Governo vai aliviar tributo da Petrobras no exterior

A Petrobras será a principal beneficiada pela medida provisória que criará novas regras para tributar os lucros de multinacionais brasileiras no exterior. O texto, que está pronto e deve ser aprovado na próxima semana, prevê isenção de imposto sobre o lucro auferido pelas filiais da estatal no exterior com o aluguel de equipamentos para explorar petróleo e gás no Brasil. Já o lucro obtido com negócios diversos no exterior, como refino ou exploração em outros países, será tributado como as demais múltis. Como a Folha antecipou ontem, essas empresas terão oito anos para efetuar o pagamento desse imposto. Ao livrar a Petrobras de parte do imposto, o governo tenta "compensar" o impacto causado no caixa da estatal, segundo apurou a reportagem. O preço da gasolina, referência para corrigir outros produtos e serviços, não é reajustado desde janeiro. LUCRO EM ALTA Essa compensação deve aumentar com a expansão do pré-sal. Hoje o lucro da estatal no exterior é de cerca de R$ 100 milhões. Deve crescer porque, pelo modelo de exploração de partilha, a Petrobras será a única operadora dos campos do pré-sal. Para isso, terá de investir em plataformas, navios, embarcações de apoio, entre outros. Só para o campo de Libra, serão de 12 a 18 plataformas, cada uma estimada em US$ 1,5 bilhão. A estatal não é dona dos equipamentos usados na exploração de petróleo. Eles são adquiridos por suas subsidiárias no exterior e alugados para as operações da Petrobras no Brasil. O lucro obtido pelas filiais com esse aluguel deve aumentar exponencialmente com o avanço da exploração, o que elevaria também o imposto a ser pago, agora isentado na medida provisória. A Petrobras teve tratamento diferenciado, porque, na avaliação do governo, as filiais -que alugam equipamentos para a operação no Brasil- servem de suporte à estatal, o que não acontece, segundo a Fazenda, com múltis de outros setores, devido à natureza do negócio. MESMA REGRA Caso aluguem plataformas ou sondas para empresas de outros países, as filiais da Petrobras serão tributadas como as demais multinacionais brasileiras atingidas pela medida provisória, com oito anos para recolher Imposto de Renda e Contribuição Social Sobre Lucro Líquido. O benefício dado à Petrobras também valerá para controladas e coligadas, como a Sete Brasil. Essa empresa, em que a estatal detém 5% de participação, centralizou as encomendas e entregas dos equipamentos que serão usados na exploração de petróleo e gás. Procurado, o Ministério da Fazenda não se pronunciou. *

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

"A montagem é única, ninguém tinha feito assim", diz viúva de Kubrick sobre mostra em SP

O machado usado por Jack Nicholson em O Iluminado, o par de vestidos das gêmeas do mesmo filme, as fantasias de macaco de 2001: Uma Odisséia no Espaço, entre outros objetos históricos da filmografia de Stanley Kubrick fazem parte da exposição que abriu no último dia 11 e já recebeu mais de 3.000 pessoas no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. "Ele ficaria lisonjeado", diz Christiane Kubrick, 81, viúva do cineasta. Kubrick morreu de causas naturais em 1999, pouco antes de finalizar De Olhos Bem Fechados.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cineasta Alfonso Cuarón diz que pensar em Oscar para 'Gravidade' é precipitado

O cineasta mexicano Alfonso Cuarón se mostrou surpreso nesta quarta-feira (16) que seu filme "Gravidade" tenha sido tão bem recebido entre os críticos e grandes cineastas, mas disse achar "prematuro" pensar em indicações ao Oscar. "Não esperávamos uma resposta deste tipo", admitiu o diretor do filme protagonizado por Sandra Bullock e George Clooney e que está batendo recordes de bilheteria. Divulgação Sandra Bullock em cena de 'Gravidade', filme dirigido por Alfonso Cuarón Sandra Bullock em cena de 'Gravidade', filme dirigido por Alfonso Cuarón "Gravidade" tem recebido críticas que o comparam até mesmo ao épico "2001 - Uma Odisseia no Espaço" (1968), de Stanley Kubrick. Também foi aplaudido por diretores como Steven Spielberg, Quentin Tarantino e James Cameron, que recentemente assegurou que "é o melhor filme sobre o espaço já feito". Cuarón disse também que, desde que o filme estreou, só ficou nervoso em duas ocasiões: durante uma apresentação especial para astronautas, e quando começou a receber ligações e e-mails de colegas entusiasmados. "Já não posso pedir mais nada", afirmou o diretor de 52 anos. Indagado sobre a possibilidade de "Gravidade" ganhar mais de uma estatueta do Oscar, Cuarón foi prudente: "É verdade que tenho sonhado com isso, mas não, ainda é prematuro".

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Médico do Atlético-MG diz que Ronaldinho teve 'melhora muito importante'

O chefe do departamento médico do Atlético-MG, Rodrigo Lasmar, informou, em entrevista ao site oficial do clube mineiro, que Ronaldinho Gaúcho teve "melhora muito importante" em relação à lesão na coxa esquerda. "O Ronaldo, até agora, teve uma melhora muito importante. Está praticamente sem dor e já iniciou trabalho progressivo de reforço muscular, ainda leve. A expectativa é que, na semana que vem, ele inicie trabalho de corrida, o que não significa que ele está pronto", observou Rodrigo Lasmar. O médico atleticano reconhece que os primeiros dias de tratamento de Ronaldinho Gaúcho estão sendo animadores. "Tem, ainda, uma sequência longa de treinamento, uma rotina de tratamento a ser cumprida, mas a recuperação vem acontecendo dentro do melhor cenário que a gente imaginava", afirmou. Rodrigo Lasmar disse, no entanto, que Ronaldinho Gaúcho segue como dúvida para o Mundial de Clubes, em dezembro, mas se manteve otimista com a recuperação do meia. "Temos a expectativa cada vez mais forte e concreta de ter o Ronaldo à disposição para o Mundial", ressaltou o médico atleticano. A diretoria atleticana colocou o departamento médico alvinegro à disposição do atleta. Quando o tratamento acontece em sua casa, localizada num condomínio fechado em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, fisioterapeutas vão ao local com o equipamento. A intenção é fazer com que Ronaldinho consiga fazer a fisioterapia mais vezes ao longo do dia. Em casa, o atleta segue acompanhado de perto pelo mestre em acupuntura Fumio Takahashi, velho conhecido do atleta, desde a época do Barcelona. As sessões são alternadas com a fisioterapia. O japonês, de 65 anos, vai também à Cidade do Galo para dar sequência ao tratamento. Outros lesionados O médico atleticano explicou a situação dos meias Dátolo e Guilherme, que se recuperam de lesões musculares, e Gilberto Silva, que realizou cirurgia no joelho direito. Os três mostram boa evolução e deverão iniciar treinos com bola nos próximos dias. "Eles estão evoluindo bem. A gente não tem como falar o dia que estarão à disposição, mas a evolução vem sendo constante, a melhora consistente e acredito que, dentro em breve, o departamento médico ficará mais vazio, apenas com o Richarlyson e o Ronaldo", observou Rodrigo Lasmar. Nesta terça-feira, Guilherme, recuperado de um estiramento no adutor da coxa esquerda, iniciou o trabalho de transição para a preparação física em campo. Já Gilberto Silva já vem treinando fisicamente e deverá se juntar ao elenco nos próximos dias. Atlético-MG x Cruzeiro - 4 vídeos

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Madonna revela que trará o seu Secret Project ao Brasil

A cantora Madonna fez uma revelação para os fãs brasileiros nesta segunda-feira, 14. Poucas semanas após lançar o seu Secret Project Revolution nas redes sociais, a estrela pop afirmou que trará o seu projeto para o Brasil. No entanto, ela não especificou se virá ao país e como será esta ação. O anúncio foi feito pela internet quando ela publicou uma foto em que aparece em seu banheiro usando um vestido preto, luvas e óculos escuros. “Secret Project Revolution está indo para o Brasil em breve! Fiquem preparados! Madonna”, escreveu na legenda da imagem. +Madonna é banida de cinema no Texas A nova empreitada de Madonna é um projeto em que volta a demonstrar o seu ativista. Defensora das causas sociais, ela afirma que quer lutar pela liberdade. “Eu vivo dizendo que quero começar uma revolução, mas ninguém parece levar isso a sério. Se eu tivesse uma pele negra, vocês levariam a sério? Se eu fosse um árabe acenando com uma granada na mão, vocês levariam a sério?”, questiona Madonna, que logo inicia um discurso feminista: “Ao invés disso, eu sou uma mulher. Eu sou loira. Eu tenho seios e bunda. E um desejo enorme de ser notada”. Ela fez esta declaração no curta-metragem de 17 minutos que foi lançado no mês de setembro.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Em 2013, Brasileiro tem brigas de torcidas de 17 dos 20 times

O Brasileiro-2013 viveu, mais uma vez, um fim de semana violento com brigas dentro de estádios e fora deles com os casos registrados nos clássicos em São Paulo e em Minas Gerais. Não é uma exceção, apenas mais episódios na rotina do futebol nacional neste ano. Um levantamento do blog mostra que 17 das 20 torcidas dos times da Série A se envolveram em alguma espécie de confusão durante, antes ou depois de jogos do campeonato. Os conflitos dentro de estádios se acentuaram neste Nacional, após um período em que os casos de violência se concentravam longe deles. Da primeira divisão, considerados problemas dentro e fora das arenas, o blog só não encontrou registros de violência nas partidas de torcedores da Portuguesa, da Ponte Preta e do Criciúma. Mas, em 2013, a torcida campineira brigou com a polícia no Paulista, na semifinal com o Corinthians. E os catarinenses entraram em conflito em jogo da Copa do Brasil, diante do Atlético-PR, também neste ano. Até agora, a Justiça Desportiva puniu alguns times com perda de mandos de campo. Mas torcedores violentos têm continuado a frequentar os estádios sem que autoridades consigam evitar problemas.

domingo, 13 de outubro de 2013

'Não dormi com o presidente', diz consultora que inspirou 'Scandal'

Olhando para a plateia majoritariamente feminina que acabara de assistir ao piloto da série "Scandal", cuja protagonista é inspirada em sua vida, a americana Judy Smith, 54, se antecipa à pergunta que inevitavelmente viria. "Devo deixar uma coisa clara antes de começarmos: não dormi com o presidente", diz ela, referindo-se ao ocupante da Casa Branca e diferenciando-se da protagonista. "Com nenhum deles." Não que Smith, uma gerenciadora de crises que atuou em casos históricos dos governos Reagan (Irã-Contras), Bush (Guerra do Golfo) e Clinton (o escândalo Monica Lewinsky), fosse admitir caso tivesse feito como Olivia Pope, seu alter ego na série. Rony Maltz/Folhapress A norte-americana Judy Smith, que foi vice-secretária do governo George H.W. Bush e atuou em crises históricas A norte-americana Judy Smith, que foi vice-secretária do governo George H.W. Bush e atuou em crises históricas Sigilo e discrição são essenciais em sua área de atuação, como ela ressalta para o público que assistiu a sua palestra no último domingo, durante o Festival do Rio. Seu trabalho foi a inspiração para "Scandal", produzida por Shonda Rhimes (criadora de "Grey's Anatomy") e hoje em sua segunda temporada no Brasil, onde novos episódios são exibidos pelo canal Sony às segundas, 22h. A série conta a história de uma ex-consultora de mídia da Casa Branca, interpretada por Kerry Washington ("Django Livre"), que abre uma empresa de gerenciamento de crises, ajudando a proteger a imagem pública de figuras da elite -políticos, executivos, celebridades e corporações. "Scandal se tornou algo importante porque foi a primeira vez que uma mulher afro-americana interpretou a protagonista na TV, nos últimos 35 anos", diz Smith, que é também uma das produtoras e consultora de roteiro. "O público feminino fica feliz de ver alguém com quem pode se identificar. Olivia é uma mulher forte, no ápice de sua forma, mas não é perfeita, tem uma vida pessoal um tanto tumultuada, para dizer o mínimo." DURONA Diferentemente do estilo "gladiadora de terno" que caracteriza a protagonista da série, Smith diz adotar uma postura mais suave e mais dentro da lei. "Não encorajo meus investigadores a bater nos outros para obter informação ou a mexer em cenas de crimes." Ela e Pope têm em comum o que ela chama de "compaixão pelo cliente". Mas mesmo quando eles praticaram algum crime? "Todos cometemos erros. A diferença é que os erros que eu e você cometemos não aparecem nos jornais ou na televisão. Acredito muito no perdão e na redenção. O importante é aprender com os erros", responde.

sábado, 12 de outubro de 2013

Após fechar com a 9ine, Cigano renova com o Corinthians por mais 2 anos

Junior Cigano teve semanas movimentadas nos bastidores antes de viajar na última quinta-feira para Houston, onde, no próximo dia 19, vai disputar o cinturão dos pesados contra Cain Velasquez, no UFC 166. Depois de fechar com a agência de marketing 9ine, de Ronaldo, ele renovou seu contrato por mais dois anos com o Corinthians. Ele passou a defender o clube do Parque São Jorge em agosto do ano passado e já fez duas lutas com o uniforme do time – a derrota para o próprio Velasquez, em dezembro passado, quando perdeu o cinturão dos pesados, e o nocaute sobre Mark Hunt, em maio. O novo acordo, que vai até o final de 2015, foi assinado na última quinta-feira, mas divulgado só agora. “A renovação de contrato com o Júnior Cigano por dois anos mostra que o projeto de MMA no Corinthians é de longo prazo. O clube acredita na força que a modalidade tem atualmente, assim como no enorme potencial de crescimento que vemos pela frente. O Júnior Cigano é um dos principais nomes do MMA no planeta e é uma honra seguir tendo o atleta em nossa equipe e expondo a marca do Corinthians”, disse João Guilherme de Oliveira, gerente da modalidade do Corinthians, em comunicado oficial. O projeto corintiano para o esporte começou com Anderson Silva em 2011. O clube contratou o então campeão dos médios do UFC e montou uma bem estruturada academia de artes marciais com seu nome no Parque São Jorge. Cigano acertou quase um ano depois. O Spider deixou o time este ano e seu nome foi tirado do local, mas o projeto de manteve, contando com 20 atletas profissionais atualmente, encabeçados pelo ex-campeão dos pesados do UFC.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

"Ainda estou pagando pela proibição", diz biógrafo de Roberto Carlos

Primeiro a trazer à tona a polêmica das biografias não autorizadas, quando teve seu "Roberto Carlos em Detalhes" proibido pelo cantor em 2006, o jornalista Paulo César de Araújo diz que até hoje sofre as consequências da proibição. "Os prejuízos são imensuráveis. São de de toda ordem, não foi só financeiro, foi emocional. Eu só vou mensurar isso no fim da vida. Ainda estou pagando pela proibição, mas não pela publicação, porque o livro está aí, circulando pelo mundo. Eu só tenho o prejuízo financeiro, mas eu fiz o livro para ser lido", afirma. A polêmica sobre as biografias voltou a ser debatida no último sábado (5), quando a produtora Paula Lavigne, porta-voz do grupo Procure Saber (formado por músicos como Caetano Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Djavan e Erasmo Carlos), afirmou em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo" que os músicos estavam se mobilizando para impedir a mudança na legislação que submete a publicação de biografias à autorização dos biografados. O grupo é o mesmo que, em julho, conseguiu pressionar o Senado a colocar em pauta e aprovar o projeto de lei que modifica as regras de arrecadação e distribuição de direitos autorais musicais. Para Araújo, os artistas reunidos no grupo Procure Saber estão tentando combater algo que não existe. "Pelo jeito que eles falam, parece que estavam sufocados por biografias não autorizadas. Não tem biografia de Caetano, Djavan, Chico Buarque! Só livros acadêmicos e reunindo letras. O único desse grupo que tem é o Roberto Carlos. Eles estão combatendo o quê? Não temos essa tradição biográfica ainda. Eles estão se posicionando contra algo que não existe", afirmou por telefone. Onde vamos parar? Que juventude é essa que dizia que queria tomar o poder lá em 1968 e agora pede isso? Que velhinhos são esses? Paulo César de Araújo, referindo-se a artistas como Caetano Veloso e Chico Buarque Entre os integrantes do Procure Saber, além de Roberto Carlos, apenas Gilberto Gil tem uma biografia: "Gilberto Bem de Perto", escrita a quatro mãos pelo músico e a jornalista Regina Zappa Araújo disse ainda estar "sob o impacto" da notícia. "Que Chico Buarque compactue com isso? Onde vamos parar? Que juventude é essa que dizia que queria tomar o poder lá em 1968 e agora pede isso? Que velhinhos são esses?", questiona. "O que me chama a atenção é que, embora se fale em privacidade, a questão é financeira. Ela [Paula Lavigne] fala que pode colocar na internet, desde que não se ganhe dinheiro. Privacidade não se vende, honra não se vende", diz o jornalista, referindo-se à declaração da ex-mulher de Caetano Veloso à "Folha", em que afirma que seu grupo "é contra a comercialização de uma biografia não autorizada" e que não seria justo que somente editores e biógrafos lucrassem com a venda das biografias. "O que é surpresa é isso, colocar ênfase na questão financeira. O Roberto Carlos fez isso, disse que estava prejudicando as vendagens do disco dele. Mas a gente até espera isso do empresário do Roberto Carlos, alguém que vive no mundo do mercado imobiliário. Mas que Caetano, Chico, Djavan estejam fazendo isso, é decepcionante", completa Araújo. Reprodução Pelo jeito que eles falam, parece que estavam sufocados por biografias não autorizadas. Paulo César de Araújo, autor da biografia "Roberto Carlos em Detalhes", sobre os artistas que se mobilizaram contra este tipo de livro O jornalista também questiona a afirmação feita pelo cantor Djavan em nota enviada ao jornal "O Globo" de que "editores e biógrafos ganham fortunas enquanto aos biografados resta o ônus do sofrimento e da indignação". "Isso é um delírio do Djavan! É o contrário. Quem ganha dinheiro aqui são os cantores, compositores. Para se fazer uma biografia, são pelo menos dois anos de trabalho. Você gasta muito em viagens, fitas, documentos, livros antigos", afirma Araújo. Araújo se alinha ao grupo de escritores representados pela Anel (Associação Nacional dos Editores de Livros), entidade que move no Supremo Tribunal Federal uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, alegando que os artigos 20 e 21 do Código Civil, que dão margem à proibição de biografias não autorizadas, opõem-se à Constituição, lei máxima do país. De acordo com o texto da Constituição, "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença". O grupo também apoia o projeto do deputado Newton Lima (PT-SP), que tem como objetivo alterar o artigo 20 do Código Civil.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Bridget Jones volta às livrarias, mas morte de Mark Darcy decepciona fãs

A vida de imprevistos da complexada Bridget Jones, com seus esforços sempre frustrados para perder peso, voltam, 14 anos depois, no terceiro livro de Helen Fielding, mas, desta vez, sem Mark Darcy, com quem teve dois filhos. "Mad about the Boy", ainda sem tradução para o Brasil, é a mais recente história da personagem que nasceu como uma coluna no jornal "The Independent", em 1995, e será publicada nesta quinta-feira no Reino Unido, onde a notícia de que Darcy morreu provocou grande decepção no público feminino. A história se passa cinco anos após a morte de Mark Darcy. Cleaver, o padrinho de seus dois filhos, luta para encorajar Bridget a deixar de lado sua tristeza. Tudo isso muda quando ela se apaixona por Roxster, um jovem de 30 anos que Bridget, com 51, conhece através do Twitter. "Cinco anos. Realmente foram cinco anos? Oh Mark, Mark. O que estou fazendo? Por que comecei tudo isso? Por que não fiquei como estava? Triste, só, sem trabalho, sem sexo", escreve, agora, a cinquentona em seus diários. Com toques de humor, o livro, publicado com o selo da Editora Jonathan Cape, mostra uma Bridget com as mesmas questões: conta calorias, questiona suas decisões e, agora, se preocupa com as rugas e com o colégio das crianças. "Peso: 130 libras (59 quilos). Rumo à obesidade. Por quê? Por quê?", pergunta-se Bridget em seu diário, no qual também relata a saudade que sente de Darcy. A morte de Mark Darcy, revelada pelo "The Sunday Times" no final de setembro, gerou manchetes na imprensa local devido ao grande interesse feminino pelo personagem. Os dois livros da série de Helen Fielding fizeram tanto sucesso que ambos foram parar nas telonas tendo a atriz americana Renee Zelleweger no papel principal. Também integrava o elenco o galã britânico Hugh Grant como o arrogante Daniel Cleaver, chefe de Bridget, que enfrenta Darcy (interpretado por Colin Firth) no primeiro livro a fim de ganhar o amor de Bridget. Apesar da grande expectativa em torno da publicação, o livro não recebeu boas críticas dos jornais. "The Daily Telegraph" o classifica como decepcionante, sem o humor dos anteriores. Enquanto para o "The Guardian" é escandalosa a morte de Darcy. A autora, cujos dois primeiros livros chegaram a vender 15 milhões de cópias no mundo todo, sempre negou que o personagem seja baseado em sua própria vida. Contudo, algumas coincidências são claras. Helen Fielding também tem 55 anos e é mãe de dois filhos. Além disso, depois que sua relação com Kevin Curran, um dos autores de "Os Simpsons", terminou em 2009, ela, que vivia nos EUA, voltou a Londres.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Backstreet Boys voltam às paradas americanas após seis anos

Os Backstreet Boys voltaram a aparecer na lista da revista "Billboard", que contabiliza as músicas mais vendidas nos Estados Unidos, com seu novo single, "In a World Like This". É a primeira vez desde 2007 que a banda emplaca um hit na lista. A canção estreou em 34º lugar nas paradas americanas, segundo a revista. A estreia é um recorde para o grupo --antes dela, a música dos Backstreet Boys que tinha atingido a posição mais alta na "Billboard" em sua estreia havia sido "I Want it That Way". Em 1999, a música estreou na 35ª posição. "In a World Like This" é também o título do novo disco da boy-band, o oitavo da carreira do grupo. Ele está em quinto lugar entre os mais vendidos nos Estados Unidos. "É uma combinação de Backstreet Boys clássico, com as harmonias e melodias, mas também, sabe, mostra que estamos de olhos e ouvidos abertos ao que está acontecendo na música", disse o backstreet boy Howie Dorough ao jornal "Huffington Post" sobre o disco. "Nós estamos sempre tentando evoluir."

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Pela primeira vez, presidente da CBF admite mudar o calendário de 2014

Duas semanas depois de lançado, o movimento Bom Senso F.C. saiu de reunião ontem com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) com uma boa notícia. Conforme a Folha apurou, o presidente da entidade, José Maria Marin, admitiu, pela primeira vez, mudar o calendário de 2014. Reprodução/Facebook/Bom Senso F.C. Símbolo do grupo de jogadores Símbolo do grupo de jogadores Na reunião com representantes do grupo, que conta com o apoio de cerca de 800 jogadores das séries A e B do futebol brasileiro, o dirigente disse que está trabalhando para alterar o período previsto para a pré-temporada. O Bom Senso foi criado por alguns dos principais atletas de futebol do país no mês passado para discutir com os cartolas a programação dos próximos calendários. No encontro de cerca de duas horas, Marin contou aos jogadores que negocia com os clubes e as emissoras de TV o adiamento do início dos Estaduais para 19 de janeiro. Pela programação original da CBF, os times iniciariam a temporada apenas quatro dias depois de voltar ao trabalho, no dia 8 de janeiro. Se o presidente, de fato, recuar, os jogadores terão dez dias de pré-temporada após um mês de férias. O gesto de Marin é uma tentativa de esvaziar seus opositores na eleição da CBF, que acontecerá em abril. Na semana passada, os presidentes das federações "rebeldes" já haviam anunciado que desobedeceriam a CBF sobre o início da próxima temporada. Na reunião, Juninho Pernambucano, do Vasco, e Seedorf, do Botafogo, foram os que mais reclamaram com os cartolas do atual modelo. Seedorf disse que o futebol brasileiro precisa melhorar a qualidade para que possa ser vendido ao exterior. Já Juninho criticou o breve intervalo entre as partidas e afirmou que a fraca atuação de vascaínos e flamenguistas anteontem é um reflexo do atribulado calendário atual. Reprodução/Facebook/Bom Senso F.C. Jogadores em reunião com o presidente da CBF, José Maria Marin Jogadores em reunião com o presidente da CBF, José Maria Marin No encontro, os atletas apresentaram uma pauta de reivindicação aos dirigentes da CBF de cinco pontos. São elas: 30 dias de férias para os jogadores por ano, período de pré-temporada maior, máximo de sete jogos a cada período de 30 dias, a adoção do chamado "fair play financeiro" e que comissões de atletas, treinadores e executivos dos clubes façam parte do conselho técnico das competições e entidades. "Em duas semanas, seremos chamados aqui [CBF] para conversar sobre os pontos e começar a definir objetivos e metas já para o ano que vem", afirmou o zagueiro Paulo André, do Corinthians. O goleiro Dida, do Grêmio, e o zagueiro Cris, também do Vasco, participaram do encontro na sede da CBF. Do lado da CBF, Marin, Marco Polo del Nero, um dos vices da entidade, e Carlos Eugênio Lopes, diretor jurídico, receberam o grupo. "Nós deixamos a bola nos pés da CBF para que ela se posicione e nos mostre atitudes benéficas para o futebol brasileiro", disse Paulo André, que descartou a possibilidade de organizar uma greve.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Coletânea de Odair José estimula reavaliação da sua obra, mal classificada como 'brega

Ser chamado de brega é horrível", desabafa Odair José, 65, um dos artistas mais populares do Brasil. "Tenho a esperança de que as pessoas vão entender a qualidade do meu trabalho antes de eu morrer", diz à Folha, de um hotel em Fortaleza, QG dos shows da turnê nordestina. Mais da metade do repertório atual desse goiano que chegou a ser chamado de "O Terror das Empregadas" é composta por músicas dos álbuns dos anos 1970: "Assim Sou Eu..." (1972), "Odair José" (1973), "Lembranças" (1974) e "Odair" (1975). Tudo isso será relançado neste mês na caixa de CDs remasterizados da série "Tons". Opinião: Odair José quebra a idealização romântica da música popular Este é um novo capítulo de reavaliação da obra de Odair, novela de roteiro nada linear. Um episódio de revisão aconteceu em 2006, no CD "Vou Tirar Você Desse Lugar", tributo a Odair gravado por artistas da cena pop. Jarbas Oliveira/Folhapress O cantor Odair José posa em frente a hotel em Fortaleza O cantor Odair José posa em frente a hotel em Fortaleza Outro ocorreu em 2011, no CD "Praça Tiradentes", em que ele mesmo resgatava "o velho Odair", instigado por Zeca Baleiro (e com sua participação). "Odair inaugurou um jeito de fazer música brasileira", afirma Zeca. "Ele construiu uma obra com temas populares como eram o rock, o country e o blues no começo, e foi corajoso, dando a cara a tapa para que, 20 e tantos anos depois, garotos do Leblon e Ipanema como Cazuza e Lobão pudessem brincar de bandidos", diz o músico. Hitmaker incontestável, Odair está na formação de vários músicos das novas gerações, como Fred Zero Quatro, do Mundo Livre S/A.: "Cresci no interior ouvindo rádio. Os sons românticos dele estavam entre meus preferidos". Odair José conta que é inconformado com a percepção errônea sobre seu trabalho. Em 1972, depois de estourar com "Vou Tirar Você Desse Lugar", lançado pela CBS, ele descobriu o folk rock de Neil Young, Cat Stevens e Ritchie Havens, e se empenhou em sair do gênero no qual foi inserido, a Jovem Guarda. Editoria de Arte/Folhapress A sonoridade recorrente da gravadora, a mesma de Roberto Carlos, não lhe agradava. "Todos os discos tinham o som do órgão e das guitarras de Roberto", afirma. Incentivado por amigos como Raul Seixas, Odair resolveu mudar o som e fazer letras que fossem como reportagens de jornal. A CBS não gostou e ele assinou contrato com a Polydor, "em busca de autonomia". Lá montou banda com José Roberto Bertrami (piano), Alex Malheiros (baixo) mais Ivan "Mamão" Conti (bateria), que depois formariam o Azymuth; o soulman Hyldon (guitarras) e ainda Luiz Cláudio Ramos (violões), futuro maestro de Chico Buarque. A safra de discos entre 1972 e 1975 evidencia a qualidade dos músicos e a intenção roqueira de Odair José, que difere de outros ícones românticos tidos como "bregas". Para John, do grupo Pato Fu, Odair faz "música pop das mais genuínas, misturando influências estrangeiras com uma prosódia brasileira". O músico também destaca "a desconcertante franqueza nas letras". Os quatro álbuns da série "Tons" venderam bem naquela década. E o autor dos hits radiofônicos como "Uma Vida Só (Pare de Tomar a Pílula)", canção que chegou a ser censurada pelo governo, extrapolou as expectativas: foi incluído na lista de artistas que assinaram contrato de exclusividade com a Globo para combater a saída de Chacrinha da emissora. Roberto Carlos era outro artista dos "top five". O sucesso teve um revés na segunda metade dos anos 1970, quando saiu o álbum conceitual "O Filho de José e Maria", influenciado pela guitarra do britânico Peter Frampton e a leitura de "O Profeta", de Khalil Gibran. Odair se desiludiu com a receptividade. "Ninguém entendeu nada, aí acabei descuidando da carreira." Foi nesse período, diz, que passou a consumir maconha e cocaína. "Caí tanto na boêmia que, se não fosse a Jane [com quem casou nos anos 1980], teria morrido." Hoje, ele se diz mais "focado" e feliz quando está no palco. Seria bom se fosse inserido num contexto pop rock, ao lado de Lulu Santos ou Kid Abelha. Se nunca mais fosse chamado de "brega", seria perfeito. QUATRO TONS - ODAIR JOSÉ (CAIXA COM 4 CDs) QUANDO outubro GRAVADORA Universal Music

domingo, 6 de outubro de 2013

Mesmo com apagão, B52’s recria festa new wave 28 anos depois do Rock in Rio em São Paulo

Rio de Janeiro, 1985. Uma banda de pós-punk da Georgia, EUA, bota milhares de brasileiros para dançar num festival predominantemente metaleiro. Era a estreia do B52’s, colocando cores numa tediosa paleta preta do heavy metal. São Paulo, 2013. A mesma banda, com formação de front idêntica (as vocalistas “ab-fabs” Kate Pierson e Cindy Wilson e Fred Schneider, o mentor musical e dono da voz metálica uma das marcas registradas da banda), transforma a casa de show HSBC Brasil numa pista de dança new wave, de novo. O show começa com Planet Claire, já colocando o público no clima festivo que estava por vir. De cara, os agudos de Kate demonstram que os anos foram gentis com suas cordas vocais. Nem tanto para os looks das “meninas”, agora na casa dos 50, e não mais tão montadas como quando surgiram no final dos anos 70 – num época em que a disco music já dava sinais de cansaço, e o pós-punk trazia uma certa melancolia no jeito de vestir. Quando apareceram, Kate e Cindy causaram com uma coleção de roupas de brechós dos anos 60 e as famosas e imensas perucas “bolo de noiva”, que depois seriam resgatadas por figuras como Amy Winehouse. Agora, as perucas tomaram uma chuva, ganharam um toque de chapinha, e as moças, um banho de loja... de departamento. Tudo mais certinho, pelo menos no visual. Mas na música a coisa continua impecável. As vozes dos três líderes seguem firmes, cristalinas. A animação no palco, a de uma banda de garagem – apesar dos movimentos econômicos de Cindy, que enquanto tocava o bongô e degustava um drink parecia estar poupando energia para uma aula de ioga.

sábado, 5 de outubro de 2013

Bom Senso F.C. vai se reunir com Marin na CBF na próxima segunda

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) respondeu o pedido dos atletas e se reunirá com representantes do Bom Senso F.C. na próxima segunda, às 14h. O encontro terá a presença de José Maria Marin, presidente da entidade, e cerca de cinco representantes do movimento, que levarão suas reivindicações ao cartola. O encontro será na sede da CBF, no Rio de Janeiro, e foi marcado às pressas por conta da agenda apertada de Marin. O presidente da CBF ficará no país até a próxima terça, quando viajará para a Ásia com o intuito de acompanhar os amistosos da seleção brasileira contra Coreia do Sul e Zâmbia. Na reunião, o Bom Senso F.C. deve apresentar seus pontos de vista sobre os cinco pontos levantados em reunião na última segunda, em São Paulo. Os jogadores querem discutir o calendário do futebol nacional, as férias dos atletas, o período estipulado para a pré-temporada, a possibilidade de implantação de um fair-play financeiro e a representatividade dos atletas em conselhos técnicos. Os jogadores estão certos em reclamar do calendário? Os jogadores devem definir, até este sábado, quem ficará encarregado de discutir todos os pontos com Marin. Como o encontro ocorrerá no Rio de Janeiro, alguns deverão pedir, novamente, liberação para seus clubes do treino de segunda-feira. O encontro já atende o primeiro pedido dos jogadores, que gostariam, antes de tudo, de serem ouvidos por quem manda no futebol brasileiro. Desde que o movimento foi lançado, há uma semana e meia, três federações já toparam reduzir seus Estaduais em 2014, e outras podem fazê-lo nos próximos dias.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Pastor pede R$ 21 milhões aos fiéis para pagar dívida de TV

Com voz chorosa, desesperançoso e cabisbaixo, o apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, iniciou nesta semana uma campanha para a arrecadar ao menos R$ 21 milhões para pagar dívidas da igreja, especialmente as referentes ao aluguel de horário do canal 21, do Grupo Bandeirantes. A igreja arrendou a emissora praticamente por 24 horas por dia e agora está com dificuldades em cumprir a obrigação... "Amor à Vida" vai ganhar templo evangélico e pregação em bar ALÉM DISSO... Valdemiro afirma que há vários templos com aluguéis atrasados, além de atrasos no pagamento de outros horários locados em rádios e TVs Brasil afora. Um especialista em igrejas, ouvido por esta coluna, que pede para não ser identificado, afirma que dois fatores prejudicaram substancialmente a Igreja Mundial, e que esses fatores ameaçam até a existência da linha evangélica: Motivo 1) A tentativa de crescer rápido demais e sem controle algum sobre a contabilidade; ou seja, a igreja contou que podia crescer mais rapidamente até que a Igreja Universal, mas confiou demais na generosidade dos fiéis; acontece que os fiéis (classes C e D, principalmente) já estão com outras dívidas e pararam de colaborar tanto. A Igreja Mundial quis crescer mais e mais rapidamente do que o possível. Motivo 2) A guerra deflagrada pela Igreja Universal contra a Mundial, no ano passado. Por meio da Record, a Universal exibiu reportagens que acabaram com a saúde contábil da Mundial, que acabou investigada pelo Ministério Público e, principalmente, pela Receita Federal. A Igreja teve de vender propriedades, gado, se desfazer de templos... Enfim, entrou num verdadeiro gargalo financeiro. Esse gargalo está agora se apertando ainda mais. Mastrangelo Reino - 31.ago.2011/Folhapress Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial FALANDO EM CLASSE C... Ela é a "culpada" pela súbita estagnação das assinaturas de novas TVs pagas. Foram justamente as classes C e D que causaram o "boom" de assinaturas nos últimos cinco anos, pelo menos. Acontece que essas classes gastaram em muitas outras coisas, além da TV paga: viagens, presentes, eletrodomésticos, carros populares. Agora estão atoladas de carnês e têm pouca margem para fazer mais compras. A TV por assinatura, para essas classes, deixou de ser um objeto de desejo primário. CHORA, BANANEIRA.... Entenda como quiser, como boa ou má notícia. Tudo depende do seu gosto televisivo, caro leitor: mas "A Fazenda 7" já está garantida para 2014. Por outro lado, "A Fazenda de Verão" está subindo a calha rumo ao telhado.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Caravanistas ganham até R$ 4.000 fornecendo "colegas" a programas de auditório

Às 8h de uma terça-feira, 200 mulheres já estão reunidas nos bastidores do estúdio três do Sistema Brasileiro de Televisão, em Osasco (SP), aguardando a gravação do "Programa Silvio Santos". Em uma sala com diversas cadeiras, elas recebem lanches, broches com seus nomes, passam rapidamente pelas mãos dos cabeleireiros e maquiadores da emissora, fazem chapinha nos banheiros disponibilizados exclusivamente para elas e ouvem as dicas do diretor de auditório, o lendário Roque, que trabalha com Silvio há 52 anos, e sua equipe."Nada de gritar 'lindo', 'gostoso', 'tesão' para o Silvio. Ele não gosta dessas coisas", informa uma organizadora. Auditório: a alma da TV Rodrigo Capote/UOL "A caravana salvou a minha vida. Tornei-me uma mulher alegre. Esqueço todos os meus problemas e me divirto por apenas R$ 10 que dou para ajudar a caravanista", afirmou Lívia Molina, 70, enquanto pulava e dançava na plateia do "Legendários", mesmo após ter enfrentado três horas de gravação no palco do "Programa da Tarde", naquele mesmo dia. Aos 55 anos, Lívia perdeu seu único filho quando ele tinha apenas 15 anos. Nos bastidores das emissoras, ela é conhecida como a "velhinha beijoqueira" do auditório. "Adoro beijar! Já dei selinho no Rodrigo Faro, no Celso Portiolli, no Danilo Gentili, no Gilberto Barros, no Marcos Mion, em diretor da Globo", enumera a moradora de Embu (SP). Ver um artista de perto sem ter que gastar muito, se divertir, desfilar sua melhor roupa ou até mesmo ganhar prêmios e dinheiro são alguns dos motivos que levam homens, mulheres, idosos e adolescentes a saírem de casa para acompanhar a gravação de um programa de TV. A rotina dos caravanistas e das pessoas que acompanham cerca de 25 programas de auditório, no ar hoje na televisão brasileira, é puxada. É preciso ter disposição para ficar pelo menos oito horas dentro de um estúdio, sem almoço, em pé ou sentado por algumas horas, sem perder animação nos aplausos. Nas últimas semanas, o UOL acompanhou a ida de 20 grupos a programas televisivos e conta um pouco dos bastidores. "Vocês ganharam lanches? Foram bem tratadas pela equipe do SBT?", pergunta Roque à plateia. "Vocês precisam falar na vizinhança que o tratamento do SBT é o melhor do mundo", completa o diretor, que com 58 anos de profissão, se considera o melhor animador de público do Brasil. No ar desde a década de 1960, Silvio Santos tem ainda hoje o programa mais concorrido do SBT. Com cerca de mil mulheres na lista de espera e sem atrações musicais de peso, o próprio apresentador e seu dinheiro são os protagonistas de um show sem ensaio. Cerca de R$ 3.000 são distribuídos ao público durante as três horas e meia de gravação. "Vamos brincar com o auditório, improvisando, e o que for mais legal a gente coloca", diz Silvio no ponto eletrônico para o diretor do programa, Fabiano Wicher. Ver o Silvio agradecendo a plateia, mostrando que você não é apenas um auditório, e sim, uma colega de trabalho, emociona. Ele conquista gerações e gerações. Minha avó era caravanista, minha mãe foi e eu frequento alguns programas. Mariana Gonçalves, 26, na plateia de Silvio Aos 82 anos, o dono do baú retribui o carinho dos fãs e faz questão de agradecer as caravanas, chamando cada uma pelo nome, perguntando se os banheiros estão bem cuidados, querendo saber quantos ônibus Roque enviou para cada bairro. "Vocês são muito gentis. Chamo de gentis porque deixaram outras diversões de lado para estarem aqui hoje, na televisão de vocês, que vocês ajudaram a construir", diz ele antes de abrir sua atração com a clássica pergunta: "Quem quer dinheiro?". Os aviõezinhos começam a voar e as mulheres se empolgam. "O clima de alegria é sensacional, dá pra perceber que as pessoas se envolvem com tudo que acontece no palco. Ver o Silvio agradecendo a plateia, mostrando que você não é apenas um auditório, e sim, uma colega de trabalho, emociona. Ele conquista gerações e gerações. Minha avó era caravanista, minha mãe foi e eu frequento alguns programas", conta a administradora de empresas, Mariana Gonçalves, 26, que aproveitou o período de férias no trabalho, para acompanhar uma gravação. Silvio elogia a aparência, a roupa, o nome das convidadas, tira sarro, oferece aula de português quando "suas meninas" têm dificuldade para formar frases no "Jogo dos Pontinhos". "Chapeuzinho vermelho", "magrinha", "gordinha", são alguns dos adjetivos usados pelo apresentador. "Vem aqui, magrinha", diz ele para uma mulher acima do peso. "Você está de congregação hoje?", perguntou o apresentador, referindo-se ao vestido longo, tipicamente usado pelas fiéis da igreja protestante. Ela não se ofende, quer saber de brincar e ganhar dinheiro. Ri durante um certo minuto, emocionada por estar ali. Semanalmente cerca de 2 mil pessoas passam pelos estúdios do SBT. Uma das recomendações das emissoras é que as convidadas estejam bem vestidas, maquiadas e tenham disposição para gritar. "Nós que dependemos do público temos a obrigação de lhe darmos atenção", afirma Roque. "O auditório é a alma do programa. É preciso deixar a plateia à vontade, para que ela se solte", completou o animador de plateia da Record, Anderson Souza, de 26 anos. A saga continua Rodrigo Capote/UOL Adolescentes aguardam sentadas no chão a gravação do programa "Legendários", da Record. No dia em que a reportagem acompanhou, foram 4 horas de espera Espalhadas por uma das recepções da Record, 300 pessoas aguardam a gravação do programa "Legendários" sentadas no chão, nas escadas. A atração teve a participação do cantor Naldo Benny. As dezoito caravanas chegaram ao bairro da Barra Funda, em São Paulo, às 14h, naquela quarta. Elas saíram dos bairros de Diadema, Guarulhos, Interlagos, Santo André e Pirituba. Sem estresse, senhoras e adolescentes posam para fotos, conversam, comem pão com presunto e queijo e tomam refrigerante, distribuídos pela emissora. Após três horas e meia de espera, o público entra no estúdio. Enquanto artistas posam para fotos, animadores oferecem autógrafos e CDs para que a plateia não desanime nas próximas três horas de gravação e grite ainda mais. Profissão caravanista Maria de Lourdes Correia de Oliveira, de 62 anos, é uma das caravanistas responsáveis por alegrar programas de todas as emissoras. Há 35 anos, ela foi descoberta por Roque na plateia do SBT e, nas últimas décadas, frequenta os auditórios de programas como "O Melhor do Brasil", "Domingão do Faustão" e "Sábado Total". Arquivo Pessoal A caravanista Lurdona relembra momentos ao lado do apresentador Silvio Santos no quadro "Topa Tudo por Dinheiro" "Lurdona", como é conhecida, orgulha-se ao posar com os chapéus que ganhou da dupla Chitãozinho & Xororó e ao mostrar as fotos que tem ao lado de Silvio Santos. "Uma vez cortei meu vestido de noiva para fazer uma fantasia de baiana e ir a uma gravação do programa do Silvio. Ele me chamou no palco, dançamos, ele fez piada com a minha roupa, foi um show...", relembra a caravanista de Santo André, aos risos. O trabalho do caravanista para captação de pessoas é diário. É preciso ir a escolas, universidades, bater perna pelo bairro e divulgar seu trabalho. Dois dias antes da gravação, eles precisam estar com a lista de participantes fechada. "É preciso estar ligado 24 horas por dia. Acaba uma gravação e você já está agendado a próxima. Sou conhecido no bairro como 'o cara da caravana'", diz o radialista, Jefferson Gomes, 26, morador do bairro de Interlagos, Zona Sul de São Paulo. Funcionária do SBT há quatro anos, Lucia Batata, 58, trabalhou durante 15 anos como caravanista e graças ao seu jeito espontâneo e irreverente foi convidada pela equipe de auditório a integrar o time formado por 12 pessoas. "Tornei-me caravanista por causa do Roque, que me incentivou. Tirava de R$ 2.000 a R$ 3.000 por mês. E aos 54 anos, jamais imaginei arrumar um emprego no SBT". Ela é responsável por recepcionar os convidados e animá-los. Rodrigo Capote/UOL "Aos 54 anos, jamais imaginei em arrumar um emprego no SBT, na emissora que sempre frequentei como caravanista", afirma Lúcia Batata, que trabalha como organizadora de plateia na TV de Silvio Santos Globo e Record não dão cachê "A rotina do organizador de plateia é comum, assim como a de outros trabalhadores brasileiros", afirmam os caravanistas ouvidos pela reportagem. São pelo menos quatro gravações semanais e o salário varia de R$ 3.000 a R$ 4.000 por mês. Segundo apuração da reportagem, a Band paga R$ 220 aos seus 300 caravanistas cadastrados no banco de dados, cada vez que eles participam de um programa; o SBT dá R$ 250 e a RedeTV!, R$ 50. Rede Globo e Record não dão ajuda de custo. Para complementar a renda, os caravanistas cobram de seus convidados de R$ 5 a R$ 30, dependendo da atração de cada programa. Em média, cada caravanista precisa ter grupos de 20 a 60 pessoas para cada gravação. 70% dos caravanistas são chefes de família e durante janeiro e fevereiro precisam se organizar, já que são meses em que não têm gravações. Como alternativa, a maioria organiza excursões para parques de diversões e cidades do litoral e interior de São Paulo. Se animou e quer passar o dia acompanhando a gravação de um programa? Separe sua roupa mais bonita, prepare o make, leve pelo menos dois sapatos, já que terá que esperar por pelo menos quatro horas para o início das filmagens, e convide seus amigos. Veja no álbum o que é preciso fazer para se inscrever nos programas:

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Na estreia da MTV, Anitta diz que quadradinho lhe deu problema na coluna

A nova MTV entrou no ar exatamente às 21h30 desta terça (1º) com chamadas da nova programação e o programa "Coletivation", apresentado por Fiuk e Patrick Maia, ex-apresentador do "Morning Show", da Rede TV! A primeira convidada do "Coletivation" foi a cantora Anitta, que afirmou estar com problema de coluna de tanto fazer o famoso passo "quadradinho". Durante a entrevista, ela disse que seus dançarinos são todos gays e dançam melhor que ela. "Eles dançam melhor que eu, gostam de aparecer mais que eu e pegam mais homem que eu." Antes de começarem as transmissões, Fiuk pediu a "benção" de Mãe Dinah, que previu que a nova emissora seria um sucesso. Durante o dia todo, a vidente aparecia em uma gravação em "loop" com um relógio fazendo a contagem regressiva para a estreia. Outro anúncio feito nos intervalos foi a entrada do desenho "South Park" na programa, toda quinta, à 0h. O desenho era exibido pelo canal VH1, cujo espaço a MTV ocupou no canal 88 da NET.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Viuvez de Bridget Jones em novo livro gera comoção nas redes sociais

Reprodução Collin Firth e Renée Zellweger na adaptação do livro O Diário de Bridget Jones para o cinema Collin Firth e Renée Zellweger na adaptação do livro O Diário de Bridget Jones para o cinema A notícia de que a autora Helen Fielding matou o personagem Mark Darcy no terceiro livro da série Bridget Jones provocou comoção entre os fãs nas redes sociais. Em trechos de seu novo livro, "Louca pelo Garoto" (Mad About the Boy, no título original em inglês), publicados pelo jornal "The Sunday Times", a protagonista Bridget Jones revela em seu diário que Darcy - seu marido e pai de seus dois filhos - morreu cinco anos antes. Darcy foi representado pelo ator Colin Firth nas adaptações dos dois primeiros livros da série para o cinema. "Nãããão!" A revelação foi recebida com indignação pelos fãs. "Nãããão. Não Mark Darcy!", escreveu Fiona Ufton no Twitter. Outra fã, Anne Robinson, acrescentou: "Mark Darcy está morto. Bridget Jones é uma viúva!! Isso é muita coisa para uma manhã de domingo tranquila". "Espero que isso não seja verdade", tuitou Ashley Elliott. "Vi as notícias sobre a sequência de Bridget Jones, que vai sair no meu aniversário, e Mark Darcy está MORTO! Notícia horrível", disse Mairi Thomson. Os questionamentos também foram direcionados à autora. "Uma palavra para Helen Fielding: Por quê?", escreveu Chloe Helen Lemmon. Outra fã, Becky Milborrow, questionou: "Que diabos Helen Fielding está fazendo no próximo livro de Bridget Jones?". Outros sugeriram que o livro pode não ter a mesma aceitação dos anteriores. "Não tenho certeza se eu quero ler o terceiro livro de Bridget Jones agora!", escreveu Naomi Sharples. Ampliar "Orgulho e Preconceito" faz 200 anos: veja versões já feitas para o clássico 10 fotos 5 / 10 Livremente inspirada em "Orgulho e Preconceito", a comédia britânica "O Diário de Bridget Jones", na qual Colin Firth também encarna um advogado de nome Darcy, só que Mark Darcy Leia mais Reprodução Namorado jovem Nos trechos do livro publicados neste domingo, revela-se que Bridget tem dois filhos, Mabel e Billy, e um namorado jovem de 30 anos chamado Roxster. O primeiro livro da série, "O Diário de Bridget Jones", foi publicado em 1996, com uma sequência, Bridget Jones: No Limite da Razão, publicada três anos depois. Escritos na forma de diário pessoal, os romances contam a história de uma mulher solteira de 30 e poucos anos que mora e trabalha em Londres. Em 2001, uma adaptação para o cinema foi lançada, com a atriz americana Renee Zellweger no papel principal, Hugh Grant como o mulherengo Daniel Cleaver e Colin Firth como Darcy. A adaptação do segundo livro da série foi lançada em 2004. O novo livro tem lançamento previsto para 10 de outubro na Grã-Bretanha e no dia 30 de outubro no Brasil.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O Brasil gosta de putaria", Andressa sobre a final de "A Fazenda 6"

29.set.2013 - Andressa Urach durante a final de "A Fazenda 6" Reprodução/Record Andressa Urach ficou revoltada com a vitória de Bárbara Evans na sexta edição de "A Fazenda". Em conversa com o UOL, a vice-Miss Bumbum relatou a sua indignação com o resultado final do reality show, que foi anunciado na noite deste domingo (29). "Duas pessoas que não estavam nem aí para o jogo serem as finalistas me revolta. A Denise e a Bárbara não fizeram nada na casa. Eu torcia pela Scheila Carvalho, pelo Yudi Tamashiro, pelo Gominho e pela Mulher Filé por isso fiz o protesto na última festa. O Brasil gosta de putaria. Então, viva a putaria", disse ela se referindo ao episódio em que ela tirou a roupa e ficou completamente nua na festa com todos os participantes do reality show realizada na última sexta-feira (27), na "Fazenda". Ao ser questionada se ela ficou preocupada com a reação do seu filho ao ver as polêmicas atitudes da mãe no programa, Andressa foi enfática ao dizer: "O meu filho não vê nem sabe de nada. Ele não vai questionar a minha participação no reality show porque ele entende que quem coloca comida dentro de casa sou eu". Após sua marcante participação na "Fazenda", a ex-peoa pretende investir na carreira artística: "Tenho várias propostas para continuar trabalhando na televisão. Minha atuação no programa foi ótima! Quem não é visto não é lembrado!", afirmou.

domingo, 29 de setembro de 2013

Tatá Werneck vai ao shooping e recebe o carinho de fãs

Tatá Werneck aproveitou neste sábado (28) uma folguinha e foi até um shopping no Rio de Janeiro dar uma volta. Durante o passeio, a atriz foi assediada por fãs. Muito simpática, atendeu pedidos e tirou fotos. Antes de ir embora, uma parada para comprar um chocolatinho... Atualmente, a morena está fazendo muito sucesso com o público na pele da periguete Valdirene, em Amor à Vida, da Globo.

sábado, 28 de setembro de 2013

Sob nova direção, MTV reestreia no Brasil de olho no público jovem e abandonando tradições

A MTV Brasil vai morrer a 20 dias de seu 23o aniversário. Chegou à maioridade, mas talvez não tenha nascido destinada a alcançar, de fato, a maturidade. Afinal, maturidade é coisa à qual juventude nenhuma sobrevive. No novo formato, que estreia em outubro, o canal deixa para trás o Brasil do nome, a TV aberta e a confiança em qualquer espectador com mais de 30 anos de idade. Dez melhores (ou mais constrangedores) momentos do VMB. O foco do novo empreendimento da Viacom é nos millennials, expressão que é repetida a toda hora para explicar o projeto e representa o público jovem de 15 a 30 anos. Tiago Worcman, ex-gerente de programação do GNT, e que só tem sete anos a mais do que o limite de idade de seu público, assume o comando da nova MTV com um cargo de duas linhas: vice-presidente de conteúdo e programação e brand manager da MTV no país (além disso, é marido da Carolina Dieckmann). E ele explica como vai tentar acertar onde a antecessora deixou de funcionar. “O que ofereceremos será um novo canal, uma nova MTV e o que tiver o perfil do nosso público e o agradar, entregaremos”, afirma. “VJs, telespectadores e televisão mudaram. Por que a MTV não pode mudar como os próprios jovens mudam o tempo todo?” A base da programação, segundo Worcman, se apoia em uma ampla pesquisa da Viacom com jovens de todo o mundo, “para conhecer o que desejam, seus medos, angústias, vontades e perfis”. A partir daí, nasce um conteúdo bem variado, que engloba tanto programas diários quanto séries, animações e realitiy shows – bem similar ao que é produzido atualmente na matriz norte-americana. Aliás, boa parte do conteúdo virá da programação global da rede, em versões dubladas e legendadas. Mas o executivo garante uma aposta significativa em conteúdo original local, de todos os formatos, inclusive ficção e reality, já em 2013 e 2014. Haverá também versões nacionais de sucessos atuais dos Estados Unidos, como Catfish e Girl Code/Guy Code. Entrevista: João Gordo conta que apresentava programa da MTV drogado. Quem tem saudade da programação dos “velhos tempos” e sonha com a volta do Disk MTV, no entanto, pode começar a aceitar os cabelos brancos. A nova MTV é para o novo jovem, o tal millennial. “Temos de lembrar que os jovens na época do antigo Disk MTV ou de outras atrações já não são mais os mesmos. O tempo passou, o mundo mudou, as redes sociais estão aí, precisamos pensar com a cabeça do jovem de hoje, não com a do jovem de ontem”, define Worcman. Mas, mesmo antes de estrear, a nova MTV já tem algo em comum com a antiga. Ela enfrenta um questionamento recorrente: e a música? A música é apenas mais um dos assuntos da emissora. Nem mais, nem menos. Ela estará na TV, sim, “tanto na forma de clipes quanto em outros formatos”, diz Worcman. Mas, aparentemente, estará mais presente nas redes sociais e nos eventos que a marca pretende produzir no Brasil, como o World Stage, um show que ocorre em diversos lugares do mundo e é transmitido pelo canal (e, atualmente, pode ser assistido no Brasil no VH1 HD). “Proporcionaremos experiências relevantes, marcantes, queremos trazer grandes eventos que a marca MTV faz em outros países e vamos apostar em muito mais coisas”, ele explica. “A música é relevante para o jovem de hoje? Sim, é. Ela é consumida no rádio, internet, CD, DVD, shows, televisão. O jovem assiste ao clipe e comenta com o amigo, simultaneamente, nas redes sociais. É nesse jovem que estamos pensando.” Diante do segmento em que a MTV foi mais relevante nos últimos anos, talvez mais realista do que perguntar sobre música seja questionar sobre comédia. Afinal, a Viacom também é dona do Comedy Central, marca que investe no humor, inclusive em produções nacionais. Worcman nega que vá haver concorrência interna entre os dois canais, por conta da diferença de idade dos públicos: o Comedy buscaria uma audiência um pouco mais madura. “A MTV tem um público mais jovem e não teremos stand-up, por exemplo”, diz. “Teremos alguns programas com humor, pois rir faz parte do universo dos millennials.” Para representar a nova fase, o canal está fazendo testes de apresentadores que sejam capazes de incorporar a cara de representante da nova geração que a MTV quer ter. Não está descartada a volta de profissionais que já tenham trabalhado na antiga, desde que provem, em teste, que estão “dentro do que buscamos para a MTV que desejamos entregar”. Mas, grosso modo, o plano de Worcman parece ser buscar caras novas. “Teremos talentos importantes que serão a cara do canal. Mas, para um jovem multifacetado, como ter uma cara apenas? Então teremos várias ‘caras’, vários talentos para dar voz à variedade de perfis de jovens que o Brasil tem hoje”, conta. O VMB, premiação que mantinha relevância na validação de novas bandas, deixa de existir – pelo menos como era até 2012. “Estamos avaliando formatos ainda melhores”, diz Worcman. Faz sentido, já que o foco passa longe de qualquer estratégia que abra mão da participação em novas tendências. Afinal, o que a Viacom pretende não é pouca coisa, segundo o executivo: “A MTV vai assumir o papel de precursora de tendências, de voz da Geração Millennials”.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Lombardi compara estreia de "Pecado Mortal" a parto em lançamento da novela

O elenco de "Pecado Mortal", nova novela da Record, se reuniu nesta quarta (25) no Centro de Eventos do shopping Village Mall, na zona oeste do Rio, para assistir à estreia da trama, que aconteceu nesta noite. Carlos Lombardi, autor do folhetim, foi um dos primeiros a chegar à festa ao lado da mulher, Cris. Depois de posar para as fotos, ele falou sobre a expectativa para assistir ao primeiro capítulo da trama, que marca sua estreia na Record depois de mais de 30 anos na Globo. "Para mim, a expectativa é a de sempre. Estreia de novela é como um parto: dói, assusta, mas às vezes sai um filho maravilhoso", disse. O autor também falou sobre as vantagens de escrever para o horário das 22 horas. E admitiu que a trama terá cenas bem picantes. "Nesse horário você pode tratar assuntos de uma forma mais adulta. A novela não é excepcionalmente sexual nem é assexuada. Ela é um degrau mais realista", disse ao comparar "Pecado Mortal" com suas outras tramas. Lombardi ainda garantiu que não está preocupado com o Ibope. O autor disse que se atingir 10 pontos de audiência no decorrer da trama já se dá por satisfeito. "A maior audiência da Record é o 'Cidade Alerta', que dá 10 pontos. Sou uma pessoa realista, audiência não é raio", afirmou. Protagonista da história, Fernando Pavão também chegou com a mulher, Maria Elisa, e foi só elogios à novela. "Minha expectativa é a melhor possível. A novela está muito bonita e tem todos os ingredientes de um novelão. Está bem completa", opinou.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

"Esperamos que a nova MTV foque mais no 'M'", diz Rogério Flausino

Rogério Flausino foi nesta terça-feira (24) em uma festa promovida pela nova MTV em São Paulo. O vocalista da banda Jota Quest disse o que espera que a nova emissora se concentre mais na música e criticou o formato recente dos VMBs. "Quando a gente soube que a MTV ia mudar, ficamos preocupados. Mas a gente espera que nunca deixe de ser o que é e foque mais no 'M'", falou. "Nos últimos tempos, o VMB mudou, o critério de avaliação mudou. Antes tinham as categorias do júri artístico e apenas uma que era escolha da audiência. Depois, se tornou muito popular, deixando pra trás, a avaliação do júri artístico e deixando as votações só com o público. Se popularizou demais". "Temos o exemplo do VMA, a melhor premiação de musica junto com o Grammy do mundo", apontou Flausino. "Mas só tenho lembranças boas do VMB. nossa primeira vez foi inesquecível, em 1997, nosso primeiro disco, foi mágico".

terça-feira, 24 de setembro de 2013

TV sob demanda e internet mudam atitudes do espectador, que está mais ansioso e viciado

Diogo Dantas, 26, mudou seu modo de ver televisão. Há um ano, o analista de marketing, que mora em São Paulo, comprou uma Apple TV. Com o aparelho, que funciona como uma espécie de ponte entre TV e internet, ele usa a plataforma sob demanda Netflix e faz downloads para assistir a tudo o que quer, na hora e do jeito que mais lhe satisfaz. TV convencional frustra crianças da era Netflix Dantas é um exemplo da transformação que a tecnologia trouxe ao consumo de entretenimento. Graças às variadas opções de plataformas de programação sob demanda no Brasil, que cobram preços mais baixos do que os de TV paga, é cada vez mais comum que os espectadores montem suas próprias grades e, quando envolvidos por alguma série, assistam a tudo de uma vez em maratona (ou "binge", como é chamado o hábito nos EUA). fenômeno foi citado pelo ator Kevin Spacey durante um festival de TV em Edimburgo, em agosto: "O público quer o controle, quer liberdade. Se quiser assistir em maratona como vem fazendo com 'House of Cards' [seriado que ele protagoniza no Netflix], temos que permitir". Dantas está usando essa "liberdade". Fã de seriados como "Homeland" e "Walking Dead", devora tudo: baixa e assiste a vários episódios de uma vez só, faz pesquisa nas redes sociais, lê o que acha pela frente. Para ele, há um fator fundamental que não foi citado por Spacey. "Tem a ver com ansiedade. Você sabe que a coisa está disponível e quer consumir. Quem hoje não é ansioso?", pergunta o analista. Já o publicitário Luiz Fernando Silveira, 25, teve motivação financeira para aderir ao novo comportamento. Colocou os gastos com a TV na ponta do lápis e viu que era mais vantajoso assinar uma internet mais rápida e o Netflix. O serviço custa R$ 16,50 ao mês e o Vivo Play, R$ 15,90, ambos bem abaixo dos preços da TV paga --o pacote mais simples da Net custa R$ 39,90, e o da Sky, R$ 49,90. Agora, Silveira diz que espera que as suas séries favoritas acabem para assistir a tudo de uma vez só. "Foi o que fiz com o 'Lost', já sabia do fator viciante", conta.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Em volta aos anos 80, Iron Maiden faz melhor show da noite de heavy meta

A banda britânica Iron Maiden participou pela terceira vez do Rock in Rio, encerrando a edição de 2013 do evento com um repertório dominado por músicas antigas, que celebram a trajetória da banda e se confundem com a própria história do heavy metal, estilo musical que dominou as atrações deste domingo (22). O repertório, mesmo apresentado pelo grupo em São Paulo na sexta-feira, recupera faixas da turnê "Maiden England", que divulgava o álbum "Seventh Son of a Seventh Son", de 1988. A fase é considerada uma das mais importantes da banda, que viveu seu auge durante a primeira estadia do vocalista Bruce Dickinson, do final de 1981 até 1993, um ano após o lançamento do disco "Fear of the Dark", responsável por renovar por pelo menos mais uma década o legado do grupo. Setlist do Iron Maiden no Rock in Rio Qual foi o melhor show do sétimo dia de Rock in Rio 2013? André Matos + Viper Destruction + Krisiun Helloween + Kai Hansen Kiara Rocks Sepultura + Zé Ramalho Slayer Avenged Sevenfold Iron Maiden Resultado parcial Nos primeiros instantes, antes de a banda entrar ao palco, os telões mostravam imagens de icebergs, aves de rapina e paisagens, aumentando o nível de expectativa dos fãs, que encararam filas enormes desde cedo no dia mais concorrido do festival. Pouco tempo se passa até uma explosão indicar a entrada meteórica da banda, com Dickinson dando o primeiro de uma série incontável de saltos em um espetáculo à parte. Curiosamente, o frontman de 55 anos continua o mesmo das apresentações anteriores no Rock in Rio - em 1985 e 2001, esta que rendeu a gravação de um DVD e CD ao vivo. Dono do palco que parece desenvolvido para suas corridas, ele gesticula e brinca com o pedestal de seu microfone, passeia por cima de uma câmera móvel, troca de roupa inúmeras vezes e, claro, dá pulos impressionantes para um roqueiro de sua idade. (Paul Di'Anno, o vocalista original do Iron Maiden, que saiu em 1981 logo após o lançamento do álbum "Killers", não teria a mesma desenvoltura mesmo que quisesse, a julgar pelo tamanho em que ressurgiu no festival, também neste domingo, como convidado da banda Kiara Rocks, no palco Sunset). Ao se dirigir ao público, Dickinson é menos criativo, apela para sua marca registrada - os chamados de "Scream for me Braziiiil" (gritem por mim, Brasil) - e os lugares-comuns de todo gringo: cachaça, caipirinha e churrasco. Mas a estratégia batida é tão eficiente para ganhar a atenção do público quanto as suas piruetas. Ao introduzir a faixa "Afraid to Shoot Strangers", de "Fear of the Dark", o público bradou mais uma versão do canto futebolístico "olê, olê, olê, olê", como de praxe em shows que agradam. A noite reservaria uma série de coros durante refrãos das músicas mais aguardadas, começando com "Can I Play With Madness", "The Trooper" e "The Prisoner". Pulos da multidão tomariam conta da Cidade do Rock durante faixas como "Phanton of the Opera" e "Number of the Beast", introduzidas no miolo do repertório, trecho que marca o ápice do show. Mas Dickinson ainda é capaz de surpreender, especialmente quando aparece em sua versão mais bizarra no palco, usando devilock vampiresco, corte de cabelo da banda de horror punk Misfits, durante a faixa "Seventh Son of a Seventh Son". Mais conservadores, outros rostos famosos do grupo como o baixista e fundador Steve Harris e o guitarrista Dave Murray arriscam poucas corridas, mas seguem cada vez melhores quanto à rapidez e à versatilidade de seus dedos. O baterista Nicko McBrain, escondido atrás de pratos altos, mantém o nível técnico da apresentação tão bem quanto os guitarristas Adrian Smith e Janick Gers. Nos momentos em que os músicos brilham, Dickinson se ocupa com brincadeiras com a plateia, faz caretas e ainda aproveita para fazer merchand da britânica Unicorn, microcervejaria da qual é dono. O carismático boneco mascote gigante Eddie - que estampa praticamente todas as capas de discos do Iron Maiden e sempre dá as caras a certa altura do show do grupo - encerra o arsenal de atrações vestindo um uniforme ao estilo "Três Mosqueteiros" durante as músicas "Run to the Hills" e "Wasted Years". A roupa é parecida com a usada por Dickinson durante o clássico "The Trooper", na qual carrega a bandeira do exército do Reino Unido. Foram 100 minutos de puro heavy metal, que encerraram bem o último dia de atrações do Rock in Rio com o hit "Running Free", primeiro single oficial da história do Iron Maiden, lançado em 1980. A organização do Rock in Rio elevou o nível das atrações de metal em 2013, trazendo grupos com legiões de fãs como Slayer, Destruction e Avenged Sevenfold, mas o posto de melhor show da noite -- na acepção completa da palavra -- ficou com a "Donzela" mais uma vez.

domingo, 22 de setembro de 2013

Rock in Rio confirma nova edição no Rio de Janeiro em 2015

Rock in Rio 2013 não chegou ao fim, mas a organização do festival já informou que o evento voltará ao Rio de Janeiro em 2015. O anuncio foi dado em coletiva de imprensa realizada na Cidade do Rock neste sábado, 21. O guia da Rolling Stone Brasil para o Rock in Rio. “Desde a volta do Rock in Rio ao Brasil nossa intenção era realizarmos uma edição a cada dois anos. Nada é garantido, mas estamos trabalhando muito para que o Rock in Rio permaneça no calendário do país por muitos anos”, disse Roberto Medina, presidente do festival em comunicado oficial. O festival voltou ao Brasil após dez anos longe em 2011, já com a configuração mantida na edição deste ano, com sete dias de shows, espalhados em dois fins de semana, na Cidade do Rock. “A edição de 2013 confirmou que o Rock in Rio tem um grande poder de reverberação no país”, disse Rodolfo Medina, vice-presidente comercial do festival. O Rock in Rio 2013 teve os 595 mil ingressos disponibilizados para os sete dias vendidos em questões de horas assim que ficara disponíveis para compra online. O festival deste ano foi puxado pelos shows de Beyoncé, Muse, Justin Timberlake, Metallica, Bon Jovi, Bruce Springsteen e Iron Maiden, que encerra o festival neste domingo, 22. São 28 anos de história, desde a primeira edição, em 1985, realizada no Rio de Janeiro. O festival se tornou global em 2004, quando passou a também ser realizado em Portugal. Ao todo, já foram 13 edições, contabilizando Brasil (1985, 1991, 2001, 2011 e 2013), Portugal (2004, 2006, 2008, 2010 e 2012) e Espanha (2008, 2010 e 2012).

sábado, 21 de setembro de 2013

Nova lei da TV paga movimenta serviço e aumenta trabalho de produtoras

Nos últimos tempos, ouviu-se falar bastante sobre a nova lei da TV paga, que obriga os canais a apresentar pelo menos três horas de “conteúdo qualificado brasileiro”. Muita gente já leu sobre o assunto, mas outras tantas não sabem bem o que isso significa. O que isso representou para as produtoras brasileiras e para os canais? E em audiência, é vantajoso? São perguntas que vamos tentar explicar nesta matéria especial. Segundo a Ancine (Agência Nacional de Cinema), essa nova lei foi discutida por cinco anos e visa “democratizar e incentivar uma nova dinâmica para produção e circulação de conteúdos audiovisuais produzidos no Brasil, de modo que mais brasileiros tenham acesso a esses conteúdos”. Para o assinante, de fato, só muda o seguinte: cada vez mais, ele vê conteúdo nacional na TV paga. O problema é que, como as programadoras não esperavam essa lei, no primeiro momento, o que aumentou foram as reprises de filmes brasileiros, já que cada canal tem que cumprir 3 horas e 30 minutos por semana de conteúdo qualificado, o que colocando no papel, é a duração de dois filmes brasileiros de 1 hora e 45 minutos, por exemplo. Porém, os canais já estão se movimentando, porque uma hora o estoque de filmes acaba e as reprises irritam. E a intenção da Ancine, de fato, é estimular a produção independente, que segundo ela, não tem “coligação com programadoras, empacotadoras, distribuidoras ou concessionárias de serviço de radiodifusão de sons e imagens”.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

"Funk só depois de 5 da manhã e muito bêbada", diz Fani

Essa foi a primeira vez de Fani Pacheco em um Rock in Rio, mas a ex-BBB diz que rock é o estilo musical que mais ouve, por influência do pai. ESPECIAIS DO ROCK IN RIO "Adoro Pink Floyd e Led Zepellin. As pessoas acham que eu gosto de funk, mas, para mim, funk só depois das 5 da manhã e muito bêbada. No máximo, gosto de funk melody", disse a ex-BBB, que participou de muitas festinhas embaladas por funk, inclusive no "Big Brother". Em 2013, a veterana retornou ao "BBB" e tornou-se a décima primeira eliminada da 13ª edição do reality, em uma disputa com Nasser. Ao deixar o programa, a sister disse que seu tratamento contra depressão "foi para o lixo" porque não pode tomar os remédios receitados por seu médico durante o confinamento. Fani namora há três meses Márcio Alvino, ele é prefeito da cidade de Guararema, no interior de são Paulo, e vai encontrá-lo neste final de semana. . No "Big Brother Brasil 7", Fani protagonizou um triângulo amoroso com Diego Alemão e Íris Stefanelli. Em 2010, posou para a revista "Playboy" ao lado da também ex-BBB Natália Casassola.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Filme sobre negro livre que vira escravo é o favorito em Toronto

festival de cinema de Toronto, como esperado, não tem decepcionado no quesito filmes potenciais candidatos ao prêmio Oscar. Nenhum dos trabalhos exibidos, porém, chegou tão per to de uma unanimidade quanto o "12 Years a Slave", terceiro longa-metragem do cineasta e artista visual inglês Steve McQueen. O filme é baseado na história real de Solomon Northup (Chiweter Ejiofor), um músico negro, livre, que, antes da Guerra da Secessão, é dopado e vendido como escravo para fazendeiros do sul dos Estados Unidos. Fox Searchlight Films O ator Chiwetel Ejiofor em cena do filme de McQueen "Suspendam as apostas: eu acabei de ver o vencedor do Oscar de melhor filme, e é '12 Years a Slave'", escreveu o editor de cinema do site Vulture, da revista "New York". Já o jornal inglês "The Guardian" deu avaliação de cinco estrelas para o drama de Steve McQueen. "12 Years a Slave" deve ganhar indicações nas principais categorias e colocar na disputa os atores Chiwetel Ejiofor, Michael Fassbender, no papel do volátil fazendeiro Edwin Epps, e Lupita Nyong'o, como a escrava Patsey, objeto do desejo do fazendeiro Epps. Outra obra aguardada era "August: Osage County", baseada em uma peça do americano Tracy Letts, vencedora do Pulitzer, e dirigida por John Wells. No filme, Meryl Streep faz a personagem Violet, a matriarca da família Weston, que é reunida à força quando seu marido, Beverly, vivido pelo ator Sam Shepard, desaparece. Trata-se de uma família altamente disfuncional. Violet sofre de câncer e é viciada em analgésicos. Sem filtro, ela lança ataques como uma metralhadora giratória contra as pessoas à sua volta. Sua filha mais velha, Barbara, interpretada por Julia Roberts, é a única do clã com coragem suficiente para enfrentá-la. O elenco é o grande trunfo da produção, com chances de indicações para Streep e Roberts. A fotografia do brasileiro Adriano Goldman, que capta tanto a amplidão da paisagem do Estado de Oklahoma, no meio-oeste dos Estados Unidos, quanto o interior sufocante da casa de Violet, também é um dos destaques do filme. Mas "August: Osage County" não consegue disfarçar a sua origem teatral. Depois de sua exibição no festival de Toronto, "Labor Day", de Jason Reitman, passou a figurar nas listas de possíveis concorrentes. A adaptação do romance de Joyce Maynard é o primeiro trabalho dramático do diretor, conhecido por "Juno" e "Jovens Adultos". Winslet interpreta Adele, uma mãe solteira deprimida que vive com o filho pré-adolescente (Gattlin Griffith) e é forçada a abrigar o fugitivo Frank (Josh Brolin). Desta forma, forma-se uma família das menos convencionais. Trata-se de uma história de emoções humanas complexas, mas Reitman consegue equilibrá-las e acerta no tom.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Muricy ganhará cerca de R$ 300 mil e terá cláusula de renovação no SP

Muricy Ramalho receberá no São Paulo muito menos do que recebia no Santos, em seu último trabalho. O técnico aceitou salários de cerca de R$ 300 mil para retornar ao Morumbi, valor inferior à metade dos vencimentos de R$ 700 mil que ganhava na Vila Belmiro. O contrato firmado com o técnico vai até o fim do ano, mas conta com cláusula de renovação automática que prevê a manutenção do valor. Quando decidiram contratar Paulo Autuori, após a demissão de Ney Franco, dirigentes da cúpula são-paulina afirmaram que Muricy pedia salários muito altos e que não se enquadravam no teto salarial proposto pelo São Paulo. O técnico, no entanto, disse a amigos que aceitaria retornar por valor muito menor e que na ocasião não foi nem procurado para discutir termos de contrato. Apesar de o termo assinado ter validade apenas até o fim deste ano, o contrato terá cláusula de renovação automática por mais uma temporada se assim o São Paulo desejar. O prolongamento do acordo manterá o valor de salários acordado neste momento. Candidato indicado por Juvenal Juvêncio para representar a situação na eleição presidencial de abril de 2014, Carlos Miguel Aidar esteve nesta terça-feira no CT da Barra Funda para recepcionar Muricy. Aidar, que foi presidente entre 1984 e 1988, afirmou que conversou com Muricy na segunda-feira, enquanto Juvenal fazia o mesmo, e que gostaria de ter o treinador durante os seis anos de seu mandato ­– até 2020 – projetando não só a vitória no pleito próximo como a reeleição em 2017.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Em seu 1º filme em Hollywood, Wagner Moura machuca o joelho e pega pneumonia

"Elysium", ficção científica de US$ 115 milhões, não marca apenas a volta de Neill Blomkamp, diretor do premiadíssimo "Distrito 9" (2009). É também é a estreia do ator brasileiro Wagner Moura em Hollywood ao lado de Matt Damon, Jodie Foster e da amiga Alice Braga. Após polêmica no VMA, Miley Cyrus aparece nua em clipe; veja 'Se um dia devolverem meu passaporte, quero visitar o Brasil', diz Ai Weiwei; leia íntegra Prêmio literário Portugal Telecom anuncia seus finalistas; confira lista A experiência não foi tão glamourosa quanto se esperaria de uma superprodução americana. "Pensei que Wagner Moura não sobreviveria a 'Elysium'", conta à Folha Blomkamp, num misto de seriedade e diversão sádica. "Eu estava assistindo a uma cena de perseguição pelo monitor e, de repente, ele sumiu do enquadramento. Senti que algo de ruim tinha acontecido e corri em sua direção. Wagner escorregou e caiu com tanta força em cima do joelho que precisamos parar de trabalhar naquele dia." Kimberley French/Associated Press Wagner Moura segura equipamento usado para enfrentar robôs em 'Elysium Wagner Moura segura equipamento usado para enfrentar robôs em 'Elysium' Como o brasileiro interpreta uma mistura de hacker e líder revolucionário com um problema na perna, a produção continuou, mas a deficiência não veio a calhar. "Adoraria dizer que foi minha imersão no papel, mas eu caí em cima do joelho esquerdo, enquanto meu personagem manca com a perna direita. Doeu pra cacete", diz o ator, que também torceu o tornozelo filmando "Tropa de Elite" (2009). "Eu sempre vou parar no hospital quando estou fazendo um filme." Em "Elysium" não foi diferente. Com o joelho recuperado, Wagner Moura voltou a trabalhar normalmente em Vancouver, Canadá, onde a grande maioria das cenas internas foi rodada. Mas, duas semanas depois, ele apresentou um a forte pneumonia e precisou ser internado. "Nunca fiquei tão doente na minha vida. Estava com uma febre tão forte que eu não conseguia conversar com ninguém de tanto que tremia. Eu pensei que ia morrer", revela o ator, que teve a companhia da amiga brasileira --e companheira de set-- Alice Braga no hospital. "Lili foi maravilhosa. Eu só queria minha mãe, que estava na Bahia. Acho que isso é o mais difícil de trabalhar fora, a distância da família." TERRA DO FUTURO Alice faz o par romântico de Matt Damon, que vive Max, um ex-delinquente e parceiro de Spider, o personagem de Moura. Max tenta sobreviver na Los Angeles de 2154, uma megalópole suja e povoada apenas por quem não tem condições de viajar para Elysium, uma estação orbital onde doenças são curadas por máquinas, o destino da Terra é comandado por políticos poderosos (entre eles, Jodie Foster) e as casas são o sonho dos ricos que moram ali. "É uma espécie de rua de boutiques japonesas", responde o diretor sul-africano. "Minha inspiração é sempre a realidade. A Terra do futuro é como partes mais pobres da África. Tudo precisa ser crível para o público." É tudo tão "cru" que Matt Damon sofre. No México para filmar uma das sequências mais impressionantes de "Elysium", o astro precisa derrubar a nave de um poderoso ricaço e sequestrar os dados de sua mente, o que garantiria sua passagem para Elysium, onde seria curado de um envenenamento radioativo que o está matando. "Filmamos essa sequência em um lixão e literalmente respiramos bosta quando um helicóptero fez um rasante", diz ele. Na mesma cena, Damon --ao lado do mexicano Diego Luna-- enfrenta robôs usando um exoesqueleto (aparelho que recobre tronco e membros) inspirado em projetos do exército dos EUA, que pesava 11 quilos e levava duas horas para ser ajustado a seu corpo. "Eu me senti como um carro de Nascar [stock car], com os mecânicos trocando meus parafusos. Mas essas armaduras não inibem meus movimentos. Há protótipos no exército e Doug Liman [diretor de 'Sr. e Sra. Smith'] está usando em seu novo filme. Mas a dele é mais pesada." Matt Damon só muda o tom de sofrimento quando lembra de trabalhar com os dois brasileiros no set. "Eles foram ótimos, nem tive nenhum trabalho, porque eles elevam o nível no set. É como jogar uma partida de tênis com um bom jogador", compara o americano. "Eu já conhecia Wagner por causa de 'Tropa de Elite'. Todo ator de Hollywood já viu 'Tropa de Elite'. Quem disser o contrário, é um mentiroso." Óbvio que, por sua reconhecida polidez, Matt Damon não falaria algo diferente. Mas a recepção de Wagner Moura pelos críticos americanos foi surpreendente. Todd McCarthy, da "Variety", principal revista de mercado de cinema dos Estados Unidos, foi superlativo, escrevendo que o brasileiro tem a "grandiloquência do finado Raul Julia", referindo-se ao ator porto-riquenho de "A Família Addams" (1991). Divulgação Matt Damon (à esq.) interpreta Max, parceiro de Spider, vivido por Wagner Moura Matt Damon (à esq.) interpreta Max, parceiro de Spider, vivido por Wagner Moura Mas o desempenho, infelizmente, não livrou a ficção científica de números decepcionantes. Apesar de ter estreado em primeiro lugar nas bilheterias americanas, "Elysium" estacionou nos US$ 82 milhões. A trajetória internacional, principalmente na América Latina, porém, deve garantir que Blomkamp desafie o esquema hollywoodiano com roteiros inteligentes e novidades no elenco. "Gosto que meus filmes sejam vistos, mas essa não é minha preocupação", afirma ele, que também diz não querer salvar o mundo. "Não são os filmes-pipoca hollywoodianos que vão mudar a vida de alguém. Não vamos nos levar tão a sério."

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Luiza Valdetaro tem vontade de viver uma vilã

Loura e dona de profundos olhos azuis, Luiza Valdetaro está acostumada a interpretar papéis de boa moça. Contudo, a atriz se prepara para viver um novo tipo de heroína. Em Joia Rara, próxima novela das seis da Globo, ela será Hilda, uma jovem de família nobre, mas que não desiste de lutar pelo seu sonho. O principal objetivo da personagem é investir na carreira de cantora. Habituada a tipos sensíveis e sofredores, como a Antônia, de Cordel Encantado, de 2011, e Gerusa, do remake de Gabriela, de 2012, Luiza aposta na força de sua nova personagem para fugir do óbvio. "Hilda é diferente porque tem jogo de cintura. Ela não se abala com o primeiro não que recebe", avalia. E, se surgir a oportunidade de interpretar outro gênero de personagem é algo que a empolga ainda mais. "Tenho vontade de ser vilã. A Amora Mautner (diretora-geral) me prometeu que um dia vai vir", torce. Natural do Rio de Janeiro, a atriz de 28 anos, que protagonizou a temporada de 2006 de Malhação como a doce Manuela , teve a grande chance de mostrar seu trabalho em Cordel Encantado, último folhetim de Thelma Guedes e Duca Rachid. "Tive a oportunidade de mostrar um lado dramático forte. Como a Antônia, consegui explorar essa vertente", valoriza. Outro desempenho importante da atriz foi na pele de Gerusa, em Gabriela. No entanto, para crescer ainda mais profissionalmente, Luiza afirma que não quer ser somente lembrada como mais um "rostinho" bonito da televisão. "Tudo tem os dois lados. A beleza abriu muitas portas, mas muitas pessoas julgam você", conta. Agora, em Joia Rara a atriz se prepara para interpretar mais um papel de época. E que também marca o seu reencontro com o texto de Thelma e Duca. Mesmo com trabalhos de estilo semelhante, Luiza valoriza o tipo. "Adoro novelas de época porque fogem completamente do cotidiano", conta a atriz, que, para se aprofundar nos trejeitos de meados do Século XX, fez aulas de etiqueta. Além disso, a intérprete de Hilda começou a ter aulas de canto com a ajuda da preparadora vocal Ester Ellias. "Ainda estou me aperfeiçoando. Gosto de fazer tudo bem feito. Principalmente em uma área que não é muito a minha", entrega. Apesar de não ser vilã, a personagem de Luiza está bem próxima das principais maldades da trama. Isso porque Hilda é filha do poderoso Ernest Hauser, vivido por José de Abreu, que obviamente não apoia a sua independência, atitude considerada moderna para época. Já com os irmãos Franz e Viktor, vividos por Bruno Gagliasso e Rafael Cardoso, respectivamente, a relação é de cumplicidade. "A Hilda encoraja o Viktor, que pensa em ser pintor. Ele é um pouco mais medroso. E ela se mostra otimista de que tudo vai dar certo", conta a atriz, que cita outro ponto importante de sua personagem: o amor proibido com o revolucionário Toni, de Thiago Lacerda. "Ela se apaixona, mas não pode dizer quem ela é de verdade", explica.

Sul-Sudeste tem 19 das 25 melhores universidades do país

A s regiões Sul-Sudeste concentram 19 das 25 melhores universidades do país. São Paulo aparece à frente, com cinco instituições, seguido por Rio de Janeiro (quatro), Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul (três cada) e Santa Catarina (uma). O Nordeste tem quatro (Bahia, Ceará, Paraíba e Pernambuco) e o Centro-Oeste, duas (Goiás e Distrito Federal). USP, UFRJ e UFMG encabeçam o ranking. A região Norte não aparece no grupo principal. A título de comparação, a nota média do grupo de elite do RUF (86,79) é 27% superior à média das 25 instituições que vêm a seguir no ranking de universidades (68,40). Essa radiografia regionalizada do ensino superior brasileiro emerge da edição 2013 do RUF, cujo ranking geral, publicado integralmente nesse suplemento, classifica as 192 instituições reconhecidas como universidades pelo Ministério da Educação (veja quadro da pág. 6). Em sua segunda edição, o RUF manteve a filosofia e aperfeiçoou a metodologia para contemplar duas grandes áreas de interesse: a produção científica --aferida com base em indicadores de pesquisa, inserção internacional e inovação-- e a graduação, calcada na avaliação da qualidade de ensino e na ressonância da instituição no mercado de trabalho. No total, são avaliados 5 indicadores, subdivididos em 16 subindicadores, que geram rankings independentes e podem ser consultados separadamente (veja a metodologia na pág. ao lado). É na área de graduação que está a maior novidade deste ano: o ranking de ensino, uma análise extensiva inédita dos indicadores dos cursos ministrados em 2.358 instituições. A avaliação contempla as 30 carreiras com maior número de estudantes matriculados em 2011 (último dado disponível no instituto de pesquisa do MEC, o Inep). Conduzido pelo Datafolha, o levantamento usa basicamente os mesmos critérios de ensino e mercado do ranking geral de universidades, mas com adaptações metodológicas para atender às diferenças de propósitos das instituições --que nesse caso incluem também os centros universitários e faculdades (veja quadro na pág. 19). Dada a extensão do universo pesquisado, o ranking de cursos é publicado em versão limitada aos dez primeiros colocados. As tabelas completas podem ser consultadas no site do RUF. RESULTADOS A USP aparece com destaque nesse levantamento pormenorizado, com o maior número de cursos no top 10 das 30 carreiras analisadas. A maior universidade estadual paulista só não pontua em serviço social porque não tem essa graduação. A ampliação da avaliação do ensino por curso permitiu ainda identificar destaques entre instituições que não são classificadas como universidades. As faculdades Insper e a FGV-SP, por exemplo, ficaram entre as dez melhores nas duas carreiras de seus portfólios analisadas pelo RUF. Outra novidades do RUF 2013 é a criação do ranking de internacionalização, liderado na estreia pela Universidade Federal do ABC. Criada em 2005 e com um modelo inovador de ensino, a instituição tem 100% de docentes com doutorado e desponta no 21º lugar do ranking de pesquisa científica do RUF.

domingo, 8 de setembro de 2013

Vettel vence e dispara na liderança; Massa faz boa prova e fica em 4º 36

A corrida deste domingo no GP Itália teve como foco Felipe Massa, que entrou no cockpit sabendo que um novo fracasso poderia custar a vaga na Ferrari para 2014. O brasileiro fez uma prova segura e terminou na 4ª posição, ficando atrás das Red Bulls de Vettel e Webber e do companheiro de equipe Fernando Alonso. A vitória novamente ficou nas mãos de Sebastian Vettel, que disparou na classificação e fica muito próximo de alcançar o tetracampeonato mundial. Alonso terminou na 2ª colocação, com Webber em 3º. Com mais um triunfo, Vettel chega a 222 pontos. Alonso tem 169 pontos, com Hamilton em 3º, com 141 pontos, e Raikkonen, com 134. Massa ocupa a sétima colocação, com 79. Largando em 4º, Felipe Massa precisou trocar de motor antes da prova, já que apresentava vazamento. O motor foi o mesmo utilizado no GP da Bélgica. O brasileiro fez ótima largada, pulando de 4º para 2º. Massa seguiu por fora na reta após o sinal verde e deixou para trás Nico Hulkenberg e Mark Webber antes da primeira curva. A Ferrari também teve Fernando Alonso se dando bem no começo da prova. O espanhol também ultrapassou Hulkenberg e Webber, ficando na cola de Massa e de Vettel. Massa foi colocado à prova neste fim de semana, onde estouraram especulações de que ele perderia o posto de piloto da escuderia italiana após o fim da temporada. Kimi Raikkonen surge como o principal candidato ao posto. Um novo fiasco do brasileiro, diante da torcida italiana, poderia sacramentar sua despedida antecipada da Ferrari. Mas Massa fez uma prova segura, girando em tempos próximos aos três adversários à frente.